domingo, 8 de abril de 2012

América do Sul - Take 3,5/13 - Guiana-Brasil-Venezuela

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2012/04/06

Cerca das 09:00 partimos a pé de Lethem, na Guiana, seguindo as indicações de vários locais mas o que seria o caminho mais curto para chegar ao Brasil não foi bem o melhor. Acabámos por entrar no Brasil sem passar nos serviços de fronteira da Guiana e como tal sem carimbar a nossa saída deste país, o que nos poderia trazer alguns problemas. Assim sendo e como também nos disseram ser difícil cambiar dólares Guianeses no Brasil tivemos de voltar à Guiana... à vez... a pé... para  regularizar a situação.

Com a casa às costas caminhámos alguns quilómetros debaixo de sol abrasador até chegar a Bonfim onde partia o autocarro para Boavista.

Às 14:30 saímos, chegando às 15:55 ao terminal onde comprámos bilhete e partimos para a fronteira com a Venezuela, numa viagem de mais 3 horas e meia. Durante esta viagem tivemos a sorte de ver, sem conseguir fotografar, dois enormes ursos formigueiros. Chegámos a Pacaraima pelas 20H00, hora em que já não funcionam os táxis brasileiros. Teríamos assim de passar a noite ou esperar por um táxi venezuelano. No entanto, embora a fronteira estivesse aberta só poderíamos carimbar o passaporte no dia seguinte. Com sorte conseguimos carimbar a saída do Brasil, mas seguimos para Santa Helena de Uairén na Venezuela sem dar entrada no país... até à manhã seguinte.

Procurámos a hospedagem Michelle (mais barata de acordo com o Lonely Planet) que já se encontrava cheia, bem como as hospedagens mais próximas... no entanto, parece que a primeira tem novas instalações uns metros mais ao lado acabando por nos conseguir um quarto, por sinal muito espaçoso e limpo... já ficámos em bem pior por mais dinheiro.

América do Sul - Take 3/13 - Guiana

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2012/04/04

Após uma longa viagem de Paramaribo que incluiu 2 autocarros e um ferry para cruzar a fronteira, chegámos a Georgetown, capital da Guiana. Tínhamos algumas, senão muitas, espectativas no que poderíamos cá fazer, mas logo de início uma grande decepção... a cidade parece um esgoto e uma lixeira a céu aberto... mesmo junto a edifícios governamentais vê-se lixo em todo o lado e o cheiro a fossa é constante... e estamos na capital.

Tirámos poucas fotos e as que tirámos do lixo não são representativas da realidade pois não nos atrevemos a sacar da máquina em muitos dos sítios. Um dos quais corresponde às ruínas de um edifício comercial que deve ter ardido por completo poucos dias antes, onde se viam dezenas de pessoas a pilhar os escombros, retirando tudo o que se possa imaginar, e uns metros ao lado outros já vendendo os mesmos produtos chamuscados.

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2012-05-04 10:42 Centro de Georgetown

Deixadas as coisas, no hostel YWCA (não confundir com a música dos village people) mais barato da cidade (pela primeira vez não arranjámos sofá), fomos ao posto de informação turística mas as nossas piores espectativas confirmaram-se... há muito que fazer mas apenas inserido em tours que custam pelo menos 100€ por dia... há muito mais que fazer noutros países... fomos procurar uma agência de autocarros, para reservar bilhetes até à fronteira para o dia seguinte... optando pela P&B na Church Street (apontada pelo posto de turismo, uma vez que seguindo o Lonely planet fomos dar às ruínas de um edifício onde supostamente deveria funcionar a Intraserv, que não encontrámos em qualquer outro lugar).

Já tarde e dado o sentimento de insegurança, acabámos por jantar apenas umas sandes no hostel.

2012/04/05

Uma vez que tínhamos de esperar pelas 17:00 para apanhar o bus fomos visitar algumas das principais atrações turísticas da cidade, tentando minimizar um pouco o choque inicial... de facto existem algumas bonitas construções em madeira, tal como em Paramaribo. Mesmo assim, pelo que vimos, não parece que estes durem muitos anos pois estão muito degradados. Também é muito interessante a quantidade de vida selvagem na cidade, com preponderância para as aves: pelo menos 3 espécies de garças, outras tantas de águias, íbis e muitos outros. No entanto, presumimos que esta abundância se deve apenas ao lixo existente e aos canais de água semi estagnada, pejados de minúsculos peixes e mosquitos... até vimos um rato morto a boiar em frente aos correios.

Note-se que visitámos a cidade em dias normais mas, agora na Páscoa, são quatro dias seguidos sem trabalho, em que as pessoas não costumam cozinhar em casa e como tal, triplica a produção de lixo, com pouca ou nenhuma recolha... nem queremos imaginar como estará na Quarta de manhã.

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Mercado Stabroek 09:05 (esq.) e 09:07 (dir.)
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09:58 Catedral St George (esq.) e 13:47 Paços do Município (dir.)

O melhor do dia foi o almoço, muito barato por sinal (menos de 2 euros os dois)... peixe com molho de queijo e arroz de legumes... aproveitando a sorte com a comida comprámos para a viagem 3 diferentes empanadas: carne, queijo e ananás. Passámos nos correios onde comprámos o único postal de aspecto menos sofrível e fomos para um posto de internet antes de apanhar o autocarro 94. Este, não passava de uma carrinha de 9 lugares...

Das 17:00 esperámos até às 18:40 até sairmos. Esperava-nos uma viagem de 9 a 12 horas dependendo das condições da estrada. Em época de chuva aponta-se para as 12 horas, mas como não estamos nessa época demorámos... 15 horas.

2012/04/06

Parámos mais de 10 vezes tendo de sair do carro e mostrar o passaporte, ainda com uma viagem de ferry pelo meio, chegando finalmente a Lethem. Tinham-nos dito que estava toda a gente  a ir para lá pois haveria rodeo mas era apenas no dia seguinte por isso nada nos prendia... perguntámos como passar a fronteira mas as más informações custaram-nos algumas horas de tempo perdido...

Como curiosidade, durante a viagem de autocarro acabámos por passar pelo meio dos parques e reservas naturais que tínhamos de pagar balúrdios para visitar. Passámos zonas de selva e de savana.

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03:44 No ferry... (esq.), 07:07 Numa das muitas paragens ... (centro) e 07:42 Savana (dir.)

Desembarque de ferry

América do Sul - Take 2/13 - Suriname - Parte II

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2012/03/31

Cerca das 7h00 saímos de casa da Elly, apanhámos o autocarro A linha 5 em direção ao centro da cidade, 500m a oeste do mercado encontrámos vários autocarros e carrinhas com destino a Brownsberg... optámos pela carrinha de um rapaz que nos pareceu simpático, que falava inglês e nos disse o preço regular (no entanto quase havia confusão com outro que nos tinha visto no dia anterior e tinha assumido que iríamos com ele, mas lá se resolveu).

Era suposto sair por volta das 9h00, mas as pessoas que esperava chegaram antes pelo que saímos 30 minutos mais cedo. Às 10h30 já nos encontrávamos na vila de Brownsberg, daqui faltavam cerca de 13km pela Reserva até ao acampamento  [link do trilho]... quase sempre a subir... esta parte poderíamos fazer em veículos da stinasu, mas era mais caro do que a viagem anterior de 110km, pelo que optámos por fazer a pé.

IMG_105711:00 A caminho do parque

Ainda fomos abordados pelo veículo da reserva a tentar negociar uma “boleia”, que não aceitámos... faltavam só 4km quando fomos novamente abordados, desta vez por duas carrinhas de caixa aberta 4x4 de uma agência de turismo, na primeira não aceitamos pois não tínhamos bem a certeza se era oferta ou nem por isso, mas o segundo motorista foi mais convincente... felizmente que aceitámos, pois os 4km seguintes eram reeeeealmente a subir... assim apoitámos na caixa da carrinha, que para além dos solavancos não fechava bem... numa das subidas bem íngremes além da dificuldade em nos agarrarmos também tivemos de agarrar a porta traseira e depois de esta se ter aberto totalmente (funcionando realmente como uma caixa aberta) tivemos de agarrar as coisas que estavam na caixa... lá atingimos entretanto uma zona ligeiramente mais plana e deu para avisar o condutor e dois dos turistas saíram para repor a normalidade. Já no lodge e depois de confirmadas as reservas, o primeiro motorista da agência, a quem tínhamos recusado a boleia,  perguntou se éramos 4, pois tinha visto um casal parecido connosco (basicamente nós) mas que não tinha aceite a sua oferta...

Como n123ão havia mais ninguém para dormir em hamacas deixaram-nos ficar numa cabana só para nós, onde montámos logo as nossas as redes preparando-nos para uma pequena caminhada, que acabou por ser mesmo a mais pequena pois já era tarde e um dos senhores do parque (o que nos queria fazer pagar a boleia) não nos aconselhou grandes voltas. Fizemos assim o Mazaroni Top [link do trilho], 15 minutos para cada lado com dois miradouros com vista para o lago Brokopondo.

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14:39 Gecko na nossa cabana (esq.), 15:38 Miradouro Mazaronitop (centro.) e 16:28 Lago Brokopondo visto do Miradouro Mazaronitop (dir.)

Os nossos aposentos

2012/04/01

Acordámos cedo, mas não tão cedo como o planeado, para tentar fazer 3 ou 4 dos 7 percursos marcados do parque. Tirando um percurso circular que faz a ligação entre o lodge e todos os outros, os percursos são todos lineares implicando portanto a ida e regresso pelo mesmo caminho. Primeiro fizemos o Ireneval (cascata Irene) que tem troço comum com o Leoval (cascata Leo), visitada no regresso do primeiro. De tarde conseguimos apenas fazer o Koemboeval (cascata Koemboe) [link dos trilhos]. Destas gostámos mais da terceira cascata, sendo que o acesso às duas últimas é fácil e um pouco mais difícil para a primeira dado o desnível de 300 metros a vencer.

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10:28 Somos tão pequenos... (esq.), 11:15 Ireneval (centro) e 12:28 Leoval (dir.)
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12:39 Leoval (esq.), 13:21 Miradouro com vista para a vila de Brownsberg (centro) e 15:59 Koemboeval (dir.)

Regresso da Ireneval

Quanto à fauna do parque podemos salientar as muitas espécies de batráquios e ainda o avistamento de uma espécie de macaco (Saki de face branca ou Saki das Guianas - pithecia pithecia), no regresso do Ireneval.

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Rãs: 2012-03-31 17:02 (esq.), 2012-04-01 09:35 (centro) e 10:18 (dir.)
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E mais rãs: 14:52 (esq.), 16:40 (centro) e 17:07 (dir.)
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13:03 Caranguejo

Saki de face branca ou Saki das Guianas - pithecia pithecia

Rã cornuda

As idas à casa de banho de manhã ou à noite no lodge eram de cada vez uma surpresa agradável, tal a quantidade de insectos e anfíbios que podíamos encontrar nas paredes brancas...

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Animais da casa de banho 8:22 Gafanhoto folha (esq.), 8:34 Rã (centro) e 8:36 Osga (dir.)
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Animais da casa de banho parte 2: 08:40 Borboletas

Gafanhoto

Ao jantar fizemos salsichas com um arroz de legumes que deu para algumas refeições seguintes.

IMG_137120:46 Jantar

 2012/04/02

Faltavam-nos apenas fazer 2 percursos, no entanto os maiores por isso foi necessário pôr-nos a pé bastante cedo. Chovia mas nada que nos impedisse de ir de manhã ao Witticreek [link do trilho] e de tarde ao Mazaronival [link do trilho]. A cara dos cuidadores do parque, a quem tínhamos de avisar das nossas incursões pela floresta, era de espanto aquando das nossas saídas para uma e outra visita debaixo de chuva, num mesmo dia. Parece não ser costume as pessoas passarem tanto tempo no parque, fazerem caminhadas à chuva (que até nos sabia bem dada a temperatura), ou fazerem mais do que um trilho por dia (apesar do maior nem ter 10km contando os dois sentidos). O Witticreek é um trilho simples e muito bonito acabando numa grande piscina natural onde se pode nadar. O Mazaronival é um percurso com um quilómetro final penoso, muito íngreme, escorregadio e cheio de obstáculos, chegando-se a uma cascata, na nossa opinião, bem menos interessante que qualquer das visitadas no dia anterior.

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10:55 Piscina Witti Creek (esq.) e 15:34 Mazaronival (dir.)

Uma vez mais os animais mais vistos foram as rãs que saltavam por todos os lados à frente dos nossos pés.

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Para juntar às anteriores... mais rãs 09:57 (esq.) e 10:06 (dir.)...
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às quais se seguem mais dois exemplares... 16:08 (esq.) e 2012-04-03 08:58 (dir.)

2012/04/03

No nosso último dia no parque não tínhamos nada planeado pois sabíamos dos 13km de regresso a Brownsberg. Levantámo-nos bem mais tarde que nos dias anteriores, arrumámos as coisas e fizemo-nos à estrada... mais uma vez sob o olhar de espanto do pessoal do parque... desta vez sem boleia mas sempre a descer.

Em Brownsberg arranjámos facilmente transporte para Paramaribo e já nesta cidade comprámos os ingredientes para fazer crepes e fizemos um pouco de sala com a nossa anfitriã enquanto víamos o Barcelona x Milão e falávamos de alguns jogadores do Suriname, nomeadamente Clarence Seedoorf, ídolo local, cuja escola de desporto passámos ao lado no regresso do parque.

Acabámos por nem dormir pois às 4H00 já estava o minibus à porta para nos levar em direcção à Guiana.

Deixámos assim o Suriname, país de extremos, onde talvez falte um pouco a campanha que tivemos em Portugal há alguns anos: “Todos diferentes, todos iguais”, uma vez que em alguns casos se recusaram a nos atender em lojas, ou até nos responder a questões ou ainda, mais comum, depois de estarmos num táxi colectivo, era difícil o motorista conseguir encher o carro pois ninguém queria viajar connosco...ah!! aqui também se passeia o pássaro...

terça-feira, 3 de abril de 2012

América do Sul - Take 2/13 - Suriname - Parte I

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2012/03/29

Por volta das 7:30 entrámos no Suriname via piroga, depois de carimbada a saída de terras francesas...

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07:31 Suriname à vista!

Fomos logo abordados por taxistas a nos propor viagem até à capital Paramaribo. Entretanto carimbámos o passaporte e o assédio continuou. Lá escolhemos um e entrámos no carro... quase uma hora depois andávamos ainda às voltas no mesmo sítio... já tínhamos o carro na lotação total mas os outros passageiros demoravam a se entender quanto ao seu lugar no carro, se iriam ou não, etc...

Foi uma longa viagem, mais de 3 horas para fazer 100 quilómetros numa estrada muito má.

Chegados a Paramaribo fomos ao centro procurar informações sobre os parques naturais, transportes e possíveis trabalhos de voluntariado. Nos primeiros casos resolvemos o que tínhamos a resolver, no último não encontrámos o que pretendíamos (era nossa ideia trabalhar 14 dias na contagem de tartarugas em desova na praia, de acordo com o referido no site da Stinasu, mas atualmente o programa está parado). Por entre períodos de calor e sol intenso apanhámos uma chuva torrencial.

Não visitámos grande coisa tendo apenas conseguido ver o exterior da grande catedral toda construída em madeira.

Embora já tivéssemos deixado as coisas na sua casa apenas ao fim da tarde conhecemos pessoalmente a nossa anfitriã Elly, que estava em casa em plenas explicações de matemática... mas também a ver umas séries na televisão... Só podemos dizer que é muiiiiiito expansiva na interação com o que se passa no grande ecrã... muito nos rimos com a comédia que estava a ver, mas normalmente apenas após cada uma das suas reações.

Facto curioso é que aqui as pessoas “jantam” entre as 13:00 e as 17:00, dependendo do horário de trabalho... supostamente não comem mais nada durante o resto do dia a não ser pão à noite... embora tivéssemos observado quem comesse bem... e não era pão...apenas não lhe chamavam jantar.

2012/03/30

O dia estava reservado para a visita à cidade e preparação de tudo para a nossa futura visita ao Parque Nacional de Brownsberg onde decidimos passar os 4 dias seguintes.

Da cidade podemos salientar como positivo os edifícios todos construídos em madeira, de beleza rara, com o seu exponente máximo a catedral da cidade.

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12:47 Edifício em madeira (esq.) 12:54 Ministério da justiça (centro) 12:57 Palácio presidencial (dir.)
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13:06 Moradia islâmica (esq.) 13:21 Habitação em madeira (centro) 10:45 Ruínas de um edifício (dir.)
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St Petrus en Paulus kathedral 20120329 16:03 (esq.) 20120330 11:56 (centro) 12:02 (dir.)

Outra curiosidade relativamente a religião prende-se com o facto das maiores Sinagoga e Mesquita (que tivemos a sorte de visitar apesar de ser dia de celebrações e como tal está fechada ao público) da América do Sul se encontrarem lado a lado em terrenos adjacentes.

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Mesquita 10:03 (esq.) 10:05 (centro) 10:16 (dir.)
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11:07 Sinagoga

Regressámos ao escritório da Stinasu para reservarmos a entrada e dormida no Parque Nacional de Brownsberg por 4 dias.

Almoçámos um mini menu no Burger King e ficámos por lá a tentar fechar os posts da Guiana Francesa.

Ao fim do dia fomos às compras para os dias seguintes (quer no mercado que visitámos de manhã, quer nos supermercados, há muito pouca oferta e parecem muito duvidosas as condições de armazenamento das coisas) .

De volta a casa preparámos o jantar para nós e fizemos um leite creme para todos provarem. A nossa anfitriã parece ter gostado de ambos mas as suas irmãs nem por isso...