Uma experiência nova e a repetir, desde que nos ofereçam novamente preços tão baixos, bem abaixo dos normais.
sábado, 25 de setembro de 2010
sábado, 21 de agosto de 2010
Pico – PR11PIC – Calheta do Nesquim
Características do Percurso (adaptado de www.trails-azores.com)
Ilha: Pico; Dificuldade: Moderado; Extensão: 12 Km; Tempo: 4h 00m; Tipo: Circular
“Esta pequena rota circular começa e termina em frente à Igreja da Calheta do Nesquim, freguesia com uma rica tradição na história da baleação Açoriana. Aqui, poderão visitar a casa dos botes baleeiros, transformado em museu local de elevado interesse. O percurso faz-se no sentido contrário ao dos ponteiros do relógio e apresenta dois pequenos desvios, um para o porto da Feiteira e outro para a Pedra Aguda, um miradouro natural por excelência.
Iniciamos a nossa caminhada junto à costa, rumo ao Portinho da Feiteira, uma pequena zona balnear muito aprazível. Após desfrutar deste magnífico local, siga a sinalética e iniciará uma subida ao longo de uma canada estreita até chegar à estrada regional. Aí, siga à sua direita e logo depois vire à esquerda continuando a subir, ora através de pastagens ora através de matas onde prevalecem os incensos e acácias.
Depois de atingir o ponto mais a Norte do percurso, siga em direcção oeste até à Pedra Aguda, local de maior altitude do percurso que oferece uma vista deslumbrante para a freguesia da Calheta e toda a zona leste da ilha. Descendo de volta à Calheta do Nesquim, irá percorrer caminhos idênticos aos já percorridos previamente. Já perto da localidade, entrará num caminho entre vinhas e passará por uma vigia de observação de Baleias em direcção ao mar. Na zona costeira, encontrará outra zona balnear chamada Baía da Poça. Finalmente, seguimos junto do Moinho do Mourricão até à Igreja, ponto final deste percurso.” (in www.trails-azores.com)
A abertura de novos percursos é sempre boa para conhecermos mais um pouco das Ilhas. Embora inicialmente bem marcado existe um local onde é necessário entrar em propriedade privada passando por uma cancela onde não existe qualquer marca. Felizmente um calhetense avisou-nos com antecedência deste facto, quando passámos por sua casa e, depois, não confiando que tínhamos entendido as indicações, apareceu na sua carrinha no dito local para que não nos perdêssemos.
Calheta 11:05 (esquerda), 11:22 (centro) e 14:41 (direita)
15:09 Vigia da Baleia (esquerda) 18:37 Zona Balnear (direita)
segunda-feira, 16 de agosto de 2010
Faial – PRC4 Caldeira e Capelinhos
Mais uma vez no Faial com amigos do Continente ávidos de conhecer as belezas naturais dos Açores… Remetemos toda a informação relativa aos percursos da Caldeira e dos Capelinhos para posts anteriores sobre estes temas, apresentando sem mais demoras as fotos dos mesmos.
17H50 Farol dos Capelinhos (esquerda) 18H43 (centro) e 19H03 (direita) Capelinhos
Caldeira: 12H27 (esquerda) e 13:26 (direita)
sábado, 14 de agosto de 2010
São Jorge – Volta à Ilha
Já o tínhamos feito com outras ilhas agora é a vez de apresentarmos alguns dos pontos de interesse da ilha de São Jorge. Embora todas as fotos não tenham sido tiradas no mesmo dia, esta “volta” pode ser uma possibilidade para quer não quer ou não tem tempo para andar a pé.
Alugámos um carro de manhã nas Velas e seguimos logo em direcção à Ponta dos Rosais a fim de visitar o farol , que actualmente se encontra desactivado. Muitas fotos tirámos e tendo no grupo 2 engenheiros, uma arquitecta e uma artista plástica, muitas ideias formulámos em conjunto para reabilitar o espaço como um Hostel ou algo similar. Só depois soubemos que a razão da desactivação se deve à instabilidade do terreno onde os diversos edifícios estão implantados.
Depois de uma noite em que o ruído das Cagarras (calonectris diomedea borealis) foi música de embalar para os ouvidos de alguns e um martírio para outros, todos fizemos a nossa parte como protectores destes seres (mesmo aqueles que lá no fundo os desejaram mortos durante a noite). Em torno do farol e edifícios circundantes existem muitos poços/buracos ao ar livre nos quais as cagarras podem cair e depois de lá não conseguem sair. Vimos muitos restos mortais mas conseguimos encontrar duas vivas as quais conseguimos retirar, tapando posteriormente todos os buracos que encontrámos no local.
Cagarras (calonectris diomedea borealis): À esquerda uma das que salvámos do buraco
Próxima ao farol encontra-se uma vigia da baleia e respectivo miradouro.
Seguimos para o parque florestal Sete Fontes, onde almoçámos, e respectivo miradouro.
Vigia da Baleia (esquerda) e Miradouro do Parque Florestal Sete Fontes (direita)
Daqui partimos para a Serra do Topo a fim de visitar o Pico da Esperança e alguns charcos e lagoas. Note-se que embora o tenhamos feito de carro esta parte corresponde a um troço do PR4SJO – Pico do Pedro-Pico da Esperança-Fajã do Ouvidor. Refira-se ainda que no Pico do Pinheiro existem duas lagoas mas para lá chegar é preciso passar alguns arames farpados… levem mapa.
Serra do Topo – Pico da Esperança
Continuámos até à ponta oposta da Ilha, o Topo, onde também existe um farol e que é conhecida pelo seu ilhéu.
Farol do Topo (esquerda) e Ilhéu do Topo (direita)
Ainda tentámos visitar uma fábrica de queijo mas era Domingo e estava fechada por isso voltámos às Velas.
Nas Velas também existem alguns pontos de interesse, salientando-se o edifício do Auditório Municipal e algumas zonas balneares. Fora do centro da vila existe um arco de lava e é possível subir a pé o Morro Grande entre as Velas e o Parque de Campismo (mais uma vez basta saltar uma vedação)… a vista vale todo o esforço. A subida começa nas traseiras da Capela de Nossa Senhora do Livramento seguindo o trilho até ao topo. Junto às ruínas de um moinho seguir pela esquerda descendo até ao fundo da cratera, ir até à falésia (alguma precaução) e subir pelo outro trilho até ao moinho.
Auditório Municipal das Velas (esquerda), Zona Balnear (centro) e Arco de Lava (direita)
Vista para as Velas do Morro Grande (esquerda) e Moinho (direita)
Vista para o parque de Campismo do Morro Grande (esquerda) e Falésia (direita)
Note-se que como tínhamos passado os dias anteriores nas Fajãs de Santo Cristo e dos Cubres não as incluímos nesta volta, em todo o caso apertando o planeamento é possível pelo menos ir ao miradouro destas, assim como à Fajã do Ouvidor como fizemos no ano seguinte.
sexta-feira, 13 de agosto de 2010
São Jorge - PR1SJO: Caldeira do Santo Cristo–Fajã dos Cubres
Voltámos a este trilho mas agora decidimos transformá-lo num passeio de dois dias: Descemos até à Fajã de Santo Cristo onde passamos o dia, acampamos e no dia seguinte concluímos o trilho seguindo até à Fajã dos Cubres. Passamos a ter a agravante das tendas e outro material associado ao campismo mas tornamos o passeio em algo muito mais… descontraído.
Como já apresentámos um post sobre este trilho não repetimos a descrição geral do mesmo aconselhando, quem a queira ver, a visitar os seguintes links:
São Jorge - PR1SJO: Caldeira do Santo Cristo–Fajã dos Cubres 17 Agosto 2005
http://www.trails-azores.com/
Dia 1: Serra do Topo – Início do Trilho (esquerda) Igreja Fajã de Santo Cristo (centro) e Casa Fajã Santo Cristo (direita)
Dia 2: Casa Fajã Santo Cristo (esquerda) Ruínas Fajã dos Tijolos (centro) e Fajã dos Cubres (direita)
Como de costume Táxi Velas-Serra do Topo e no fim boleia de volta às Velas.
Refira-se que no início do percurso o traçado sugerido difere do que sempre fizemos e que consta do site oficial do trilho. O troço Fajã de Santo Cristo-Fajã dos Cubres passa a ser considerado como alternativa a um percurso agora circular.
Novo traçado do percurso sugerido no placard informativo no início do mesmo
quarta-feira, 11 de agosto de 2010
Pico – PR8PIC – Ladeira dos Moinhos
Características do Percurso (adaptado de www.trails-azores.com)
Ilha: Pico; Dificuldade: Fácil; Extensão: 3,4 Km; Tempo: 1h 15m; Tipo: Circular
“Esta pequena rota circular inicia-se no centro de São Roque do Pico e começa subindo por um caminho de pedra calçada antigo, um dos raros que ainda se encontra em bom estado de conservação.
Os aspectos mais marcantes do percurso são os seis moinhos de água que vamos encontrando ao longo da caminhada, alguns reconstruídos e outros ainda em ruínas.
Durante a subida iremos encontrar uma eira antiga em pedra, a partir da qual podemos desfrutar de uma vista panorâmica sobre a Freguesia de São Roque.
A descida até ao ponto do início é efectuada parcialmente dentro de uma linha de água, enquanto que o último troço é percorrido através de uma canada muito estreita, entre muros de pedra.” (in www.trails-azores.com)
Percurso curto e sem grandes motivos de interesse, bom para desentorpecer as pernas.
13:15 Moinho na Ladeira dos Moinhos (esquerda) e 13:48 Vista para São Jorge
domingo, 20 de junho de 2010
A Caminhar pela… Cultura Maia – México e Guatemala
Sensivelmente um ano depois de termos partido a fim de conhecer o berço da cultura Inca, partimos desta vez em busca da cultura Maia. Inicialmente a ideia seria conhecer o máximo de zonas arqueológicas no México, Guatemala e Belize, no entanto por razões monetárias não fomos ao último país.
Se na anterior viagem a lista de pontos de interesse incluía uma das maravilhas do Mundo (Machu Picchu) agora também tínhamos uma… Chitchén Itza.
No que diz respeito ao México a cultura Maia distribuiu-se apenas pela zona da península do Yucatão tendo-nos cingido apenas aos estados nela contidos; Quintana Roo, Yucatan, Campeche, Tabasco e Chiapas. Os dois primeiros são locais muito turísticos, repletos de estrangeiros dispostos a pagar muito para que não tenham que mexer a ponta de um dedo e como tal, os locais aproveitam este facto ao máximo e os preços são consideravelmente elevados.
Desta vez optámos por alugar um carro para nos podermos movimentar à vontade uma vez que a rede de transportes públicos não funciona no que toca às zonas mais interiores e menos turísticas. Em boa hora o fizemos pois, caso contrário, não teríamos visitado sequer metade das zonas arqueológicas. Acabámos por fazer sensivelmente 6000km de carros, tendo-nos valido o baixo preço da gasolina.
Além de zonas arqueológicas visitámos, ou apenas parámos em, algumas cidades/povoações: Playa del Carmen, Tulum, Valladolid, Mérida, Aké, Izamal, Campeche, Cuidad del Carmen, Jalpa de Mendez, Palenque, Frontera Corozal, Escarcega, Chetumal, Bethel (Guatemala) e Flores (Guatemala).
Do mesmo modo visitámos cenotes, grutas, cascatas e um parque temático… Xcaret.
| 29-05-2010 | Porto-Madrid-Philadelphia-Cancun-Playa del Carmen |
| 30e31-05-2010 | Playa del Carmen |
| Playa del Carmen (esquerda), Zanate - quiscalus mexicanus (centro) e Igreja Playa del Carmen (direita) |
| 31-05-2010 | Parque Aktun-Chen |
Apenas visitámos este parque mas nas redondezas há dezenas. As grutas calcárias repletas de estalactites e estalagmites são de uma beleza rara. Infelizmente a proximidade a Cancun faz-se sentir e os preços são muitíssimo exagerados (daí a razão de termos apenas visitado esta): Além dos 26USD de entrada é necessário pagar ao guia e não se pode tirar fotos (pelo menos com a nossa máquina por ser “profissional”), isto porque andam atrás de nós tal e qual paparazzis com uma máquina pior que a nossa e só tirando fotos com flash que depois teríamos de pagar por mais 10USD (não o fizemos). Apesar dos flashes as grutas estão bem conservadas e a intervenção humana no seu interior é mínima, não chocando com a envolvente.
| Cenote no Interior da Gruta Calcária (esquerda) e Milípede - harpaphe haydeniana (direita) |
| 01-06-2010 | Ruínas de Tulum |
Aconselha-se a todos os que viajam sozinhos e que não gostam de confusão que cheguem o mais cedo possível às ruínas a fim de evitarem as centenas de grupos organizados provenientes de todos os hotéis de Cancun e arredores.
O local é fantástico, com muita biodiversidade e a presença de uma praia. Como aspectos negativos assinalamos as nuvens de mosquitos (obrigatório repelente), o preço de entrada e a confusão, nomeadamente ruído gerado pelos milhares de visitantes.
Ruínas de Tulum (esquerda) e Iguana - stenosaura similis (direita)
Esquilo - sciurus yucatenensis (esquerda), Caranguejo Eremita (centro) e Milípede (direita)
| 01-06-2010 | Ruínas de Cobá |
Esta cidade apresenta diversos grupos de edifícios bastante dispersos entre si. Embora se possa pagar o transporte entre os mesmos aconselhamos a fazer a caminhada (menos de 10km) pois pode ser que se dê de caras com alguma da vida selvagem do local (acabámos por ver apenas uma cobra).
Já que é possível a subida à Grande Pirâmide esta deve ser feita. Não tem qualquer dificuldade e a vista do topo dos mais de 40 metros desta vale a pena.
Grupo Nohoch Mul – La Gran Piramide: Subida (centro) e Vista de cima (direita)
| 02-06-2010 | Ruínas de Chichén Itza |
Esta é a zona arqueológica Maia mais visitada, como tal aconselha-se a chegar o mais cedo possível para evitar multidões provenientes de todos os hotéis de Cancun e arredores. Dada a sua dimensão e importância pode ser interessante solicitar os serviços de um guia, no entanto aconselhamos que se visite antes toda a cidade para tirar fotos sem turistas e depois juntar a um grupo para fazer nova volta com guia.
Chichén Itza foi considerada uma das 7 maravilhas do mundo. Quando se fala ou se apresentam imagens desta antiga cidade, em grande parte dos casos, apenas se faz referência à Pirâmide de Kukulcán conhecida como El Castillo, no entanto há muito mais que visitar.
El Castillo ou Pirâmide de Kukulcán
Gran Juego de Pelota (esquerda) e El Mercado (direita)
El Caracol – Observatório astronómico (esquerda) e Edifício de las Monjas e La Iglesia (direita)
| 02-06-2010 | Gruta de Balankanche |
Foi um importante local de culto para os Maias, como tal o seu interior não se encontra bem conservado. Pelo preço da entrada e publicidade feita ao local esperávamos algo mais interessante. Os fios, luzes, passadiços em betão e ruído que saía das colunas pareciam ser todos muito forçados. Em todo o caso a formação denominada Arbol de La Vida que servia de altar não deixa de ser interessante.
“Arbol de La Vida” – Grande Coluna calcária gerada pela junção entre uma estalactite e uma estalagmite
| 03-06-2010 | Ruínas de Ek Balam |
A partir daqui, os preços de entrada em cada cidade foram reduzindo e o número de visitantes quase nulo (apenas nós, alguns miúdos em visitas de estudo e pouco mais)
No topo da Pirâmide (esquerda) Portas da Cidade (direita)
| 03-06-2010 | Ruínas de Izamal |
Izamal corresponde a uma cidade actual, construída sobre uma antiga cidade Maia. Algumas pirâmides encontram-se dispersas pela cidade mas maior parte foi destruída. O grande mosteiro local foi construído sobre uma pirâmide e com as pedras da mesma. A entrada em qualquer destas é gratuita mas também não há muito que ver.
Pirâmide Kinich Kak Mo (esquerda) Mosteiro: Frente (centro) e Traseiras (direita)
| 03-06-2010 | Ruínas de Aké |
Foi talvez a cidade que visitamos com menos presença de turistas. Os últimos visitantes tinham sido 2 japoneses 3 dias antes. Muito interessante principalmente pela forma muito mais rudimentar de construção.
| 04-06-2010 | Ruínas de Dzibilchaltun |
Estas ruínas além de serem anormalmente caras têm a particularidade de no centro da praça principal existir uma capela Cristã onde se faziam celebrações a céu aberto como forma de converter os locais.
Plaza Central (esquerda) e Templo de Las Muñecas (direita)
Lagartixa (esquerda) e Carocha que nos salvou ao recarregar a nossa bateria (direita)
| 04-06-2010 | Ruínas de Mayapán |
Cidade muito bonita parecendo um Portugal dos Pequeninos de Chichén Itza, com réplicas mais pequenas dos edifícios desta cidade, estando todos próximos uns dos outros.
Plataforma de Los Danzantes e Castillo Kukulcán (esquerda), Vista do templo de Los Nichos para o Templo Redondo e Castillo Kukulcán (centro) e Sala de Los Mascarones e Templo Redondo (direita)
| 05-06-2010 | Ruínas de Uxmal |
Uma das maiores cidades Maias e uma das nossas favoritas, pelo menos considerámos mais interessante que Chichén Itza. Apresenta enormes edifícios muito bem conservados, com decorações muito elaboradas e de formas singulares. Neste dia visitámos mais 4 ruínas de estilo semelhante denominado Estilo Puuc.
Reza a história que toda a cidade terá sido construída numa só noite por um feiticeiro anão (El Adiviño), governador desta.
A entrada custa o mesmo que a de Chichén Itza mas foi dinheiro muito bem gasto.
Casa del Adiviño
Palácio del Gobernador (esquerda), El Palomar - Pombal (centro) e Cuadrangulo de Las Monjas (direita)
| 05-06-2010 | Ruínas de Kabah |
Esta zona arqueológica tem como particularidade ser atravessada pela estrada que lhe dá acesso e como tal há que visitar as ruínas existentes em ambos os lados da mesma.
El Arco – Portas da Cidade (esquerda) e El Palacio (direita)
| 05-06-2010 | Ruínas de Sayil |
| 05-06-2010 | Ruínas de Labná |
El Palacio (esquerda), El Arco e El Mirador (centro) e El Mirador (direita)
| 05-06-2010 | Ruínas de Xlapac |
Edifício I (esquerda) e Momota ou Pássaro Relógio – eumomota superliciosa (direita)
| 06-06-2010 | Ruínas de Edzná |
Esta cidade tem como particularidades o facto de possuir uma grande acrópolis erigida no cimo de um grande embasamento de pedra e o principal edifício desta apresentar 5 pisos.
Apesar de não ser muito grande foi uma das cidades que mais gostámos.
Neste dia as cigarras tinham todas saído da terra, onde passaram maior parte da sua vida, fazendo a sua última metamorfose e gerando um ruído ensurdecedor nomeadamente quando se passava entre as árvores.
Gran Acropolis
Casca de Cigarra (esquerda) e Cigarra (direita)
| 06-06-2010 | Cuidad del Carmen |
De facto não parámos na cidade mas sim num arenal totalmente deserto e aparentemente infinito, banhado pelo mar do Golfo do México.
| 07-06-2010 | Ruínas de Comalcalco |
Tem a particularidade de ser a única cidade Maia construída de tijolos em vez da normal rocha calcária.
Lagarto (esquerda) e Templo I visto do Palacio (direita)
| 08-06-2010 | Ruínas de Palenque |
Aproveitando desníveis consideráveis do terreno (aqui bastante mais irregular e montanhoso comparativamente com as infinitas planícies calcárias onde nasceram as cidades Maias até aqui visitadas), a distribuição dos edifícios e sua geometria são singulares.
Á semelhança de Uxmal foi uma das nossas cidades favoritas superando Chichén Itza, não só pela dimensão e características dos edifícios mas também pela envolvente.
Salienta-se o facto de ter sido o primeiro local onde se pôde visitar um museu com artefactos recolhidos das próprias ruínas. Nos restantes os artefactos encontram-se distribuídos pelos museus de todo o mundo, tendo sido levados por saqueadores e exploradores.
El Palacio (esquerda), Templo de Las Inscripciones visto do Palácio (centro) e Vista sobre Palenque do Templo de La Cruz (direita)
| 09-06-2010 | Ruínas de Yaxchilan |
Para entrar nestas ruínas é necessário fazer uma pequena viagem pelo Rio Usumacinta desde Frontera Corozal, localizando-se as mesmas no coração da selva.
Como singularidade salienta-se o facto das ombreiras das portas apresentarem hieróglifos e para se entrar na cidade começa-se por atravessar um labirinto escuro, cheio de morcegos.
Uma das 4 rãs da casa de banho da nossa cabana em Frontera Corozal (esquerda), Chegada a Yaxchilán através do Rio Usumacinta (centro) e Sapo (direita)
Stela (esquerda), Ruínas (centro) e De volta a Frontera Corozal – Na margem oposta do Rio Usumacinta fica a Guatemala (direita)
| 09-06-2010 | Cascadas de Agua Azul |
| 10-06-2010 | Ruínas de Calakmul |
Para chegar a estas ruínas é necessário sair da estrada principal e seguir por 60km dentro de uma reserva o que leva aproximadamente duas horas. No caminho vêem-se muitos animais.
Estrutura III (esquerda), Estrutura I vista do topo da Estrutura II (centro) e Estrutura II (direita)
| 11-06-2010 | Ruínas de Xpuhil |
| 11-06-2010 | Ruínas de Chicanná |
| 11-06-2010 | Ruínas de Becan |
Vista da Estrutura IX para a Estrutura XIII (esquerda), Estrutura IX (centro) e Vista da Estrutura IX para a Estrutura VIII (direita)
| 11-06-2010 | Ruínas de Kohunlich |
Ninho de Vespas (esquerda), Templo de Los Mascarones (centro) e Árvore Parasita (direita)
| 11-06-2010 | Ruínas de Dzibanché |
O bilhete para visitar Dzibanché também dá acesso às ruínas de Kinichná.
Palácio Norte (esquerda) e Edifício 6 (direita)
| 11-06-2010 | Ruínas de Kinichná |
Árvore Parasita (esquerda) e Acropolis Nivel B1 (direita)
| 11-06-2010 | Ruínas de Lamay |
Estas ruínas não podem ser ainda visitadas mas apenas avistadas no caminho entre Dzibanché e Kinichná.
| 14-06-2010 | Ruínas de Tikal (Guatemala) |
Para entrar na Guatemala tivemos de alterar os nossos planos e voltar a Palenque e a Frontera Corozal a fim de atravessar o Rio Usumacinta, chegando à fronteira Guatemalteca de Bethel.
As pirâmides de Tikal são notoriamente mais verticais, sendo das mais altas da cultura mais. A mais alta até hoje conhecida localiza-se em El Mirador, também na Guatemala.
Macaco Uivador à entrada da Guatemala (esquerda), Coati de Nariz Branco – nasua narica (centro) e Subida Íngreme ao Templo V (direita)
Templo V (esquerda), Juego de La Pelota e Templo I (centro) e Templo I (direita)
De volta a Palenque desmanchámos o carro, que ficou aberto 3 dias, para tirarmos as chaves da bagageira do nosso Nissan Tsuru
| 16-06-2010 | Ruínas de Chacchoben |
Depois de visitarmos as demais esta cidade não tem nada de especial, no entanto estranhámos inicialmente o facto de ter um parque automóvel enorme assim como muitas bancas de artesanato. No fim da visita, começaram a chegar 1… depois 2… depois muitos mais autocarros repletos de turistas… Já estávamos novamente perto de Cancun.
| 17-06-2010 | Ruínas de Muyil |
| 17-06-2010 | Parque Xcaret |
Nos nossos últimos dias decidimos fazer o papel de verdadeiros turistas e visitar um parque temático, dos muitos que há junto a Cancun, e gastando muito dinheiro. O bilhete de um dia custa sensivelmente 57.00€ (o mais barato, sem extras ou refeições incluídas).
O parque tem muitas actividades e é tão grande que um dia parece pequeno para se fazer tudo. Apesar de ter muitas coisas interessantes não deixa de ser caríssimo e os milhares de turistas que permanecem no seu interior (90% americanos) são deveras irritantes com os seus constantes gritos “oh My GOD” para qualquer coisa que vissem seguidos de comentários tudo menos inteligentes como: “Is that alive” para qualquer animal.
Anfiteatro
Tartaruga (esquerda), Medusa (centro) e Cavalo Marinho (direita)
Tapir de Baird – tapirus bairdii (esquerda), Crocodilo (centro) e Jovem Iguana – stenosaura similis (direita)
Arara Escarlate – ara macao (esquerda) e Araras Militares – ara militaris (direita)
Papagaio – amazona autumnalis (esquerda) e Flamingo das Caraíbas – phoenicopterus ruber (direita)
| 18-06-2010 | Playa del Carmen |
| 19e20-06-2010 | Playa del Carmen-Cancun-Philadelphia-Madrid-Porto |
Sites a visitar:
Instituto Nacional de Antropologia e História - www.inah.gob.mx
Xcaret – www.xcaret.com
Resumo de Custos:
| Tipo | Global | p/ pessoa | Local | Global | p/ pessoa | |
| Avião | 1 719.70 € | 859.85 € | Quintana Roo | 500.23 € | 250.12 € | |
| Bus | 13.59 € | 6.79 € | Yucatan | 191.77 € | 95.88 € | |
| Comboio | 8.00 € | 4.00 € | Campeche | 82.28 € | 41.14 € | |
| Táxi | 63.78 € | 31.89 € | Tabasco | 22.95 € | 11.47 € | |
| Tour | 293.42 € | 146.71 € | Chiapas | 91.94 € | 45.97 € | |
| Ruínas | 231.74 € | 115.87 € | Filadélfia | 15.34 € | 7.67 € | |
| Alimentação | 123.62 € | 61.81 € | Madrid | 23.25 € | 11.63 € | |
| Alojamento | 254.87 € | 127.44 € | Guatemala | 187.20 € | 93.60 € | |
| Farmácia | 56.78 € | 28.39 € | México | 3 399.97 € | 1 699.98 € | |
| Requerdo | 20.51 € | 10.26 € | - | 82.28 € | 41.14 € | |
| Cambios | 55.33 € | 27.67 € | ||||
| Comunicações | 3.78 € | 1.89 € | ||||
| Carro | 695.65 € | 347.82 € | ||||
| Combustível (apenas) | 178.85 € | 89.42 € | ||||
| Diversos | 167.26 € | 83.63 € |
Desta vez não fizemos uma descrição detalhada da nossa viagem no entanto se precisarem de alguma informação adicional o nosso diário deve conter tudo o que a nossa memória não recorda.