domingo, 27 de novembro de 2011

Serra do Marão

Já a tínhamos cruzado várias vezes para ir para outros locais, já tínhamos inclusivamente lá estado para ver a neve, mas nunca tínhamos tido a oportunidade de caminhar no Marão, apesar da sua proximidade ao Porto.

Fizemos um percurso circular total de quase 17km, com ida e volta quase paralelas. Saímos de Lameira, seguindo na direção Nordeste, pela cumeeira, passando por Gavião, Pena Suar, Cruz das Moças, Barra e Monte do Velão, do qual baixámos até à EN304 perto do km159, saindo quase logo da mesma e regressando por um caminho quase paralelo que nos levou a passar bem perto do Alto de Espinho. 

[03]_Marao[06]_Eolica[09]_Marao
Bosque (esq.), Eólica (centro) e Fraga (dir.)
[13]_Marao[20]_Marao
Na cumeeira da serra (esq.) e Pasto (dir.)

domingo, 6 de novembro de 2011

Vouzela: PR4 Trilho da Penoita

Sem a presença da Mónica mas com um dos melhores amigos de infância, vindo de Lisboa, e prestes a voltar ao Pico, foi bom voltar a este percurso mais de 4 anos depois. Este foi o nosso primeiro percurso em Portugal Continental que tínhamos percorrido na companhia dos nossos agora habituais companheiros. Em todo o caso gostei mais desta vez que da anterior… se bem me lembro tínhamo-nos queixado da longa extensão do percurso (apenas 13km) e as pernas ficaram doridas por uns dias.

[06]_Dolmen_da_Malhada_do_Cambarinho
14:06 Dólmen da Malhada do Cambarinho

Para mais informações sobre o percurso podem consultar o nosso anterior post e o panfleto oficial do mesmo.

segunda-feira, 31 de outubro de 2011

Montalegre – Pitões das Júnias–Capela de São João

Estávamos de volta a Pitões para tentar fazer o que fora abortado pelo mau tempo, exatamente um ano antes. Aproveitando a disponibilidade do nosso companheiro Zé Emílio para nos acompanhar e a sua hospitalidade oferecendo casa para passar a noite, organizámos uma visita à Capela de São João no sábado e um passeio pela Serra da Cabreira no Domingo.

Esta caminhada começa em Pitões das Júnias, uma das aldeias mais altas (cerca de 1120m) e belas de Portugal, e segue inicialmente uma calçada inclinada que faz parte do percurso de romaria à Capela de São João. Primeiro uma descida acentuada até cerca dos 875m e depois a subida até à Capela, a uma altitude semelhante a Pitões, atravessando vários ribeiros em pontes à excepção de um que exige saltar pelas pedras, tarefa fácil no Verão e muito difícil na época de chuva, quando o caudal começa a aumentar.

   [02]_Ponte_Sobre_Ribeira_das_Aveledas2  [03]_Trilho(1)2
12:27 Ponte Sobre Ribeira das Aveledas (esquerda) e
12:29 Calçada (direita)

No final da subida encontramos uma escadaria talhada na rocha que nos leva até à pequena e engraçada capela.

[16]_Cornos_da_Fonte_Fria_e_Pitoes2  [23]_Capela_Sao_Joao2
14:28 Escadaria escavada na rocha (esquerda) e
14:34 Capela São João (direita)

[26]_Capela_Sao_Joao2
14:38 Interior Capela São João

No regresso percorremos um caminho semelhante fazendo um pequeno desvio pelo “Castelo” e pelas ruínas da antiga Pitões ou mais propriamente denominada Juriz.

Terminado o percurso dirigimo-nos a Salto, onde passámos a noite, perto já do percurso que iríamos realizar no dia seguinte.

domingo, 16 de outubro de 2011

Espanha – Portela do Homem-Sombras-Ermida Xurés-Vilamea

Viajámos até ao país vizinho com um percurso traçado pelos nossos amigos sobre uma carta militar, que juntava o Sendeiro da Mina das Sombras com o Sendeiro da Cabaniña do Curro num só trilho linear de aproximadamente 20km, com início junto à Portela do Homem, mas já do lado espanhol e fim em Vilamea, passando pela Ermida do Xurés.

Adivinhava-se duro pela longitude mas as condições atmosféricas, o enquadramento e principalmente os animais tornaram tudo bastante agradável, fazendo apenas que nos demorássemos mais que o previsto depois de tantas fotos. No total foram mais de 8 horas de caminhada entre medronhos, azevinhos, rãs, grilos e muitos, muitos fotogénicos Louva a Deus, um dos quais tivemos a sorte de observar a caçar.

[01]_Serra_do_Xures[06]_Azevinho[09]_Medronhos[45]_Serra_do_Xures
Ramo (esq.), Azevinho (centro esq.), Medronhos (centro dir.) e Pasto (dir.)
[02]_Vespa[11]_Ra_Iberica_(rana_iberica)[17]_Louva-a-Deus_(mantis_religiosa)
Vespa (esq.), Rã (centro) e Louva-a-deus (dir.)
[23]_Grilo[24]_Grilo
Grilos fêmea
[44]_Louva-a-Deus_(mantis_religiosa)[50]_Ooteca_de_Louva-a-Deus_(mantis_religiosa)[56]_Louva-a-Deus_(mantis_religiosa)
Louva-a-deus (mantis religiosa), ao cento uma ooteca (saco de ovos)
[27]_Serra_do_Xures[29]_Serra_do_Xures
Xurés
[28]_Serra_do_Xures[49]_Serra_do_Xures[58]_Serra_do_Xures
Xurés
[68]_Ermida_Sra_Xures_-_Cruzeiro[72]_Ermida_Sra_Xures[79]_Ermida_Sra_Xures
Ermida Senhora do Xurés

Nota: Mais uma vez não colocámos o trilho no wikiloc por já existirem dezenas de variantes pelos locais onde passámos. Nenhuma corresponde exatamente ao que fizemos mas algumas conjugadas dão o mesmo. Em todo o caso se nos pedirem podemos enviar.

sábado, 8 de outubro de 2011

Gerês: Portela do Homem-Minas Carris

Juntámo-nos a um novo grupo, Stars Trekking, para fazer um passeio do qual já tínhamos ouvido muito falar mas nunca tinha surgido a oportunidade de o fazermos. Aceitámos logo o convite para fazer o trilho entre a Portela do Homem e as Minas de Carris.

Á ida apercebemo-nos logo que a filosofia deste grupo era totalmente diferente do que gostamos e estamos habituados… ao contrário de ir com calma, conversando, parando para tirar fotos e apreciando a natureza, parecia que tinham todos de estar em casa antes do lanche e como tal havia que quase correr, sem tirar fotos senão atrapalhávamos os que estavam atrás e não podiam passar.

Depois de tanta correria para vencer em subida um desnível de 700m subir em quase 2 horas e meia para fazer 10,5km, chegámos à lagoa de Carris onde parámos para almoçar. Aqui ainda tivemos quase duas horas entre almoçar, descansar e conhecer as minas abandonadas.

[02]_Rio_Homem[04]_Rio_Homem
Rio Homem
[24]_Lagoa_de_Carris[40]_Mina_Carris
Lagoa de Carris (esq.) e Mina (dir.)

Ao fundo Pitões das Júnias… que vontade tínhamos de seguir até lá, o que seria totalmente possível à velocidade que íamos.

[26]_Geres[31]_Pitoes_e_Capela_Sao_Joao_vistos_de_Carris[44]_Carris
Gerês (esq.), Pitões e Capela de São João – pontinho branco ao centro (centro) e Ruinas minas Carris (dir.)
[34]_Carris[42]_Carris
Ruínas minas Carris

Depois de tanto tempo de descanso o stress parece ter-se apoderado novamente de todos e desta vez, nem duas horas demorámos a voltar ao carro, chegando pouco depois das 16:30, ainda com pelo menos 3 horas de luz que poderíamos ter gasto a apreciar o caminho.

Nunca tirámos tão poucas fotos no Gerês (apenas 48: 10 na ida, 38 nos Carris e 0 na volta), nunca vimos tão poucos animais, não que a paisagem não o merecesse ou que não os houvesse… simplesmente não havia tempo.


(Como já existem muitos trilhos no wikiloc equivalentes ao que fizemos decidimos não fazer upload de mais nenhum. Este tem uma boa descrição e uma duração mais aceitável que a nossa)

domingo, 25 de setembro de 2011

Cinfães – PR2 Vale do Bestança

“Este percurso tem Início e termo no Largo da Nogueira, aldeia de Vila de Muros. Seguir pela estrada de asfalto e virar à esquerda no caminho a seguir ao cemitério. Passar a ponte de Covelas sobre o Bestança e subir até à aldeia de Covelas.Na primeira cortada virar à direita seguindo em frente pelo caminho da Carreira Chã. Este caminho cruza dois ribeiros e desenvolve-se perto da margem direita do Bestança. Ao chegar às fragas da Arruínha virar à direita e descer pela tapada até uma ponte de cimento que atravessa o rio. Está agora no Prado. Siga pelo caminho lajeado até Valverde e depois pelo asfalto até Vila de Muros onde termina o percurso. Pontos de interesse: Ponte de Covelas, aldeia de Covelas, caminho da carreira Chã, pontes de madeira do Prado, moinhos, ribeiro de Barrondes, rio Bestança, fragas da Arruínha sítio de nidificação do milhafre. Rio Bestança: O rio Bestança nasce nas Portas de Montemuro, na serra do mesmo nome, e morre em Porto Antigo, na margem esquerda do rio Douro. São 13,5 Km de curso, numa extensão de verdura e águas sempre cristalinas que o fazem um dos rios mais limpos da Europa. Espécies como a Lontra, Truta e Ginetas dependem do equilíbrio ecológico do vale sulcado pelo rio. Por outro lado, e desde tempos imemoriais, os velhos moinhos reclamam as águas livres do rio para moerem o milho e outros cereais, representando um valioso e genuíno património.” Fonte: Associação para a Defesa do Vale do Bestança (www.bestanca.com)

Foi mais uma das raras visitas a Sul do Douro, não deixando de ser um passeio a um afluente deste rio. 

Começámos em Valverde, já bastante tarde, por volta das 11:30 no entanto como se trata de um trilho bastante curto tomámos o nosso tempo para percorre-lo, observando com atenção os pastos, pomares, castanheiros, animais e flora local e lendo todos os placards informativos… os que ainda se mantém de pé. Tivemos a sorte de conseguir ver louva-a-deus e esquilos mas não se aproveita nenhuma fotografia dos mesmos.

[20]_Ponte_sobre_Ribeira_Barrondes[25]_Flor[26]_Prado_Ribeira_Barrondes
Ponte sobre Ribeiro de Barrondes (esq.), Flor (centro) e Casa no Prado Ribeira de Barrondes (dir.)
[27]_Melga[35]_Milho
Melga (esq.) e Milho (dir.)

Demorámos mais de 3 horas para fazer menos de 7km, com almoço pelo meio, mas ficámos muito satisfeitos com o que vimos.


(como já existem várias versões deste percurso no wikiloc, não colocámos a nossa)

sábado, 27 de agosto de 2011

Açores – Faial, São Jorge, Pico e Graciosa

De volta aos Açores para mais uns dias de férias, desta vez com o intuito principal de conhecer uma nova ilha, a Graciosa. Para tal e de modo a gastar o mínimo possível decidimos viajar entre ilhas de barco, aproveitando os descontos do cartão Interjovem, assim como as carreiras regulares da AtlânticoLine, de forma a não nos cingirmos a visitar apenas uma ilha.

13-08-2011 

Chegámos de manhã ao Faial onde apenas passaríamos um dia. Assim sendo não tínhamos muito tempo para caminhar, logo alugámos um carro para mostrar a ilha aos seus dois novos visitantes que nos acompanhavam.

Uma vez que a Caldeira aparentava ter muitas nuvens começámos por ir ao Monte da Guia e Praia de Porto Pim seguindo depois para o habitual Restaurante do Frank para degustar o famoso pito de churrasco com pão de alho.

Daqui seguimos para os Capelinhos onde o Interjovem começou a ser utilizado.

[35]_Capelinhos (640x427)1[46]_Capelinhos (640x427)1[51]_Capelinhos (640x427)1
Capelinhos: 16:24 (esquerda), 16:48 (centro) e 17:03 (direita)

Como previsto a nebulosidade levantou e quando chegámos à Caldeira estava descoberta.

[74]_Caldeira (640x427)1[70]_Caldeira_-_Pico (640x427)1[77]_Caldeira_-_Pico (640x427)1
18:15 Caldeira e Vista para o Pico da Caldeira 18:12 (centro) e 18:21 (direita)

Antes que escurecesse fomos ainda à praia de Almoxarife para um banho e montar a tenda no parque de campismo.

14e15-08-2011

Acordámos muito cedo para apanhar o barco para São Jorge onde estaríamos 2 dias e meio.

Repetimos o feito do ano anterior fazendo o PR1SJO: Serra do Topo-Fajã de Santo Cristo-Fajã dos Cubres em dois dias com acampamento junto à Igreja da Fajã de Santo Cristo.

Da Fajã dos Cubres fomos de boleia em boleia até chegar às Velas, com visitas pelo meio:

1- Fajã dos Cubres-Norte Pequeno
2- Norte Pequeno-Norte Grande
3- Norte Grande-Fajã do Ouvidor

[17]_Faja_Ouvidor_-_Piscinas_Naturais (640x427)1  [06]_Faja_Ouvidor_-_Piscinas_Naturais2
Piscinas naturais na Fajã do Ouvidor: 12:49 “Calçada dos Gigantes” :) (esquerda) e12:52 (direita)

4- Fajã do Ouvidor-Norte Grande
5- Norte Grande-Velas (curiosamente com as mesmas pessoas da boleia 3)

Nas Velas fomos para o Parque de Campismo montar as tendas, fazer e comer o jantar e dormir ao som das cagarras.

16-08-2011

Com a manhã livre antes do barco para a Graciosa fomos a pé até ao topo do Morro Grande junto ao parque de campismo.

[04]_Moinho1  [09]_Morro1
Morro Grande: 8:40 Ruínas de Moinho (esquerda) e 8:57 Falésia (direita)

Seguimos então para a Graciosa no nosso Conhecido Express Santorini que continua “provisoriamente emprestado” à AtlânticoLine.

Já na Graciosa fomos conhecer a Vila da Praia, a sua praia, montar acampamento no Parque do Pinheiro junto ao início do PR1GRA Praia-Serra Branca que fizemos no dia seguinte.

17-08-2011

Como referido acima o nosso objectivo do dia era fazer o PR1GRA Praia-Serra Branca.

No fim deste percurso o objectivo era ir andando e apanhar boleias até o Carapacho onde iríamos acampar, parando pelo meio em alguns pontos de interesse e no Parque do Pinheiro para buscar as nossas coisas. Infelizmente, ou não, a afluência de veículos é muito diminuta e desde a Praia até ao Pinheiro fizemos quase tudo a pé. Parámos no farol de Ponta da Barca e Ilhéu da Baleia, passámos no parque de campismo do Barro Vermelho e Santa Cruz.

[07]_Farol_Ponta_da_Barca (640x427)1[11]_Ilheu_da_Baleia (640x427)1
14:59 Farol de Ponta da Barca (esquerda) 15:02 Ilhéu da Baleia (direita)
[22]_Santa_Cruz_-_Igreja_da_Misericordia (427x640)1[21]_Santa_Cruz (427x640)1[24]_Santa_Cruz (640x427)1
Santa Cruz: 16:30 Igreja da Misericórdia (esquerda), 16:39 Jardim (centro) e 16:42 Moinho Tradicional da Graciosa (direita)

18-08-2011

No nosso terceiro dia na Graciosa tínhamos como objectivo fazer os restantes dois percursos marcados: PR2GRA Caldeira e PR3GRA Baía da Folga. Ao primeiro prendíamos fazer umas alterações para fazer apenas meia volta mas descer a pé até ao Farol e Miradouro da Ponta da Restinga e depois Carapacho.

[67]_Ilheu_de_Baixo_Terceira_e_Sao_Jorge (640x427)1
Ponta da Restinga com vista para Ilhéu de Baixo, São Jorge e Terceira

19-08-2011

Tínhamos até às 17H00 para fazer algo antes de seguir para o Pico, por isso decidimos andar à boleia até Santa Cruz para visitar alguns dos pontos turísticos em falta. Deixámos primeiro a nossa bagagem na Praia.

[01]_Praia_-_Moinho (427x640)1
12:43 Vila da Praia: Moinho Tradicional da Graciosa
[11]_Santa_Cruz (640x427)1[26]_Santa_Cruz_-_Ermida_de_Nossa_Senhora_da_Ajuda (640x427)1[27]_Santa_Cruz (640x427)1
14:21 Campos de Cultivo (esquerda), 14:42 Ermida de Nossa Senhora da Ajuda (centro) e 14:43 Vista do Morro da Senhora da Ajuda para Santa Cruz (direita)

Por último não podíamos deixar a Graciosa sem comprar as fantásticas e docíssimas Queijadas da Graciosa e duas daquelas meloas que tanto nos alimentaram ao longo destes dias (serviu muitas vezes como sobremesa e refresco contra o muito calor que sentimos).

[06]_Graciosa (640x427)1[08]_Pico_e_Sao_Jorge (640x427)1
17:58 Graciosa (esquerda) e 16:39 Pico por trás de São Jorge (direita)

[14]_Sao_Jorge_-_Ponta_dos_Rosais (640x427)1[22]_Sao_Jorge_-_Ponta_dos_Rosais (640x427)1
São Jorge:Ponta dos Rosais 19:13 (esquerda) e 19:18 (direita)

22-08-2011

Dia de subir o pico… infelizmente não o fizemos por recomendação de quem estava na Casa da Montanha, pois, iria fazer um temporal, apontando para uma folha fixada na parede com a previsão do Windguru, situação corroborada por um guia que chegava lá do cimo acabando um trabalho e dizendo que não ia trabalhar no dia seguinte devido ao mau tempo… não houve qualquer temporal e perdemos a melhor oportunidade que tivemos nos Açores… a noite esteve fantástica e mesmo às 2:00 se conseguia ver a silhueta da montanha totalmente livre de nuvens. Em todo o caso tínhamos telefonado ao início da tarde a saber das condições e tinha-nos sido dito (por outra pessoa) que estava e ia estar bom tempo. Do mesmo modo os valores de precipitação apresentados na folha que nos davam como prova não pareciam ser assim tão graves. Quanto ao guia achamos basicamente que queria que fossemos com ele para ganhar mais uns trocos (não são poucos).

Acabámos por apenas ir visitar mais uma vez a Furna de Frei Matias, um túnel de lava do qual já fizemos referência anteriormente.

[02]_Furna_Frei_Matias (640x427)1[09]_Pico (640x427)1
19:54 Furna de Frei Matias (esquerda) e 20:41 Pico (direita)

23e24-08-2011

Estávamos na véspera da partida dos nossos colegas e portanto era a última oportunidade para subir o Pico. Desta vez e depois do fiasco dos conselhos que nos deram na casa da montanha, mesmo que fizesse mau tempo… íamos subir.

26-08-2011

Neste dia saímos para conhecer mais um dos novos percursos marcados da Ilha do Pico: PR13PIC Lagoa do Capitão

Links deste post para outros posts relacionados com esta viagem:

São Jorge - PR1SJO: Serra do Topo-Fajã de Santo Cristo-Fajã dos Cubres
Graciosa - PR1GRA Serra Branca - Praia
Graciosa - PR3GRA: Baía da Folga e PR2GRA: Caldeira
Pico - PR4PIC: Subida ao Pico
Pico – PR13PIC: Lagoa do Capitão