segunda-feira, 15 de agosto de 2011

São Jorge - PR1SJO: Caldeira do Santo Cristo–Fajã dos Cubres

Tendo apreciado, e muito, a modalidade adoptada no ano anterior, estando novamente em São Jorge, repetimos a dose.

Como já apresentámos um post sobre este trilho não repetimos a descrição geral do mesmo aconselhando, quem a queira ver, a visitar os seguintes links:

São Jorge - PR1SJO: Caldeira do Santo Cristo–Fajã dos Cubres 17 Agosto 2005
http://www.trails-azores.com/

[04]_Hortencias (640x427)1[06]_Hortencias (640x427)1[24]_Cacto (640x427)1
Dia 1: Hortências 11:11 (esquerda) e 11:13 (centro) e 14:23 Cacto (direita)
[20]_Faja_Sto_Cristo (640x427)1
Dia 1: Hortências 11:11 (esquerda) e 11:13 (centro) e 14:23 Cacto (direita) 14:01
[30]_Melro_(turdus_merula_azorensis) (640x427)1[38]_Faja_Sto_Cristo_-_Sino (640x427)1[33]_Faja_Sto_Cristo_-_Igreja (427x640)1
Dia 1: Igreja Fajã de Santo Cristo – 15:22 Melro (esquerda), 16:03 Sino (centro) e 16:08 Fachada (direita)
   [06]_Faja_dos_Cubres (640x427)1
Dia 2: 11:21 Fajã dos Cubres

domingo, 17 de julho de 2011

Macedo de Cavaleiros – Trilho Viduedo

Extensão (aprox.): 10,8 km, Duração: 3h00, Dificuldade: Média, Tipo de Percurso: Circular

“Este percurso poderá ter início em qualquer ponto do traçado, devendo ser feito no sentido contrário ao dos ponteiros do relógio.
Saindo da aldeia de Viduedo, a subida em direção ao Cabeço do Pombal é íngreme e dura. Depois de passada a maior dificuldade deste percurso, a visão que se tem é magnífica, podendo observar à direita a Serra da Nogueira. O descanso poderá ser feito em Rebordaínhos, lugar que teve antigamente o estatuto de vila, com direito a justiça própria, erguendo-se no centro da povoação de Rebordaínhos o respectivo pelourinho, do tipo comum bragançano.
Este sóbrio testemunho de uma antiga e há muito perdida autonomia local foi clas­sificado como Interesse Público em 1933. De medianas proporções e austera traça, a um gosto tipicamente bragançano e possivelmente já oitocentista, é a Igreja Matriz de Rebordaínhos.
A última fase do percurso irá desenvolver­-se aproveitando a antiga linha de caminho de ferro, que nos levará até Viduedo.” Fonte: http://www.cm-braganca.pt/PageGen.aspx?WMCM_PaginaId=4476

Pela segunda semana consecutiva chegávamos ao concelho de Macedo de Cavaleiros para fazer um passeio. Tal como da vez anterior o objectivo era o reconhecimento do local para futura organização de um passeio com os companheiros do Clube de Atividades Ar Livre.

Fizemos o percurso no sentido descrito na página oficial do mesmo, no entanto partimos de Rebordainhos, entrando na antiga linha de caminho de ferro em direção a Viduedo.

[04]_Casca_Castanheiro[06]_Castanheiro
Casca de Castanheiro (esq.) e Ouriços (dir.)

Este trilho foi uma das melhores surpresas de sempre, não tanto pela paisagem que também encanta mas principalmente pela quantidade de animais que tivemos oportunidade de fotografar: desde todo o tipo de insectos, a cobras de água, rãs e um cervo.

As construções dos dois centros também eram interessantes, com ora casas em pedra ora em taipas.

Tantas fotografias fizeram com que um curto percurso de 10km tivesse uma duração de mais de 5 horas.

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Cervo (esq.), Libélula (centro) e Percevejo (dir.)
[07]_Libelula[49]_Aranha-Lobo_(hogna_radiata)[18]_Borboleta
Libélula (esq.), Aranha-Lobo (centro) e Borboleta (dir.)
[47]_Gafanhotos[50]_Formiga_e_Gafanhoto[33]_Viduedo_-_Cobras_de_Agua
Gafanhotos (esq.), Formiga carregando um gafanhoto (centro) e Cobras de Água (dir.)

domingo, 10 de julho de 2011

Azibo: Trilho dos Caretos + Trilho dos Quercus + Trilho dos Fornos

O nosso objectivo era juntar três percursos diferentes num só:

Trilho dos Caretos (clicar para ver página oficial)

Local: Macedo Cavaleiros; Dificuldade: Baixa; Extensão: 4,145 Km; Tempo: 1h 00m; Tipo: Linear Distância: 4 145 m

Trilho dos Quercus (clicar para ver página oficial)

Local: Macedo Cavaleiros; Dificuldade: Baixa; Extensão: 10,253 Km; Tempo: 2h 00m; Tipo: Linear

Trilho dos Fornos (clicar para ver página oficial)

Local: Macedo Cavaleiros; Dificuldade: Baixa; Extensão: 10,573 Km; Tempo: 2h 30m; Tipo: Circular

mapa1Mapa do Trilho

No total o percurso criado tem aproximadamente 19Km e é de tipo linear. Tem início em Podence, junto ao museu do Careto, seguindo o Trilho dos Caretos até à albufeira do Azibo.

No fim deste aproveita-se para fazer uma paragem para um mergulho na praia fluvial da albufeira e almoçar no relvado (almoçar pois, para quem vem do Porto já gastou mais de 3h de viagem mais uma de caminhada).

Continuamos contornando a albufeira em direcção a Santa Combinha e entramos no traçado do Trilho Quercus, depois da ponte sobre o Rio Azibo, em direcção a Santa Combinha. Antes de chegar a Santa Combinha seguimos pelo caminho da esquerda (se seguir pela direita, dirige-se à aldeia pelo PR Trilho Ricardo Magalhães.

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10:50 Estátua à entrada do Museu do Careto de Podence (esquerda), 15:39 Avelã na árvore (centro) e 17:09 Cortiça (direita)

Depois de muitos sobreiros chegamos a um cruzamento onde se encontram o Trilho dos Quercus e o dos Fornos. Aqui entramos no Trilho dos Fornos, seguindo pelo caminho da esquerda em direcção a Valdrez (se seguir pela direita continua num troço comum aos dois trilhos e que leva até ao fim do Trilho dos Quercus).

Entre Valdrez e Salselas podemos observar diversos fornos, de diversas épocas, desde a romana até ao nosso passado recente, fornos estes que serviam para cozer cerâmica e/ou cal.

sábado, 25 de junho de 2011

Bolívia – La Paz e regresso a casa…

 Dia 21 _-_24/06/2011

Era a nossa derradeira passagem por La Paz, tendo já voo marcado para a noite. Pela manhã fomos passear pelos mercados de feitiçaria e artesanato e ao museu da coca, tendo ainda presenciado uma parada… da marinha boliviana… que não tem costa.

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Parada Militar no centro de La Paz: note-se à esquerda a Marinha Boliviana (a 3660m de altura e a mais de 300 km em linha recta do oceano mais próximo - Oceano Pacífico) 
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Electricista (esq.), Varandas em madeira trabalhada, junto à entrada do museu da coca (centro) e Mercado de Artesanato (dir.)
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Mercado de Feitiçaria: Banca (esq.) e Feto de Lama (centro e dir.)
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Awayo, pano para carregar tudo em Tapeçaria Tradicional Boliviana

Almoçámos num tasco caseiro e depois, enquanto o Pedro e o António foram comprar lembranças, nós fomos visitar alguns museus, nomeadamente o interessante museu dos instrumentos.

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Iglesia San António (esq.), Chocalho metálica (centro esq.), Chocalho de cascos de Lama (centro), Antara de cerâmica negra com motivos eróticos (centro dir.) e Múmia (dir.)
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Mostruários com instrumentos tradicionais de sopro no Museu dos Instrumentos: Queñas, Zampoñas, Sicus, Jula Julas… (esq.) e Cañas Chapacas, Bajón, Zampoñas e Sicus (dir.)
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Instrumentos criados por Ernesto Cavour no Museu dos Instrumentos: Estrelita – guitarra de 5 braços (esq.), Charangola, Charansicu, Charango Soncoy e Zampoña Cromática (centro) e Psitacídeo

Regressámos ao hostel para buscar as malas e seguimos de táxi para o aeroporto, voando até Santa Cruz pela Aerosur no Boeing 737-400 Puma CP-2653 .

Já no aeroporto de Santa Cruz, fomos jantar a um restaurante e depois procurar um bancos desocupados para dormir… não conseguimos por isso acabámos por abrir os sacos cama no chão para dormir um pouco.

Dia 22 _-_25/06/2011

Pelas 11:00 seguimos para o aeroporto de Guarulhos em São Paulo no Brasil, no mesmo avião do dia anterior, onde tivemos que correr para conseguir fazer o check in para Portugal, passando por uma grande fila, revisão de malas e interrogatório sobre o que tínhamos feito e por onde tínhamos andado. Por fim lá conseguimos despachar-nos e embarcar num avião moderníssimo da TAP, um Airbus A330-202 de nome Vasco da Gama matrícula CS-TOM, cujas diversões nos fizeram passar rápido as horas de viagem.

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Acampamento no Aeroporto de Viru Viru em Santa Cruz (esq.) e Aeroporto de Guarulhos, São Paulo,  Boeing 737-400 Puma CP-2653 da Aerosur (dir.)

Por fim chegámos ao Porto onde as famílias dos sobreviventes os aguardavam.

IMG_8820Aeroporto Francisco Sá Carneiro: Gullivers e Liliputianos de volta… mais leves e mais peludos

quinta-feira, 23 de junho de 2011

Bolívia – Copacabana e Isla del Sol

Dia 19 _-_22/06/2011 La Paz – Copacabana

Recém regressados da Selva, apesar da irritante insistência dos taxistas, apanhámos uma combi até ao centro.

Os rapazes foram buscar umas sandes e a Mónica uns amendoins para sair diretos a Copacabana, nas margens do Lago Titicaca. Duas agências de autocarro disputavam os nossos lugares mas como os preços eram os mesmos escolhemos a que saia primeiro.

A meio do trajeto houve que sair do autocarro para cruzar o estreito de Tiquina, pois não havia outra forma de chegar a Copacabana sem passar pelo Peru. O autocarro foi numa jangada e nós num barquinho bem pequenino, bem apertadinhos. Já do outro lado voltámos ao autocarro saindo no centro de Copacabana onde desde logo procuramos lugar onde dormir.

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Cruzando o Estreito de Tiquina
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Jangada com autocarro, cruzando o estreito de Tiquina

Reservámos tour à Isla del Sol para o dia seguinte e fomos ao restaurante comer a afamada truta.

Dia 20 _-_23/06/2011 Isla del Sol

Saímos às 8:30 chegando à Isla del Sol onde um guia nos esperava mas só nos guiaria pelo primeiro ponto de visita.

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Íbis Negro – plegadis ridgwayi (esq.), Galinhola Andina – fulica gigantea (centro) e Bolivianito (dir.)
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Pato (esq.) e Galinhola Andina – fulica gigantea (dir.)
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Lago Titica: A caminho da Isla del Sol

Fomos ao museu do ouro, onde haviam fotos de peças encontradas na ilha, ouro nem vê-lo, e supostas cidades agora submersas.

Depois seguimos a pé até ao Norte da ilha passando pela pedra e mesa sagrada e as labirínticas ruinas de Chincana, onde o guia nos deixou.

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Isla del Sol: Praia de Cha’llapampa
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Ruinas de Chicana: Eucalipto Centenário (esq.), Mestre Bambo Local que, a troco de algo nos previa o futuro sobre a mesa sagrada (centro) e Pedra Sagrada (dir.)
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Ruínas de Chicana

Daqui caminhámos até ao Sul da ilha passando por dois postos de controlo, com passagem paga.

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Isla del Sol
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Isla del Sol

Depois de muitas fotografias o tempo foi passando de tal modo que os últimos quilómetros tiveram de ser feitos em passo de corrida para não perder o barco.

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Isla del Sol (esq.), Igreja de Yumani (centro) e Lama – lama glama (dir.)
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Yumani: Fuente del Inca (esq.), Escalera del Inca (centro), Porto (dir.)

Já no barco estranhámos estarmo-nos a afastar da ilha já que ainda havia um local de visita incluído no tour, pelo que o Nuno foi averiguar junto do piloto que lhe disse que o barco ia direto a Copacabana, sem sequer passar pelas Uros, ilhas Flutuantes.

Depois de alguma conversação, já estávamos longe da ilha para nos levarem ao último ponto mas lá aceitaram levar-nos às ilhas. Não que quiséssemos mesmo ir, porque já conhecíamos quando fomos ao Peru em 2009, mas tínhamos pago por isso e o Pedro e o António não conheciam. Ao aproximar-nos das ilhas começamos a ver que estas eram grupos de garrafões vazios amarrados e tinha apenas uma pequena capa de totora (pasto) por cima a tentar tapar os mesmos… Era tudo artificial… não estávamos em Uros nenhumas…

Ao chegarmos o piloto disse que se pagava a entrada, pagando só quem saísse do barco… era muito pouco mas não nos apetecia nada. Não nos levantámos mas depois do piloto chamar pelo Nuno e fazer ver a todos que só tinha parado ali por nossa causa, ficando todos os turistas a olhar para nós, lá baixamos. Esta funciona como um restaurante cuja especialidade era a truta, que nem sequer era pescada no lago mas criada em tanques plásticos ao lado da ilha.

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Falsas Uros - Pedaços de plástico flutuantes cobertos com junco para disfarçar… mais valia ter estado calado... Tivemos de pagar 1 boliviano para sair do barco e entrar por 5 minutos num monte de plástico flutuante.(esq.), Chegado a Copacabana (centro) e Travessia do Estreito de Tiquina (dir.)

De volta a Copacabana e com uma hora até apanhar o autocarro para La Paz onde chegámos já de noite, ainda comprámos algumas lembranças, nomeadamente umas hamacas (redes).