terça-feira, 29 de maio de 2012

América do Sul - Take 5/13 - Colômbia - Parte VII - Bogotá

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2012/05/18

As 8 horas de autocarro previstas entre Armenia e Bogotá estenderam-se até às 11 e chegámos à capital às 22:30. Pelo menos, durante o dia, as vistas foram incríveis (é nesta altura que nos pedem fotos mas, como já referimos, ou não ficam grande coisa por serem tiradas em movimento, ou nem as tiramos para não gerar a cobiça pela nossa máquina fotográfica por parte de outros passageiros, pois os roubos aparentemente são frequentes).

Ainda em Salento tínhamos visto que o nosso anfitrião teria tido um imprevisto, tendo de trabalhar no fim de semana e como tal não tínhamos onde ficar. Ligámos para confirmar a situação e seguimos de táxi para um hostel que o nosso guia aconselhava. Este estava cheio por isso procurámos outro e acabámos por ficar mesmo em frente ao primeiro, no Hostel Candelaria. Como curiosidade salientamos a eficiência e segurança do sistema de táxis no terminal... ainda dentro do terminal, passa-se por um posto de atendimento onde se diz para onde se vai e automaticamente nos é dada uma factura com o valor a pagar pela viagem, assim como referencias do veículo (matrícula), para que não haja dúvidas em qual devemos entrar. Assim, não se corre o risco de apanhar um táxi não oficial (pois só entram no parque os oficiais), nem da necessidade de negociar preços e muito menos de andarmos posteriormente às voltas pela cidade com o taxímetro a contar.

Aqui aproveitámos a net para tentar arranjar sofá para as noites seguintes.

O nosso objectivo seria passar dois dias na cidade e outro um pouco mais a Norte para visitar outra cidade, Zipaquirá, onde se encontra o parque do sal, mas principalmente uma gigantesca catedral subterrânea de sal. Tentando fugir à confusão e sabendo que nos dois dias seguintes eram fim de semana, decidimos visitar Zipaquirá na segunda pois não teria nenhuma celebração e o museu do ouro (na capital) Sábado, pois Domingo é grátis (dia de enchente) e segunda está fechado.

2012/05/19

Não tendo obtido qualquer resposta relativamente a futura guarita decidimos ficar mais uma noite no mesmo Hostel.

De manhã demos uma pequena volta pelo centro da cidade. Logo no início fomos aconselhados a ter muito cuidado com a máquina... embora tudo nos parecesse  bastante seguro, nomeadamente pela elevada presença de militares, polícias e seguranças por todas as ruas... presumivelmente, dado o atentado que se tinha verificado 4 dias antes, as ruas envolvente ao palácio da presidência estavam totalmente vedadas.

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10:31 Residencias Calle del Sol: Complexo habitacional construído em antigo mosteiro (esq.) e 10:50 Iglesia del Carmen (dir.)

Fomos almoçar a um restaurante onde comemos um prato típico da região de Salento, onde tínhamos estado antes e não tínhamos tido oportunidade de provar: bandeja paisa. Se esta região nos tinha feito lembrar os Açores, o prato deu-nos a mesma sensação. Era constituído por feijoada (muito semelhante à dos Açores), arroz, arepas (semelhantes ao bolo de milho), entremeada derretida (torresmos e toucinho), chouriço de sangue (parecida com a morcela mas com hortelã), chouriço (linguiça), banana frita, abacate e ovo. Claro que só pedimos uma dose que ainda por cima vinha acompanhada de uma forte sopa de legumes e carne. Como bebida um sumo de Guanabana e como ambiente de fundo a final da liga dos campeões...

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13:52 Almoço: Sumo de Guanabana, Bandeja Paisa e Sopa típica

Tínhamos a tarde toda para visitar o museu do ouro, o maior da América do Sul com entradas inferiores a 1,5€. Tinham-nos dito que se visitava numa hora, 2 se fossemos com calma, mas apontámos serem necessárias 3 para podermos ler tudo e tirar fotos... mesmo assim acabaram por ser insuficientes e obrigar-nos a correr.

É um museu muito bem organizado e com uma enorme e fantástica coleção de peças principalmente de ouro, mas também prata, bronze, tumbaga (ouro + bronze), rocha, osso, pedras semi-preciosas, cerâmica... Aqui estão grande parte dos artefactos encontrados nas explorações arqueológicas por toda a Colombia, principalmente em Ciudad Perdida, Pueblito, San Agustin e Tierradentro (estes últimos dois ainda a visitar). Apresenta uma galeria inicial com a evolução dos processos de extração e museamento do ouro, outras com coleções de peças específicas de cada cultura, outras tendo como tema as atividades, a utilidade ou o simbolismo de cada grupo de peças e, no fim, uma sala circular, muito bem conseguida, com mais de 3000 peças de ouro, particularmente adornos corporais, que nos são apresentados com jogos de luzes durante 3 minutos.

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Processos de Fabrico: Martelagem e decalque

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Processos de Fabrico: Decalque e Corte - Instrumentos de trabalho (esq. e centro) e Adorno (dir.)

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Processos de Fabrico: Utilização de Moldes em Pedra - Molde (esq.) e Repetições de peças (centro e dir.)
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Processos de Fabrico: Banho e Raspagem (esq.); Utilização de moldes em cera (centro) e Moldagem de peças pequenas para posterior colagem/fusão (dir.)

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Erros e Detrioração: Reparaçaão de Peças com utilização de grampos de ouro (esq.) e oxidação (dir.)

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Peças Ornamentais: Figura cultura Tayrona (esq.); ornamentos faciais (centro); Máscara (dir.)

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Búzio forrado a ouro (esq.) e Sala dos ornamentos (dir.)

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Outros Materiais: Pedras Tayrona (esq.) e Múmia cultura Muisca (dir.)

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Outros Materiais: Cerâmica

Para o jantar (e almoço do dia seguinte) fizemos um frango estufado com arroz e batata e salada de tomate, queijo e  oregãos.

2012/05/20

Acordámos e tomámos o pequeno almoço (incluído no preço) nas calmas, até que quando fomos pagar mais uma noite nos disseram que estavam cheios e teríamos de fazer o check out até ao meio dia. Sabendo que o nosso primeiro suposto anfitrião chegaria do trabalho neste dia ainda tentámos lá ficar mas, presumindo que viesse cansado fomos para outro hostel que já tínhamos visto no dia anterior, por sinal mais barato... los Aventureros de la Candelária.

Voltámos a passear pela cidade, desta vez seguindo para Norte. No exterior de um dos mais altos edifícios fomos “convidados” a seguir sem tirar fotos por razões de segurança, devido ao atentado recente. Enquanto vagueávamos demos de caras com algo muito familiar... o nosso brasão e um painel de azulejos, ofertas do nosso estado a um anterior embaixador português em Bogotá.

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12:01 Iglesia Nuestra Senora de las Nieves (esq.), 14:28 Plaza Bolivar: El Capitolio (centro) e 14:58 Plaza Bolivar: La Catedral e Capilla del Sagrario (dir.)

Mesmo ao lado do McDonalds, onde parámos um pouco (apenas no exterior) para aceder gratuitamente à internet verificámos que uma grande quantidade de pessoas parava para tirar fotos sem nos apercebermos a quê. Depois de meia hora não resistimos e verificámos que o pilar do edifício tinha muitas placas em memória de Jorge Gaitan (ver post Ciudad Perdida) que terá sido assassinado naquele preciso local.

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12:36 Praça de Touros (esq.), 14:42 Brasão e Azulejo Português (centro) e 16:10 Local onde morreu Jorge Gaitan (dir.)

Outra curiosidade relativa a Bogotá é o facto de aos Domingos as principais artérias serem cortadas ao transito motorizado, vendo-se milhares de pessoas a passear-se e aos seus animais (grande quantidade de pitbull soltos, sem coleira ou açaime a correr pela cidade). No extremo oposto lamentamos o facto de 10 em 10 minutos vermos sem abrigo a pedir dinheiro para comer.

Os donuts foram novamente a nossa perdição e comprámos 6 diferentes para provar: Triple choc (de chocolate, com cobertura de chocolate e  pepitas); mani (cobertura de arequipe e amendoim); arequipe (tipo bola de berlim recheada com arequipe); miel (normal); choco fiesta (tipo bola de berlim recheada com chocolate); e choco (normal com cobertura de chocolate).

Voltámos às compras e fizemos strogonoff para o jantar e almoço do dia seguinte, que iria ser passado em Zipaquirá, a 50km a Norte de Bogotá.

quinta-feira, 24 de maio de 2012

América do Sul - Take 5/13 - Colômbia - Parte VI - Salento e Valle Cocora

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2012/05/15

Acordámos bem cedo, despedimo-nos do Alvaro e seguimos em direção ao Valle do Cocora, o que implicava pelo menos um bus de 7 horas até Armenia, outro de 1 hora até Salento e por fim um jipe de 35 minutos, sendo que o último parte pelas 16:00.

Em Armenia estivemos apenas o tempo necessário para mudar de bus... no entanto, uma vez que o primeiro autocarro saiu mais tarde e a viagem foi mais longa do que o esperado não conseguimos alcançar Salento antes das 16:00, pelo que foi necessário aí pernoitar.

Enquanto a Mónica aguardava na praça com as malas o Nuno foi investigar os hostels e parque de campismo da zona tendo a razão preço/qualidade ditado o hostel Angel como vencedor...

Depois de pousarmos as trouxas e acedido á net via WiFi, fomos dar um pequeno passeio para conhecer a vila, passamos na igreja, depois seguimos pela rua mais turística da zona, onde podemos encontrar diversos tipos de artesanato, restaurantes, cafés e no nosso caso ainda o Rob que tinha caminhado connosco no Salto Angel, na Venezuela, outra rapariga com quem passamos alguns dias no tour da Cidade Perdida e um alemão por quem tínhamos passado no último dia do mesmo tour. Estes surpreenderam-nos com a notícia de um atentado bombista responsabilidade das FARC que teria ocorrido em Bogotá, nosso próximo destino, que terá vitimado 2 pessoas. Subimos as escadas em direção ao miradouro onde podíamos apreciar uma panorâmica sobre toda a vila de Salento.

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17:19 Quarto no Hostel Angel (esq.), 17:25 Igreja de Salento (centro) e 17:31 Rua mais turística de Salento (dir.)

Tivemos tempo ainda para comprar alguns legumes para os dias seguintes e jantar num tasquinho com comida da zona, os pratos escolhidos foram: o menu do dia composto por uma taça de feijões e um prato com arroz, banana frita, carne grelhada e salada, acompanhados de um sumo natural de goiaba; e patacon com carne, basicamente uma base composta por banana frita com carne picada por cima.

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19:17 Fantástico escaravelho no restaurante (esq.), 19:20 Prato do dia (centro) e 19:24 Patacon con Carne (dir.)

Depois, horas de ir para o hostel aproveitar a net para atualizar a escrita e tentar avisar que não estávamos perto do local do atentado antes que as notícias chegassem via telejornal (a Colômbia deve ter tão má reputação em Portugal que, mesmo sendo uma má notícia, normalmente alvo de capas de jornais, não teve aí grande cobertura: http://www.rtp.pt/noticias/index.php?article=554118&tm=7&layout=122&visual=61), preparar as malas para os dias seguintes e descansar.

2012/05/16

Levantámo-nos cedo para ir comprar pão e estar na praça junto aos jipes antes das 7h30, hora em que saem os primeiros. Pelo meio tivemos algumas dificuldades em convencer a recepcionista do hostel em deixarmos lá as mochilas grandes até que voltássemos do vale...

Seguimos até ao Valle Cocora (3000 COP) numa pequena viagem de cerca de 30 minutos. Chegados lá comprámos o mapa possível do local (1000COP), bastante fraco mas, único meio de orientação no local pois continuamos sem conseguir carregar as pilhas do GPS.

Partimos por conta própria na companhia do alemão seguindo as indicações de um guia do parque. A paisagem é dominada por pastagens e plantações de café (do aclamado melhor café do mundo) pertencentes a quintas com impressionantes palmeiras que podem atingir os 60 metros, chamadas Palma de Cera, árvore nacional da Colômbia.

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08:00 Transporte de Salento ao Valle Cocora (esq.), 08:11 Panorâmica Valle Cocora (centro) e 08:32 Palma de Cera (dir.)

Depois de muito subirmos não tínhamos muita certeza de onde estávamos, mas por sorte passou um local a cavalo que nos esclareceu e deu indicações até ao primeiro ponto de paragem, denominado La Montana. Basicamente uma casa de montanha com muitas flores na sua envolvente, que por sua vez servem de banquete para muitos, mesmo muitos, colibris de várias diferentes espécies. Aqui estivemos pelo menos meia hora apreciando os minúsculos pássaros que passavam mesmo ao nosso lado.

Daqui descemos em direção a Acaime, uma quinta onde planeávamos passar a noite, separando-nos do alemão que iria continuar a caminhar para depois volver no próprio dia a Salento. A entrada na quinta é paga mas, por menos de euro e meio, temos direito a um chocolate quente ou um café ou uma água panela com queijo. A escolha da Mónica foi o primeiro e a do Nuno a última. Como estava na hora disso, aproveitámos o queijo para juntar aos pães, carne restante do jantar do Nuno e tomates e almoçámos no local. Se em La Montana havia colibris aqui eram às dezenas mas principalmente por existirem vários bebedouros com água e açúcar que estes muito apreciam.

A literatura sobre o local refere existirem pelo menos 7 espécies residentes de colibris, das quais tivemos oportunidade de observar pelo menos 5 (que conseguíssemos distinguir).

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Colibris: 10:15 (esq.), 10:17 (centro) e 10:21 (dir.)...
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e mais Colibris: 11:45 (esq.), 11:48 (centro) e 12:52 (dir.)...

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e ainda mais um Colibri: 13:07

Nesta quinta estavam alguns moradores da quinta seguinte (Estrella del Agua) que, não muito discretamente, tentaram convencer-nos a caminhar mais um pouco, de modo a pernoitar nesta em detrimento de Acaime. O facto de ser mais barato, ser possível a utilização da cozinha, a proximidade a locais que queríamos visitar no dia seguinte e a simpatia das pessoas foram argumentos suficientes para mudarmos os nossos planos e fazer-nos ao trilho novamente, para mais duas horas de caminhada, quase sempre a subir, ultrapassando a barreira dos 3000 metros de altitude.

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11:33 Borboleta (esq.), 13:00 Mielero (centro) e 13:33 Pavo (peru) Selvagem (dir.)

O acampamento, se se pode dar esse nome, não tinha grande aspecto ou condições, nem colibris, mas o que nos foi prometido verificou-se e apenas necessitávamos de algo onde pudéssemos estender as nossas hamacas.

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14:20 A caminho de Estrella del Agua (esq.) e Galinha e Galo em Estrella del Agua 15:41 (centro) e 2012-05-17 15:28 (dir.) respectivamente

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Estrella del Agua: 17:45 Cozinha (esq.) e Armazém/Barraco/Dormitório: 18:47  (centro) e 2012-05-17 15:38  (dir.)

Para o jantar fizemos massa com atum, acompanhado de uma  salada de tomate, queijo (comprado em Acaime) e oregãos.

2012/05/17

A noite não foi muito bem passada principalmente pelo facto de dormirmos num barraco sem porta a 3120 metros de altitude, com vento no exterior e nas proximidades de montanhas nevadas. Ainda não refeita de uma constipação e com o acréscimo do efeito da altitude, a Mónica não se sentia muito bem mas, não foi o suficiente para alterarmos os nossos planos... Saímos pelas 7:45 para o que prevíamos (apenas uma estimativa a olho tendo em conta o nosso mapa) ser uma caminhada com mais de 20 km e onde atingiríamos os 3800 metros de cota, com possibilidades de alterações consoante o nosso desempenho.

A nossa anfitrã deu-nos as primeiras indicações e depois seria apenas seguir as placas indicativas. Foi assim nos primeiros 2,9km mas depois o nevoeiro e a fraca qualidade das indicações, juntando ao nosso estonteante ritmo de 1,5 km/hora (dadas as condições físicas da Mónica), fizeram com que tivéssemos de alterar os nossos planos e voltar para trás, após passarmos o ponto mais alto (Cerro La Virgen) e chegarmos à Laguna La Virgen (um charco com 20m de diâmetro),  não fazendo mais do que 10 km no total. No entanto, pelas distâncias que nos eram apresentadas nos placards, o percurso que prevíamos ter 20km, deverá ter pelo menos 28km.

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10:27 Escaravelho (esq.) e 11:12 Vegetação rasteira (dir.)
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11:13 Laguna La Virgen (esq.), 12:15 Valle Cocora (centro) e 12:18 Ponto mais alto do percurso (dir.)

Para o jantar mantivemos o atum e a salada na ementa, substituindo a massa por arroz de cenoura e antes de dormir (tentar dormir, no caso da mónica) observámos os relâmpagos no horizonte.

2012/05/18

Depois de mais uma noite de muito frio levantámo-nos pelas 5:30 pois tínhamos um longo dia pela frente até chegarmos à capital, Bogotá: 9,1km a pé, com tudo às costas, até à entrada do Vale, 30 minutos de jipe até Salento, 1 hora de bus até Arménia e mais 8 horas de bus até Bogotá.

O caminho de regresso foi feito por percurso diferente da ida, agora junto ao rio Quindio, com a passagem de algumas pontes suspensas de madeira. Pelo caminho observámos ainda algumas tumbas.

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08:06 Ponte suspensa (esq.), 08:31 Valle Cocora (centro esq.), 08:33 Mónica e o famoso pau... a pedido de alguns (centro dir.) e 08:45 Açores??? ou Colombia??? (dir.)

Ponte suspensa no Valle Cocora

Estivemos por esta zona 3 dias mas bem que poderíamos ter estado mais de uma semana... há muito trilho para percorrer e estamos muito perto de montanhas nevadas que podem ser visitadas... por curiosidade esta zona é apelidada de Alpes Colombianos mas em muitas coisas nos fez lembrar os Açores.