domingo, 13 de abril de 2008

Terras de Bouro: Trilhos Pedestres “Na Senda de Miguel Torga”–PR5 Trilho da Águia do Sarilhão

Descrição do percurso retirada do panfleto oficial do mesmo:

Local: Terras de Bouro; Dificuldade: Moderada; Extensão: 9 Km; Tempo: 3h 00m; Tipo: Circular

“O Trilho da Águia do Sarilhão, localizado na freguesia de Campo do Gerês, possui um património de fortes tradições culturais e etnográficas. Este trilho pedestre de pequena rota (PR), de âmbito histórico e cultural, tem uma extensão de 9km, com cerca de 3 horas de duração e apresenta um grau de dificuldade médio. Estende-se por terrenos aplanados de um vale alargado, por onde passa o Ribeiro de Rodas, entre o Museu Etnográfico e a margem esquerda da albufeira de Vilarinho das Furnas, sendo esta a sua extremidade Norte. Percorre os aglomerados rurais deste antigo povoado e descortina, por entre arruados estreitos, os espigueiros e habitações com as suas cruzes cimeiras e varandas com madeiramentos costumeiros abertas ao logradouro.
Do legado patrimonial realça-se, com distinção. a Via Nova XVIII (Geira), com passagem pelas milhas XXVII, XXVIII, e XXIX e pelo núcleo de padrões romanos. Nas proximidades da milha XXIX avultam vestígios indeléveis da trincheira do Campo que, na Idade Média, serviu de defesa da raia portuguesa nas invasões hostis.
Inserido numa importante área do Parque Nacional Peneda Gerês, este trilho aproxima-se de outros locais de interesse, como a fraga do Sarilhão, a Mata Nacional de Albergaria e a extinta aldeia comunitária de Vilarinho das Furnas.”

Com o Nuno nos Açores apenas a Mónica participou neste passeio.

[32]_Trilho_Águia_do_Sarilhão[36]_Trilho_Águia_do_Sarilhão[53]_Trilho_Águia_do_Sarilhão
Albufeira de Vilarinho das Furnas: 12:24 (esquerda), 12:30 (centro) e 13:58 (direita)
[55]_Trilho_Águia_do_Sarilhão  [57]_Trilho_Águia_do_Sarilhão
Gerês: 14:04 (esquerda) e 14:28 (direita)

sábado, 15 de março de 2008

Fafe - PR4FAF Trilho Verde da Marginal

Mais um fim de semana e mais um passeio marcado. Desta vez voltariamos à Serra da Cabreira e em parceria com o grupo de Viana. Boleia do costume... depois de desvios, desavenças, enjoos e muita chuva, chegámos ao ponto de encontro. Após uma hora de espera sem que a chuva parasse decidiu-se cancelar o passeio.

Enquanto todo o grupo se dispersava pensava-se no que fazer para não dar o dia como perdido. Sugeriu-se a Cidade de Guimarães. Os 8 Pernas-Longas presentes entraram nos carros e seguimos o inconfundível Fiat Multipla. Não nos parecia estar a ir na direcção de Guimarães mas, como o nosso guia parece conhecer tudo o que é caminho, pensámos ser um atalho. Uns quilómetros à frente parámos junto à barragem da Queimadela para almoçar no parque de merendas. Durante o almoço falámos dos percursos daquela zona e, já estômago cheio, vimos dois dos montanheiros de Viana a chegar de um. Perguntámos se era longo e se valia a pena... pusemo-nos a caminho.

Passadiço inicial, em madeira 13:21
Começámos no parque de merendas e avançámos ao longo do rio por um passadiço de madeira. Depois do passadiço encontrámos marcas de diferentes trilhos em diferentes direcções, valeu-nos o sentido de orientação do amigo Jorge. Passámos por pequenas cascatas, moinhos de água e espigueiros de pedra. Uma hora e meia depois estávamos de volta ao carro. Só agora que escrevemos isto, é que constatamos que o trilho percorrido correspondia ao PR4 FAF mas, feito no sentido oposto ao descrito abaixo.
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Ruína de espigueiro 13:54+++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++Ruína de espigueiro 13:56
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+++++++++++++++++++Espigueiros 14:15+++++++++++++++++++++++++++++Indicações no Início/Fim do Percurso 14:50

Feito o percurso dirigimo-nos a Guimarães, como pensado de início, onde comemos uns doces regionais antes de regressar ao Porto.

Características do Percurso (in http://www.fafe.com/pedestrianismo_marginal.html)
Local: Queimadela, Fafe; Dificuldade: Fácil; Extensão: 3 Km; Tempo: 1h 00m; Tipo: Circular
O "Trilho Verde da Marginal" é um percurso pedestre de Pequena Rota, de âmbito ambiental e paisagístico e desenvolve-se em torno da barragem de Queimadela, por entre bosques e frondoso arvoredo.
Inicie o percurso junto ao parque de campismo; atravesse o paredão da albufeira e vire à direita por um caminho de terra que a margina.
Delicie-se com a vista priviligiada que tem sobre a albufeira. Caminhe calmamente à sombra dos refrescantes carvalhos, pinheiros, eucaliptos, choupos e amieiros, e com sorte, pode ser presenteado com o canto de pássaros e com o repousante coaxar das rãs.
Mais à frente entre num paraíso rural: eiras, espigueiros, casas típicas do Minho, medas de palha, ramadas de vinho verde. A tradição em estado puro.
Pouco depois, alcance uma bonita ribeira, que bem podia chamar-se "Ribeira dos Fetos". Agora escute o som da água a correr monte abaixo e a seguir visite a cachoeira do rio Vizela.
Termine seguindo pela antiga levada até ao parque de merendas. Aqui, colha as últimas imagens da albufeira. Suba em direcção à estada, alcançando, pouco depois, o parque de campismo - ponto de partida e chegada desta bela e refrescante viagem."

domingo, 2 de março de 2008

Vouzela: PR3 Trilho da Serra do Caramulo

Descrição do percurso retirada do panfleto oficial do mesmo:

Local: Vouzela; Dificuldade: Moderado; Extensão: 16 Km; Tipo: Linear

O percurso inicia-se na Aldeia de Fornelo do Monte em direcção ao Ventoso, local de grande riqueza paisagística. Ao fundo podemos contemplar a Serra da Estrela, do outro lado, a Serra da Arada sempre na companhia do olhar atento dos tartaranhões, corvos e outras espécies que nos observam. Prossegue-se o trilho pela Serra do Caramulo até à Lapa da Meruje onde se situa um Dólmen com o mesmo nome (Dólmen da Lapa da Meruje). É um Dólmen de corredor com câmara poligonal, composta por 6 esteios monolíticos (ligação com o PR2). Segue-se as marcas amarelas e vermelhas por um caminho em terra batida até à Capela de S. Barnabé, local de grande tradição religiosa onde se realiza anualmente uma romaria trazendo centenas de pessoas a este local sagrado. Depois de um descanso merecido, prossegue-se pelo trilho que acompanha o “Ribeiro da Bouca” até à Aldeia da Nogueira. Depois de atravessarmos a estrada de asfalto – Muito Cuidado – o caminho prossegue até ao Rio Alcofra onde encontramos uma magnífica ponte de pedra que nos proporciona a travessia para a outra margem. Agora é só seguir as marcas até à Torre Medieval de Alcofra que assinala o fim do percurso."
 
Alguns meses depois voltámos a Vouzela para novo passeio, agora acompanhados por 5 pessoas e um cão. Demos início ao percurso às 11:11 e terminámos às 17:58.
 
11:20 Espigueiro (esquerda) e 12:36 Torre Eólica (direita)
 
15:19 O Grupo na Capela de São Barnabé (esquerda) e 15:26 Capela de São Barnabé (direita)  
16:11 Ponte Romana (esquerda) e 17:42 Represa (direita)

sábado, 26 de janeiro de 2008

Valença - Trilho do Castelo da Furna

Características do Percurso (adaptado de pedestrianismo.blogspot.com)
Local: Valença; Dificuldade: Moderado; Extensão: 14 Km; Tempo: 4h 30m; Tipo: Circular

O trilho começa junto à Casa da Cultura que alberga um museu rural serrano onde se guardam objectos ligados à agricultura, pastorícia e exploração mineira do volfrâmio. Nas proximidades é possível observar vários sarcófagos (sepulturas escavadas na rocha). O percurso encaminha-se pela encosta da serra de São Lourenço, com passagem pelos vários núcleos de gravuras rupestres, até alcançar os aglomerados de casas graníticas de Melim e Quebrada, já na freguesia de Sanfins. Daqui o trilho segue até à Furna, pelos vastos montes, onde domina a pastorícia de cavalos garranos, semi selvagens e de cabras. Já na Furna é possível observar o imponente aglomerado rochoso e as marcas do que foi um castelo medieval natural. A magnitude do espaço, as inúmeras saliências das formações rochosas, as grutas, os pontos de interesse arqueológico e as múltiplas lendas associadas fazem deste lugar um espaço de singular beleza. Do castelo restam apenas as marcas das traves nas rochas e as memórias históricas do que foi a sede do Julgado de Froião que abarcava Paredes de Coura e a parte norte de Valença, na época Medieval. De regresso ao trilho, pelas encostas da Serra de São Lourenço, é possível observar grande parte das serranias do Minho e do sul da Galiza, sempre acompanhados por grupos de garranos. O percurso desce a serra e é chegando a Taião de Baixo que nos deparamos com o mais significativo Relógio de Sol de Valença, mesmo junto a vários sarcófagos. Um Relógio de Sol muito ligado à vida desta aldeia serrana e onde se davam as horas por um corno de carneiro dai o nome de Horas do Corno. O percurso termina onde mesmo começou, junto ao Museu Rural de Taião.


Subida de 1ª categoria :) 10:43
Como já nos tinham informado, é costume do nosso grupo associar-se, de vez em quando, ao grupo de pedestrianismo de Viana do Castelo. Parecia um batalhão, mais de 30 pessoas a caminhar pelo monte acima. Apesar das muitas referências a garranos por todo o percurso foram poucos os cavalos que vimos, ficando a fauna mais marcada pela praga de processionárias, que tornava quase impossível andar sem calcar um ou outro carreiro delas. Em termos de paisagem é um percurso muito bonito, principalmente o Castelo da Furna, com algumas formações rochosas de forma singular. Como aspecto negativo apresentamos a marcação do percurso depois do castelo, sendo difícil dar com o trilho. Apesar de gostarmos de caminhar acompanhados, consideramos um grupo de 30 pessoas já um bocado grande demais, não dando para conversar com todos. Quanto às horas, o percurso teve início às 10:12, acabando às 16:17. Depois do percurso visitámos Museu Rural de Taião.
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Processionárias 11:08++++++++++++++++++++++++Castelo da Furna 12:04
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Castelo da Furna 12:10+++++++++++++++++++++++Castelo da Furna 13:19+++++++++

domingo, 20 de janeiro de 2008

Caminha - PR3CMN Trilho do Cabeço do Meio Dia

Características do Percurso (adaptado de panfleto Celtas do Minho)
Local: Caminha; Dificuldade: Fácil; Extensão: 8 Km; Tempo: 3h 00m; Tipo: Circular

Este percurso tem início junto à pequena capela de culto a St.º Antão, na povoação mais alta da Serra d’Arga – Arga de Cima. O respectivo ponto de partida localiza-se, no entroncamento da estrada de alcatrão e do caminho florestal. Seguindo por este caminho e virando, pouco depois, à esquerda, percorremos um trilho de pastores que nos conduzirá a um abrigo de caçadores de lobo. Daqui seguimos o trilho que desembocará na estrada florestal. Passado algum tempo, deixamos esta estrada florestal para atravessarmos o ribeiro de Pombas e aproveitamos para visitar o Moinho das Pombas de Baixo. Alguns metros à frente viramos à direita para seguirmos um caminho lajeado que nos levará ao Moinho Velho. Continuando a descer, desembocamos num caminho florestal, o qual nos conduzirá ao Moinho Novo. Daqui, rumamos em direcção ao lugar de Varziela que faz parte do território da povoação de Arga de Baixo. Visitado o pequeno lugar, iniciamos uma curta ascensão por uma estrada florestal que nos levará ao Cabeço do Meio-Dia, que ostenta 550 metros de altitude e de onde podemos apreciar uma fantástica vista panorâmica da Serra d’Arga. Retomando o mesmo caminho, agora em sentido descendente e chegados ao lugar de Varziela, seguimos o caminho que nos conduzirá à Ponte de Porto Carro e ao Moinho de Baixo. Regressamos ao caminho para, seguindo para montante o ribeiro da Arga, visitar, desta forma, a bela Ponte e Moinho das Traves. Deste local, seguimos pela estrada florestal, em direcção a Arga de Cima, visitando, pelo caminho, o Moinho da Fíchua e o lugar da Gândara. Pouco depois, no regato da Fraga, encontramos, à nossa direita, os Moinhos da Gândara e, escassos metros à frente e cruzando o regato, um interessante elemento de inestimável valor do património arquitectónico e etnográfico da Serra d’Arga – o Pontão do Lobo. Aqui, no Pontão do Lobo, termina este belo percurso, por terras de Caminha.

Haviam já passado quase dois meses desde a última caminhada quando chegou novo convite para passear, nada melhor para desgastar o peso ganho em todas as festas de Dezembro. Ainda com o Gerês na memória, estávamos com as expectativas muito elevadas para o passeio seguinte. O programa definido foi o seguinte: "dar um salto à Serra d'Arga e fazer um percurso entre as Aldeias de Arga de Cima e Arga de Baixo". Compareceram 7 pessoas à chamada.
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Mosteiro de São João d'Arga 10:16+++++++++++++++++++++++++++++Ponte de Pedra 14:25++++++++
Antes de começarmos a caminhar passámos pela aldeia de Arga de São João, pelo Mosteiro de São João d'Arga, onde têm início outros dois trilhos pedestres: Pela serra d'Arga e PR12 Trilho da Pedra Alçada. Dirigimo-nos então à capela de culto a St.º Antão, em Arga de Cima afim de começar o percurso (10:40). Logo no início se começou a ouvir água, não sendo preciso andar muito para ver a primeira cascata de muitas. Junto a estas normalmente encontrava-se um moinho. Ao longo da margem do rio, numa das zonas mais íngremes, encontrava-se uma construção muito curiosa, toda em pedra, em forma de canal, que transporta a água utilizada num moinho, a cota superior, para outro mais abaixo. A juntar a esta estavam as fantásticas pontes de pedra que tivemos de atravessar e, no fim do percurso, o Pontão do Lobo (16:59).
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Cascata 15:15++++++++++++++++++++++++++++++++O encontro de dois solitários 16:07++
Quanto aos bichinhos, o facto de passarmos por tanta água fez com que conseguíssemos ver uma minúscula e frágil rã, que apresentava a curiosidade de ter um membro amputado. Além desta viam-se por todo o lado as peludas irritantes e destruidoras processionárias que, tirando estes factos, são engraçadas quando se movimentam em fila indiana.
Concluindo, as grandes expectativas iniciais foram até superadas por este belo percurso. Não apresenta as majestosas paisagens do Gerês mas compensa com os muitos cursos de água e construções humanas adjacentes a estes.
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Curiosa construção em pedra 16:16+++++++++++++++++++++++++++++++Pontão do Lobo 16:51++++

domingo, 18 de novembro de 2007

Viana do Castelo - PR9 Trilho dos Canos de Água

Características do Percurso (adaptado de http://percursos.no.sapo.pt/pr9/percurso-09.html)
Local: Viana do Castelo; Dificuldade: Fácil; Extensão: 10,2 Km; Tempo: 3h 00m; Tipo: Circular

Este PR tem o seu início em frente do templo, junto do painel referente ao percurso. Inicie o percurso, seguindo ao longo do muro que ladeia a estrada no sentido N até junto de uma casa em ruínas, de onde parte um caminho florestal por onde terá de seguir até chegar junto de dois arcos pedra - Arcos do Fincão. Por cima deles passam canos de água, captada em minas da serra que continuam ainda hoje a abastecer depósitos de Viana. Após passar sob o primeiro destes arcos, vire à direita no sentido N, seguindo por cima do cano, até encontrar outro arco, no qual, pelo lado de baixo, poderá ver um pequeno moinho e a entrada de uma antiga mina de água. Retome o percurso, por cima do cano, sob denso arvoredo, até encontrar uma pequena “casinha da água”. Existe um desvio para a direita (250m) de acesso a nova mina de água. Continue o percurso no sentido NE, cruze um estradão e continue sobre o cano até atingir um novo estradão, junto de um pequeno pontão sobre um ribeiro. Volte ao estradão, siga em frente no sentido N, até atingir a estrada em alcatrão. Siga ao longo da mesma para a direita (E), até atingir o lugar de S. Mamede. Continue ao longo da estrada até junto de ruínas, que indicam o local da “Aldeia Velha”, origem do povoado de S. Mamede. Se quiser, siga o caminho para a esquerda até chegar ás ruínas de uma antiga capela. Volte atrás até atingir a estrada em alcatrão, vire à esquerda e suba até novo cruzamento. Vire à esquerda e caminhe ao longo da estrada alcatroada, até outro cruzamento de estradas, onde inverte o sentido de marcha seguindo por estradão em terra batida. Passará junto do marco geodésico da “Bouça do Frade” continuando até chegar ao “Alto do Frade”, onde esteve para ser instalado um posto de controle aéreo durante a 2ª Grande Guerra - Casa do Radar (casinha dos aviões). Daqui poderá desfrutar de uma vista panorâmica sobre a cidade de Viana e o vale do Rio Lima. Desça pelo estradão até atingir estrada de alcatrão, por onde vai seguir, virando à esquerda. Mais à frente, vire à direita e siga um caminho em terra, até à casa florestal da “Carreira de Tiro”, local onde existe miradouro com vista sobre o mar. Mais à frente, abandone a estrada seguindo um trilho assinalado para a direita até à torre do depósito de água. Desça depois à estrada principal calcetada em paralelo onde vira à esquerda, passando junto da “citânia de Santa Luzia”, conhecida por “Cidade Velha”. Continue em frente até chegar à zona do templo, final deste percurso. Caso disponha ainda de algum tempo, não deixe de subir ao escadório, até ao zimbório da basílica, para desfrutar de uma vistas mais belas de Portugal.

Ainda com a bela imagem do pôr do sol junto ao templo de Santa Luzia na memória e como já tinhamos o percurso preparado decidimos voltar a Viana para realizar o PR9 Trilho dos Canos de água. Desta vez a contagem duplicou, e lá saímos os 4 engenheiros do Porto no mesmo carro ao som de Tonicha, Zé Cabra e afins. Foi talvez a viagem mais hilariante que tivemos.
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Arcos do Fincão 11:40++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++Cano de Água 11:58
Preparados para iniciar o percurso reparámos no sapatinho clássico trazido por um dos elementos do grupo, ideal para visitar o interior do templo no fim da caminhada mas não para caminhar. Às 11:15 começámos a andar. Apesar de não se ter uma grande vista panorâmica nos primeiros quilómetros, isso foi compensado pelo fantástico emaranhado de canos de água, todos escavados em pedra, ora assentes no terreno ora elevados por intermédio de arcos de pedra. Vimos as várias casinhas da água e a nova mina, visitámos a Aldeia Velha mas não encontrámos o moinho ou o que resta do mesmo. Não ficámos satizfeitos com passar apenas ao lado do marco geodésico da Bouça do Frade por isso fomos até ao topo onde decidimos almoçar (13:58). De estômago mais composto fomos em direcção à Casa do Radar, agora guarita de animais, de onde já se podia ver, ao fundo, o templo (16:23). Seguimos passando pela carreira de tiro, torre do depósito, citânia de Santa Luzia, pousada da juventue e, finalmente, templo. Neste último troço a vista sobre Viana é fascinante.

Para quem já estava preocupado, como o trilho foi, em grande parte, feito por estrada ou no cimo dos canos, os sapatinhos resistiram até ao fim.
Os três caminheiros e o senhor do sapatinho clássico 16:08
Depois de descansar um bocadinho fomos visitar o templo incluíndo o zimbório o qual se aconselha vivamente não sendo, no entanto aconcelhado a pessoas com acro nem claustrofobia (a subida é ingreme, em espiral, mal cabe uma pessoa em largura e o cobertor de cada degrau nem deixa pousar meio pé).
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Traseiras do templo de Santa Luzia 16:36+++++++++++++++++++++++++++Vista do cimo do zimbório 16:55++

domingo, 11 de novembro de 2007

Paredes de Coura - PR5 Trilho dos Moinhos e PR6 Trilho do Megalítico de Vascões

Características do Percurso PR5 Trilho dos Moinhos (adaptado de panfleto Celtas do Minho)
Local: Paredes de Coura; Dificuldade: Fácil; Extensão: 8 Km; Tempo: 3h 30m; Tipo: Circular


O trilho tem o seu início na Colónia Agrícola de Chã de Lamas, da freguesia de Vascões. Aqui, no Monte de Lamas, vê-se uma necrópole megalítica na qual se podem apreciar três mamoas. Segue-se por uma estrada em terra batida e chegando à bifurcação de Porto Velho, segue-se o caminho da direita, para se embrenhar num pequeno bosque. Pouco depois começa-se a descer, até se alcançar os velhos moinhos que serviam o lugar de Várzea, da freguesia de Parada. Estes moinhos, ano após ano, encarregaram-se da moagem do afamado milho, grão destas terras de Coura, outrora conhecida por “Celeiro do Minho”. O caminho desemboca na estrada alcatroada, que se percorre até alcançarmos o bucólico lugar de Várzea. Deste lugar, continua-se por entre os campos até se alcançar uma área de lazer junto ao Rio Coura, próxima da estrada alcatroada. Depois de uma curta paragem nesta área convidativa ao descanso, retoma-se o passeio pelo mesmo caminho até ao lugar da Várzea. Daqui vira-se à direita, tomando um caminho em terra até Porto Velho. Segue-se então o caminho comum até à Colónia Agrícola de Chã de Lamas, onde se inicia este percurso.

Características do Percurso PR6 Trilho do Megalítico de Vascões (adaptado de panfleto Celtas do Minho)
Local: Paredes de Coura; Dificuldade: Fácil; Extensão: 7,5 Km; Tempo: 3h 30m; Tipo: Circular

Saindo da igreja de Vascões, vira-se à esquerda e segue-se pela estrada asfaltada, virando, pouco depois, à direita por um caminho de terra que serve os campos de cultivo daqueles lugares. Desde aqui, pode-se apreciar uma bucólica paisagem sobre as verdes pastagens da aldeia de montanha de Bico. Vai-se caminhando e embrenhando em antigos campos de cultivo, hoje abandonados. Chegando às alminhas da Chã dos Ferros vira-se à direita, seguindo pelo caminho em terra que conduzirá até ao lugar de “Porto Velho”, onde se encontra uma casa abandonada e um moinho junto da Ribeira de Reiriz. Passado o lugar de Porto Velho, vira-se à direita em direcção à Colónia Agrícola de Chã de Lamas. Nestas vastas pastagens, podem-se observar pequenos montículos que se destacam na paisagem. Estes montículos constituem lugares de enterramento fúnebre denominados por mamoas (túmulos de terra que cobrem uma câmara funerária formada por várias lajes). Continua-se pela estrada florestal, chegando à ribeira, vira-se à direita seguindo sempre junto à mesma. O caminho desemboca na estrada asfaltada, que se percorre para, passados alguns metros, virar à direita por um caminho em terra batida até chegar a Senra. Aqui, pode-se visitar a Igreja de Vascões estando de volta ao local onde tem início o percurso.

Estávamos novamente na companhia dos Pernas-Longas e desta vez, além de mais duas pessoas que não conhecíamos, trouxemos um companheiro e jovem engenheiro, fazendo o grupo aumentar até aos 12 elementos. Este percurso teve como base o PR5, o qual fizemos na totalidade, fazendo alguns desvios pelo PR6, nos troços lineares, de modo a não se passar duas vezes pelo mesmo caminho. Começámos a andar em Parada (11:56) em direcção à Colónia Agrícola de Lamas por caminhos entre campos, lameiros e floresta. Muita água, moinhos, árvores, pastagens, cabras... tudo muito bonito. Como prometido no convite, e por ser o dia de São Martinho, no fim do percurso (16:44), fez-se um pequeno magusto junto ao núcleo de moinhos de Parada nas margens do jovem Coura.
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Levadas no início do percurso 12:11+++++++++++++++++++++++++Indicações do PR5 e PR6 13:15+++++++++++++
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Charco 13:39+++++++++++++++++++++++++++++++++++++ Magusto 16:45

domingo, 4 de novembro de 2007

Viana do Castelo - PR8 Trilho da Chão

Características do Percurso (in http://percursos.no.sapo.pt/pr8/percurso-08.html)
Local: Viana do Castelo; Dificuldade: Moderado; Extensão: 18,9 Km; Tempo: 6h 00m; Tipo: Circular

"Este PR tem o seu início junto do edifício da SIRC- Sociedade de Instrução e Recreio de Carreço.
Vamos fazer a descrição caminhando em direcção ao N, transpondo o viaduto “ponte seca” sobre o caminho de ferro, continuando entre o casario do lugar de Paçô, passando junto da capela de S. Sebastião, junto das gravuras rupestres da “Lage da Churra”, atingindo a ultima moradia da freguesia. Inicia-se então a subida para o alto da serra, em direcção E/NE através da velha calçada do “Caminho da Costa de Paçô”, em cujos lajedos se encontram gravados os rodados dos carros de bois.
Quando chegar ao estradão florestal em terra batida que vem de Afife, vire à direita e por ele continue subindo até alcançar um belo miradouro onde pode observar uma panorâmica sobre o mar e Vila Praia de Âncora, com o monte de Santa Tecla na Galiza lá no fundo á nossa frente. De imediato se atinge um cruzamento com outro estradão em terra batida, que liga Viana do Castelo á Senhora da Cabeça. Aqui vire e siga para a direita ao longo do mesmo e em direcção S, para em breve chegar a novo cruzamento da “Pereirada”. Bem lá na frente sobre a imensidão do planalto da Chão, já se vislumbra o marco geodésico que nos vai servir de referência.
A partir daqui o percurso de ida e volta até ao Talefe será comum, seguindo ao longo do estradão florestal.
Estamos em plena Chão, planalto imenso da serra de Santa Luzia, com zonas húmidas, pequenas nascentes de regatos e algumas lagoas naturais ou acondicionadas pelo homem, onde vêm beber os “garranos”, cavalos selvagens, e as típicas vacas barrosãs que aqui vivem em liberdade.
Chegados á base do Talefe inicie a breve subida para o ponto mais alto da Serra de Santa Luzia (550m.), assinalado pelo marco geodésico de 1ª categoria, conhecido como “Talefe” ou “Gurita de Couço”.
Após deixar o marco geodésico, regresse novamente ao estradão, e siga o percurso no sentido inverso até ao cruzamento da “Pereirada”, mas no trajecto poderá fazer um pequeno desvio para atingir as ruínas da casa florestal da “Fonte Louçã”. Neste local bem perto existe um tanque em pedra, abastecido pela água límpida da Fonte Louçã. Junto ainda também são visíveis valas escavadas no século passado para extracção de minério.
Regressando ao cruzamento da “Pereirada”, local em que poderá iniciar a descida em direcção Oeste (pela esquerda). Ao longo da descida vai contornar pelo N uma pequena elevação onde estão as “Pedras da Cruz do Calvo” atingindo em seguida o desvio para o “Alto do Mior” mais conhecido por “Miradoiro das Bandeiras”, com uma vista deslumbrante sobre o oceano, farol de Montedor e as veigas de cultivo de Areosa, Carreço e Afife, numa sinfonia de cores verde e azul.
Retome a descida, agora em direcção N, e logo deixará o estradão para tomar pela esquerda a antiga calçada do “Caminho da Costa de Carreço”, que desce serpenteando em direcção O, calçada centenária utilizada por carros de bois, dos quais nos ficaram como testemunho os sulcos no granito, e algumas datas nas pedras “eras”, assinalando intervenções periódicas e comunitárias para manutenção dos caminhos. Esta calçada será cortada a dada altura por um estradão pelo qual terá de seguir em direcção NO, até ao sítio da “Coroa”, onde existem vestígios de um antigo castro. A partir daqui siga para SO descendo, passando pelas “Fontelinhas” e atingir as primeiras casas do lugar de Carreço, e a capela de S. Paio, segundo a tradição a primeira igreja de Carreço.
É então altura para, voltando para NO, passar pelo “Largo do Aral”, “Campo da Cal”, Igreja Paroquial, e chegar à SIRC, final deste percurso."

Tendo gostado dos passeios anteriores começámos a organizar alguns, ficando de reserva, no caso dos Pernas-Longas não o fazerem ou quando, nos fins-de-semana prolongados com pontes, não os pudéssemos acompanhar. Como já sabíamos que os nossos amigos iriam aproveitar este fim-de-semana prolongado, tentámos arranjar um grupito de pessoas que nos acompanhasse a Viana. Por uma razão ou por outra, todos os interessados foram desistindo e no dia da caminhada estava apenas eu e a Mónica. Seria o primeiro trilho no Norte organizado e realizado somente por nós, por isso, receando alguma inexperiência nossa, levámos mapas, descrições detalhadas e fomos antes à Decathlon, o nosso bazar favorito, encher-nos de material de caminhada (bússola, porta-mapas impermeável, um enchoval Quechua). Como se isto não fosse suficiente, nunca fiando, fomos comprar um GPS sobre o qual tenho a tecer algumas considerações:
-quando se vai utilizar um GPS convém saber trabalhar com ele;
-convém saber o destino a introduzir;
-convém saber a diferença em termos de tempo do que são 100m a 100km/h a 50km/h e a andar a pé;
-primeiro respeita-se a sinalização da estrada e só depois o que nos diz o aparelho e por último;
-ao utilizar um GPS deve decidir-se, antes de começar a conduzir, se se vai seguir integralmente as suas indicações ou seguir um mapa e os nossos instintos, utilizando o GPS apenas em caso de desespero - nunca misturar as duas situações senão o desespero é garantido não havendo garantias de sair dele.
Estes pontos explicam as dificuldades que passámos até chegar ao ponto de início de percurso.

Considerando-nos jovens com boa preparação e como seríamos só dois a caminhar, decidimos escolher um trilho logo com 19km, esperando ainda chegar ao fim do percurso com tempo e disponibilidade física para realizar o PR9 Trilho dos Canos de Água com 10 km (ok, sonhar é lindo...).

Placar indicativo no início do percurso 10:28
As esperanças em fazer um segundo trilho desvaneceram-se quando começámos a caminhar e o relógio já marcava 10:28, hora e meia de atraso em relação à hora prevista. Atendendo a que no início se viam marcas de 20 em 20 metros pensámos nem ser necessário utilizar os mapas. Já na mata de eucaliptos que não nos deixavam apreciar a vista para o mar, o número de marcações foi reduzindo até que chegámos a um cruzamento com 5 saídas possíveis e nenhuma indicação: vínhamos de uma, com o mapa e descrições excluímos mais duas, restavam duas as quais explorámos uns bons metros sem ver qualquer marca. Arriscámos pela cuja configuração se assemelhava mais à marcação no mapa e, finalmente, ao fim de uns 15 minutos vimos uma marca. Saindo da mata deu para apreciar a vista sobre Vila Praia de Ancora, seguindo então para o cruzamento da Pereirada. Daqui até Talefe cruzámo-nos com uma grande quantidade de garranos e barrosãs que se passeavam livremente. Na base do Talefe a marca de saída do estradão encontrava-se coberta por vegetação, assim como todo o trilho até ao topo, pelo que não a vimos e acabámos por caminhar mais uns quilómetros até ao marco geodésico. Lá no cimo estava um militar que nos deu uma autêntica palestra de 1 hora sobre cartografia. Ele costuma ser destacado para fazer medições por todo o país durante algumas semanas, pelo que nos falou de alguns dos sítios por onde passou.
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Indicações no cruzamento de Pereirada 12:40++++++++++++++++++++++Garranos num charco a caminho de Talefe 13:08
Nesta altura, além de sabermos que não íamos fazer o PR9, púnhamos algumas dúvidas se conseguiríamos acabar este antes do por do sol. Decidimos não fazer o desvio até à casa florestal. Fizemo-nos à estrada em passo apressado, tentando recuperar algum do tempo perdido mas, como a fome apertava, parámos para almoçar, eram já 15:40.
Com as baterias recarregadas regressámos ao cruzamento da Pereirada de onde seguimos para o último terço do percurso. Este tem um grande troço de estrada alcatroada ou calçada mas as formações rochosas e a vista para o mar são fantásticas, nomeadamente no Alto do Mior.
Depois de muito andar demos por terminada a caminhada às 18:09.
Resumindo:
-O primeiro terço do percurso embora seja por trilho, está mal marcado e não tem grandes vistas;
-No segundo terço podem ver-se animais e têm-se uma boa vista de Talefe, infelizmente é feito por estradão e temos de repetir o percurso;
-O troço final é muito bonito, pena é que tenhamos de andar pela estrada.
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Último terço do percurso em direcção ao Alto do Mior 16:25+++++++++++++++Templo de Santa Luzia 18:55++++++++++++
Como nos restavam alguns minutos de luz, fomos até ao Alto de Santa Luzia, ver onde tinha início o PR9 e ver o por do sol lá do cimo, junto ao templo.

domingo, 21 de outubro de 2007

Arcos de Valdevez - Trilho das Brandas e Socalcos de Sistelo

Características do Percurso (in panfleto Valimar)
Local: Arcos de Valdevez; Dificuldade: Moderado; Extensão: 6,88 Km; Tempo: 5h 00m; Tipo: Circular

Este percurso localiza-se nas faldas da Serra da Peneda, mais precisamente na aldeia de montanha de Sistelo. Partindo do parque de estacionamento do Largo do Visconde do Rio Vez, no centro da aldeia de Sistelo, cruzamos a EN 202-2 e iniciamos o percurso que nos levará a visitar o rústico casario e os típicos espigueiros que vão surgindo e decorando a aldeia. O caminho empedrado leva-nos a sair da aldeia para, junto a um reservatório de água, tomarmos um carreteiro que nos conduzirá, até à Chã da Armada onde podemos constatar a beleza da paisagem que nos rodeia. Nesta deslumbrante vista panorâmica destaca-se o lugar de Padrão, o qual parece encontrar-se como que suspenso na íngreme encosta da montanha. Seguimos em direcção a Este, por um caminho pouco nítido, que mais se assemelha a um trilho de pastores e que, pouco a pouco, dará lugar a um carreteiro. Este magnífico carreteiro, que nos leva a percorrer a linha de cumeeira sobre uma das vertentes do Rio do Outeiro, vai desembocar na branda de gado de Rio Covo. As brandas são formas de ocupação humana dos espaços de montanha, constituindo um apoio importante às populações pastoris da Serra da Peneda, cuja utilização se dá sobretudo na época estival. Abandonando a branda, seguimos caminho por entre um belo bosque que dará lugar a um planalto constituído por matos rasteiros. Trata-se de uma zona de pastagem que circunda os campos adjacentes à branda do Alhal - uma branda de cultivo e de gado. Daqui, seguimos por um carreteiro, cujas lajes testemunham a sua antiguidade e intensa utilização, que, serpenteando para vencer os fortes desníveis, nos permitirá a descer até ao lugar de Padrão. Este pitoresco lugar ainda mantém a traça tradicional das aldeias da montanha do Minho, encontrando-se rodeado por socalcos onde se cultiva o milho e se produz feno e pasto para o gado bovino de raça cachena e barrosã. Ao sair de Padrão tomamos o caminho lajeado que nos levará a cruzar os campos e lameiros e que, mais abaixo, desembocará na EN 202-2. Atravessamos esta estrada nacional para seguirmos o caminho descendente, paralelo ao rio Vez, que nos conduzirá ao local onde teve início este passeio.

Uma semana passada, mais um convite recebido e novamente aceite. Começava a tornar-se um costume acordar cedo ao Domingo. Desta vez compareceram 9 pessoas e, em relação a quem conhecíamos, existia uma cara nova. Começámos a caminhar às 10:34 e enquanto subíamos, fomos ouvindo a missa que ecoava por toda a montanha, graças aos altifalantes da torre da igreja (parece ser boa ideia para quem trabalha todo o dia no campo). Dado o elevado conhecimento da zona por parte do nosso guia, durante todo o percurso acabámos por fazer alguns desvios para visitar mais brandas do que as 2 apresentadas na descrição. O número ultrapassou a dezena, apresentando algumas 2 pisos com uma laje enorme de pedra única.
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Vaca Barrosã 11:58++++++++++++++++++++++++++Louva a deus 12:51
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Árvore 13:01++++++++++++++++++++++++++++++Árvores 13:07
Vimos barrosãs e, mais uma vez, um Louva-a-deus, desta vez verde e com uns 8 centímetros, que se passeava pelas pernas de um dos nossos companheiros. Fizemos ainda algumas paragens para trocar impressões com alguns dos locais, inclusivamente um senhor de 92 anos que subia vigorosamente a calçada íngreme depois de um dia de trabalho no campo. Chegados a Sistelo aproveitámos para visitar a aldeia: Casa do castelo, fontes, espigueiros, igreja e cemitério (17:08).

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+++++++++Branda 15:01++++++++++++++++++++++++++++++Casa do Castelo 17:00