sábado, 3 de outubro de 2015

Pico: PR7PIC – Caminho das Voltas … 2X

Quase um ano depois voltámos a realizar este percurso, agora na sua totalidade e logo duas vezes no mesmo dia.

Só o facto de se organizar um passeio é razão suficiente para nos fazer alinhar na iniciativa, mas quando a organização parte do Geoparque sabemos sempre que nos será facultada muita informação interessante sobre a formação geológica dos locais por onde passamos, assim como relatos históricos, fauna e flora… como tal não podíamos perder esta oportunidade.

Havendo limite de inscrições, infelizmente nem todos os interessados no passeio puderam participar nesta iniciativa. No entanto, como desse grupo constavam alguns amigos, estes pediram-nos, juntamente com outro companheiro, que repetíssemos a caminhada, transmitindo o que nos fosse possível da informação adquirida umas horas antes... aceitámos com muito gosto.

Assim, após um semana muito chuvosa e com previsões de continuação para os dias seguintes, tivemos uma janela de bonança especialmente encomendada para que tudo corresse de feição.

Pela manhã reunimo-nos com o grupo e fomos descendo desde o miradouro da Terralta até Santo Amaro. Pelo caminho já algumas castanhas e, junto ao mar, além das habituais comestíveis perrexil, beldroegas e  espinafres, tivemos oportunidade de observar a “irmã” da especial flor da cratera do Pico, silene uniflora, esta também endémica mas a uma escala um pouco maior, os Açores.

IMG_8121IMG_8122IMG_8101
Caminho (esq. e centro) e Ribeira (dir.)

IMG_8104IMG_8114IMG_811912064273_10153127679506720_879921402_n
Vinha (esq.), Costa Norte (centro) e Silene Uniflora (dir. – foto cedida por José Costa )

Terminado o percurso foi tempo de apenas almoçar algo e reunir com o novo grupo para repetir a dose…

sábado, 26 de setembro de 2015

Pico: PR4PIC – Subida ao Pico

Com a inscrição no curso de guias da Montanha do Pico, este tornou-se um ano recheado de subidas, de tal modo que quase duplicámos o número que tínhamos anteriormente, sendo que atualmente são 17 para o Nuno (8 este ano) e 14 para a Mónica (7 este ano)

Não há muito mais para falar sobre o trilho em si mas como nunca há duas subidas iguais (as nuvens, a luz o mar…) aproveitamos para apresentar mais algumas fotos, nomeadamente da rara silene uniflora craterícola, planta endémica da Montanha do Pico que floresceu durante este verão.

Subida 23-05-2015
IMG_7135IMG_7136IMG_7145IMG_7236

Subida 14-08-2015
IMG_7467IMG_7469IMG_7506
São Jorge e Terceira (esq.) e São Jorge e Graciosa (centro e dir.)
IMG_7502IMG_7526IMG_7494
Cratera (esq.), estação meteorológica (centro) e Silene Uniflora Cratericola (dir.)
IMG_7515IMG_7512IMG_7507
Faial

De salientar e louvar também a atividade de limpeza da Montanha promovida pelo Geoparque que, apesar de não ter tido a aderência expectável de voluntários, tendo em conta a importância da montanha para o turismo local, serviu pelo menos para deixar a cratera um pouco mais limpa do que a encontrámos no início do Verão.

Subida 19-09-2015
IMG_8064
Limpeza

Por oposição lamentamos o estado de algumas partes do trilho e zonas próximas devido ao crescimento exponencial de subidas nos últimos anos. A passagem de visitantes algo incautos gerou a degradação de alguns troços e a abertura indevida de muitos caminhos secundários, com prejuízo direto para a flora local, além de estes poderem fazer com que outros se possam equivocar na subida.

Mais virão… e sempre diferentes

sábado, 12 de setembro de 2015

Pico: Ribeirinha – Trilho da Rocha

No único mês do ano em que o Município das Lajes não agendou nenhum passeio, tivemos a feliz surpresa de um trilho organizado pela junta de Freguesia da Ribeirinha com pic nic no fim.

Juntámo-nos todos pelas 9:30 no centro da freguesia, onde começámos por visitar duas casas museu. A casa, devidamente restaurada, contém todo o tipo de mobiliário e utensílios utilizados no passado nas suas diferentes divisões: a cozinha, a casa de banho, os quartos, a sala e uma oficina de sapateiro. Ao lado um carro de bois em muito bom estado na sua guarita. Mais acima outra casa com uma atafona completa com todo o equipamento para processamento do milho, movido a força animal. A presença de locais no grupo com bastante experiencia de vida enriqueceu em muito a visita, com dados sobre o funcionamento dos utensílios, curiosidades sobre as casas e os seus moradores, recordações do passado.

IMG_7921IMG_7923IMG_7933
Museu (esq.), Alfaias Agrícolas (centro) e Atafona (dir.)
IMG_7934IMG_7947IMG_7948
Oficina Sapateiro (esq.) e Casa de Banho (centro e dir.)

Visitado o museu seguimos para o passeio propriamente dito. Dirigimo-nos até ao miradouro do Alto dos Cedros, onde já tínhamos passado uns meses antes aquando da realização do PR18PIC Nove Canadas da Ribeirinha. Embora o tempo estivesse bom, não estava o suficiente para conseguirmos ver a montanha descoberta, em todo o caso a vista compensa.
Aquando da nossa passagem anterior perguntavamo-nos onde daria um trilho de pé posto que seguia daqui com uma descida com grande pendente. Tinha uma vedação na altura por isso acabámos por não explorar... ora era mesmo por aí que agora seguia o percurso previsto, até onde antigamente se cultivava vinha e como tal tinha as respectivas adegas para processamento da uva.
Todo o caminho foi arranjado propositadamente para este evento, em todo o caso a forte pendente e o piso bastante escorregadio tornavam a caminhada algo perigosa. Algo que não impediu termos no grupo idades desde os 4 aos 77 anos. Os mais velhos com muitas recordações destes locais, por onde terão passado dezenas, senão centenas de vezes, com cestos de uva, figos, maçãs, laranjas, castanhas e lapas às costas. Se sem grande peso a movimentação não era fácil, então com uma cargas destas como seria...
Atualmente e para quem não conheceu, vendo a floresta densa de grandes incensos, é difícil imaginar que desde a cota do trilho até à costa estava tudo trabalhado com vinha ou pomares. Aqui e ali, por entre os incensos, uma figueira, um castanheiro, uma parreira com mais de 6 metros de altura trepando pelas árvores em busca do sol, agora plantas selvagens, mas que corroboram as histórias. Visitámos algumas ruínas das adegas, todas sem tecto mas algumas ainda com a cisterna, o lagar e as respectivas pedras de compressão, também algumas pias escavadas na própria rocha.

IMG_7953IMG_7963IMG_7964IMG_7974
Vista do Miradouro do Alto dos Cedros (esq.), Prova da água da cisterna (centro esq.), Ruína (centro dir.) e Floresta (dir.)
IMG_7968IMG_7969IMG_7978
Pequeno Lagar (esq.), Vista de Miradouro criado a meio do percurso (centro) e Regresso (dir.)

Uma curiosidade relativamente a este local tem a ver com a sua localização que em determinada altura do ano não recebe luz solar, pelo que aquando do aparecimento da filoxera (doença da vinha que dizimou a quase totalidade de vinha tradicional produzida no Pico, castas arinto e verdelho), as vinhas deste local ficaram protegidas e continuaram a produzir normalmente, enquanto por toda a ilha as colheitas eram praticamente nulas por morte das plantas.

Deram-nos indicação da existência de muitos antigos trilhos por ali, que chegavam à costa e daqui seguiam para Santo Amaro ou que, seguindo por onde estávamos intersectariam o Caminho das Voltas PR7PIC, em direção também a Santo Amaro.
Nós ficámos muito interessados, mas melhor que isso, os próprios funcionários da junta e outros locais demonstravam esse interesse em encontrar esses caminhos e abri-los novamente... tendo sido sugerido novo passeio para o São Martinho com descida até à costa.

No fim do percurso o prometido pic nic, oportunidade para conhecer mais alguns dos nossos vizinhos da ribeirinha.

Resumindo foi um dia muito bem passado, 5km caminhados, com muita informação nova e a visita a um local com muitas histórias para contar. Estão no entanto alguns quilómetros e muitas adegas por descobrir. Em todo o caso convém relembrar que não se trata de um trilho marcado (apenas o está até ao miradouro do Alto dos Cedros) e como tal não é aconselhável aventurarem-se sozinhos, principalmente porque o terreno é instável e com ventos ou chuvas fortes podem cair rochas e árvores, vedando a passagem.

sábado, 8 de agosto de 2015

Pico: Lagoa do Paul-Lajes

Como prometido, o trilho previsto para o fim de Junho foi reagendado para o inicio de Agosto esperando-se desta vez bom tempo. Assim foi, desta vez conseguimos adicionar ao grupo de caminhantes o nosso voluntário italiano e um Couchsurfer alemão de visita ao Pico.

Chegados à Lagoa do Paul iniciámos a descida, contornando um pouco desta até termos visão privilegiada para a montanha que, apesar do bom tempo, apresentava uma nuvem que não nos deixava ver o piquinho.


Lagoa do Paul (esq.), Planalto Central (centro) e Cedro-do-Mato – juniperus brevifolia (dir.)

Começámos com terreno bastante irregular, com lama e tufos de relva, cruzando grotas e fomos descendo principalmente por pastagens (com a devida autorização dos proprietários, solicitada anteriormente).

A espaços o piquinho foi aparecendo, sendo prontamente alvo de fotos. Um pouco mais abaixo começou-se a ver a fajã lávica das lajes, devidamente enquadrada geologicamente pelo nosso guia.


Castelete (esq.) e Marina das Lajes (dir.)

continuámos a descida entrando no final no Trilho do Touril, uma canada vertical muito bonita, uma escadaria que parecia não ter fim.

IMG_7420IMG_7421
Pico (esq.), Vaca (centro) e Trilho do Touril (dir.)

Chegámos por fim à Ribeira do Meio junto da antiga fábrica da baleia, onde fomos brindados pelo nosso guia com uma bebida refrescante, terminando um pouco mais à frente o percurso, à entrada das Lajes do Pico.

Foi um trilho muito bonito com vistas fantásticas para a montanha e para as Lajes, mas também com passagens por canadas muito bonitas. Valeu a pena esperar pelo reagendamento. Infelizmente o gps ficou em casa e como tal não há registo do trajecto realizado… há que fazê-lo de novo para podermos partilhar. Em todo o caso mais uma vez relembramos que o percurso que fizemos passa por propriedade privada e como tal há que solicitar autorização por parte dos proprietários.

sábado, 27 de junho de 2015

Pico: PR17PIC Trilho Quintas e Ribeiras (alternativa curta)

Desde a última publicação sobre uma subida ao Pico, voltámos lá ao cume mais algumas vezes nos dias 23 e 31 de Maio, 23 de Junho  e 20 de Julho (4 vezes as Mónica e 3 o Nuno), sendo que os nossos números estão em 12 subidas para a Mónica e 13 para o Nuno.

Em contrapartida não houve passeio mensal do Município das Lajes do Pico em Maio e tivemos que esperar quase até ao fim de Junho por nova atividade, mas a espectativa era muita pois previa-se uma descida desde a Lagoa do Paul até às Lajes.

Como já devem ter reparado pelo título, algo correu mal, no dia previsto o tempo pregou-nos uma partida. Era o primeiro passeio de Verão e curiosamente o primeiro do ano que teríamos de alterar os planos.

Reunidos todos os participantes fomos informados das mudanças mas apesar de tudo a alternativa era um passeio também por nós desconhecido.  Iríamos então fazer a parte leste do Trilho Quintas e Ribeiras (entre a Ribeira Seca e Santa Cruz), com algumas alterações, com uma extensão de 5,5 km.

Começámos a caminhar na Ribeira Seca, junto ao Placard informativo do percurso marcado, descendo e caminhando pela antiga estrada regional, sem descer ao lugar da Aguada e como tal saindo das marcas.

Para contrariar o calor, alguns aguaceiros esporádicos, cada vez com maior intensidade nos foram refrescando.

Passámos por caminhos muito bonitos, no meio da vegetação que nos protegia das gotas, sem nos apercebermos da proximidade à atual estrada regional, um pouco mais acima. Pelo meio algumas ribeiras, à data sem água mas com relevos interessantes, dando para imaginar cascatas caso tivessem caudal.

IMG_7271IMG_7272IMG_7274
No meio da vegetação e tão perto da estrada

Acabámos junto à casa dos botes de Santa Cruz onde nos despedimos ficando a promessa, se o tempo não voltar a fazer das suas, de nova tentativa para a descida desde a Lagoa do Paul até às Lajes… prevista para o início de Agosto.

Esta foi a versão curta do trilho Quintas e Ribeiras que realizámos, com um pouco mais de 4km:

Em todo o caso, e dadas as condições atmosféricas verificadas, foi uma tarde bem passada e foi uma alternativa muito bem escolhida… da nossa parte havemos também fazer um dia todos os 12,5km do PR17PIC Quintas e Ribeiras.

Para quem o quiser fazer já, aqui fica o link oficial do mesmo: http://trilhos.visitazores.com/pt-pt/trilhos-dos-acores/pico/quintas-e-ribeiras (aparece como fechado pois deixou de estar homologado mas ainda é possível seguir as marcas e realizá-lo com alguma precaução). Fica também o traçado no wikiloc realizado por um visitante, já após este ser dado como “fechado”.

domingo, 17 de maio de 2015

Pico: PR4PIC – Subida ao Pico

Depois de 3 subidas ao Pico num curto espaço de tempo, no passado mês de Junho de 2014, chegámos a planear mais algumas, mas nunca as concretizámos.

Ao mesmo tempo que esperávamos lá voltar, esperávamos também pela realização do curso de guias de montanha… a espera compensou e quase um ano depois voltámos ao ponto mais alto de Portugal, a 10ª vez para o Nuno e a 8ª para a Mónica, mas a primeira vez que o fizemos durante o dia.

Juntamente com os restantes formandos e instrutor fomos caminhando lentamente, ora guiando, ora sendo guiados. Saímos da Casa da Montanha pelas 9:30, em ritmo de aquecimento até à Furna Abrigo (10:00), seguindo após curta pausa a ascensão. Pelas 13:15 chegámos à cratera, subindo desde logo o piquinho antes de voltar à cratera para almoçar e repor energias. Iniciámos a descida pelas 14:55, estando de volta à Casa da Montanha pelas 18:10.

O tempo ajudou nas vistas mas o Sol fez-se sentir intensamente, fazendo-nos recorrer à água em maior quantidade que todas as outras vezes.

Pela primeira vez nem vimos o nascer do Sol nem o pôr do mesmo mas mais uma vez conseguimos ver a Terceira.

Ficam algumas fotos e venha a próxima… já na próxima semana…

IMG_7115
Vista à entrada da Cratera

12
Os futuros Guias de Montanha (esq.) e Rumo ao Piquinho (dir.) – Fotos de Pedro Silva (https://www.facebook.com/FotografiaByPedroSilva), publicadas com consentimento do autor

domingo, 26 de abril de 2015

Pico: PR18PIC 9 Canadas da Ribeirinha

Características do Percurso (adaptado de http://trilhos.visitazores.com)

“Ilha: Pico; Dificuldade: Fácil; Extensão: 10,0 Km; Tempo: 4h00m; Tipo: Linear

O “Trilho Nove Canadas da Ribeirinha” inicia-se no Caminho da Atalhada, onde é possível ver marcas das rilheiras dos carros de bois utilizados até há poucos anos.
Vire à esquerda ao pé da estrada de asfalto, fazendo um desvio na Canada da Rocha, para visitar o miradouro do Alto dos Cedros.
Vire à esquerda na estrada, e entre no Caminho da Quebrada, seguindo depois para a Canada dos Vais. De regresso ao centro da freguesia, siga pela estrada principal e entre adiante na Canada da Ladeira. No final da mesma, vire à esquerda, e entre na Canada do Mar à direita. Esta Canada leva-o até ao Porto da Baixa, uma zona balnear e de lazer. A zona da Baixa é caracterizada pelas adegas típicas e currais de produção de vinha.
Siga pelo caminho junto ao mar e, no final, entre na canada à direita. Ao chegar ao caminho, vire à esquerda e entre na canada seguinte à esquerda.
Ao chegar à costa (Ponta das Trombetas) vire à direita e siga em cima do campo de lava até ao porto do Calhau, já na freguesia da Piedade.
No final do trilho encontra uma importante bolsa de Azorina vidalli. Aqui tem a opção de seguir pelo PR3 PIC, até à Manhenha.
Direitos de Autor: Gerbrand Michielsen”
retirado de http://trilhos.visitazores.com/pt-pt/trilhos-dos-acores/pico/nove-canadas-da-ribeirinha
, onde também consta para download o mapa do mesmo em carta militar e o ficheiro para gps.

Dada a proximidade com a nossa casa chegámos a programar este trilho por várias vezes, inclusivamente a referir há alguns meses atrás que seria o nosso próximo passeio, no entanto, fomos sempre adiando, mas desta vez chegou a oportunidade.

Começámos no Miradouro da Terralta, portanto um pouco antes do início oficial do trilho marcado aproveitando para começar o dia com geocaching. Daqui seguimos até entrar no Caminho da Atalhada, que descemos ora entre árvores ora entre pastagens até atingir novamente o asfalto, onde desviámos para o miradouro do Alto dos Cedros, com uma vista fantástica.

IMG_7020IMG_7022
Miradouro Terralta (esq.) e Início do Trilho (dir.)
IMG_7038IMG_7041
Caminho da Atalhada
IMG_7043IMG_7053IMG_7059
Flor (esq.), Canada da Rocha (centro) e Miradouro Alto dos Cedros (dir.)

Continuamos a descer até atingir o Centro da Freguesia, aproveitando para fazer uma visita aos nossos amigos Oleiros Holandeses do Barro&Barro e finalmente seguimos na direção da Baixa onde terminámos o percurso, não sem antes fazer novo desvio para procurar nova cache.

Não realizámos todo o trilho pois terminámos em casa, além de que o par de quilómetros restantes já tinham sido percorridos aquando da realização do Trilho da Ponta da Ilha.

Talvez por não termos lido a informação antes, não tínhamos grandes espectativas relativamente a este trilho, no entanto surpreendeu-nos muito pela positiva… a vista dos miradouros, a quantidade de plantas comestíveis no caminho, as flores, os bosques. Lamentamos apenas o estado do Caminho da Atalhada onde não parece haver grande manutenção, correndo o risco de ser tomado pela natureza em pouco tempo.

Como já há muito tempo não fazíamos um trilho por nós, aproveitámos para passear com mais calma, apreciando tudo e tirando fotografias, levando quase 5 horas para percorrer os 8km realizados.

No fim, a Mónica teve de voltar ao início, subindo de bicicleta até à Terralta para trazer o carro de volta.