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sábado, 8 de agosto de 2015

Pico: Lagoa do Paul-Lajes

Como prometido, o trilho previsto para o fim de Junho foi reagendado para o inicio de Agosto esperando-se desta vez bom tempo. Assim foi, desta vez conseguimos adicionar ao grupo de caminhantes o nosso voluntário italiano e um Couchsurfer alemão de visita ao Pico.

Chegados à Lagoa do Paul iniciámos a descida, contornando um pouco desta até termos visão privilegiada para a montanha que, apesar do bom tempo, apresentava uma nuvem que não nos deixava ver o piquinho.


Lagoa do Paul (esq.), Planalto Central (centro) e Cedro-do-Mato – juniperus brevifolia (dir.)

Começámos com terreno bastante irregular, com lama e tufos de relva, cruzando grotas e fomos descendo principalmente por pastagens (com a devida autorização dos proprietários, solicitada anteriormente).

A espaços o piquinho foi aparecendo, sendo prontamente alvo de fotos. Um pouco mais abaixo começou-se a ver a fajã lávica das lajes, devidamente enquadrada geologicamente pelo nosso guia.


Castelete (esq.) e Marina das Lajes (dir.)

continuámos a descida entrando no final no Trilho do Touril, uma canada vertical muito bonita, uma escadaria que parecia não ter fim.

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Pico (esq.), Vaca (centro) e Trilho do Touril (dir.)

Chegámos por fim à Ribeira do Meio junto da antiga fábrica da baleia, onde fomos brindados pelo nosso guia com uma bebida refrescante, terminando um pouco mais à frente o percurso, à entrada das Lajes do Pico.

Foi um trilho muito bonito com vistas fantásticas para a montanha e para as Lajes, mas também com passagens por canadas muito bonitas. Valeu a pena esperar pelo reagendamento. Infelizmente o gps ficou em casa e como tal não há registo do trajecto realizado… há que fazê-lo de novo para podermos partilhar. Em todo o caso mais uma vez relembramos que o percurso que fizemos passa por propriedade privada e como tal há que solicitar autorização por parte dos proprietários.

domingo, 16 de novembro de 2014

Pico – Furna Frei Matias e Gruta do Soldado

15-11-2014

Poderia ter sido um fim de semana qualquer, mas não foi… estávamos inscritos para uma caminhada de 5km mas, quase à meia noite de sexta-feira soubemos que o Geoparque iria organizar uma visita no dia seguinte à Furna de Frei Matias e que ainda haviam vagas. Já lá tínhamos ido (temos pelo menos referência disso em 4 ou 5 publicações anteriores), sempre sem lanterna e sem avançar muito mais além da entrada, mas conhecer uma gruta com um geólogo e espeleólogo seria outra coisa por isso mudámos de planos.

Depois de vários dias de bom tempo estava a chover o que favorecia a nossa escolha… na gruta não chove. Chegados à gruta dirigimo-nos à entrada mas quem ia à frente começou a descer por um lado diferente do que estávamos habituados… estranhamos mas pensámos que fosse dar onde conhecíamos. Para nosso espanto não, estávamos num grande túnel com formações rochosas muito curiosas, mesmo ao lado da zona que conhecíamos mas, após mais de uma dezena de visitas, nunca tínhamos dado pela sua existência… nós e provavelmente muito mais gente. Talvez por isso mesmo o túnel encontra-se muito bem conservado, sem as habituais e destrutíveis marcas de dedos nas colónias de bactérias escrevendo nomes e datas nas paredes.

Optámos por observar e absorver todas explicações fornecidas, quase não tirando fotografias… talvez de uma outra vez, com mais tempo.

Foi uma muito boa surpresa e atividades deste género são sempre bem vindas… venha a próxima.

16-11-2014

No rescaldo do dia anterior e em animada conversa de planeamento para atividades do grupo de Couchsurfing para as próximas semanas surgiu a ideia… que tal visitarmos a Gruta do Soldado no mistério da Silveira a poucos minutos da casa de um dos nossos companheiros. A adesão foi quase instantânea e depois do almoço lá fomos com encontro marcado no moinho de São João, de onde caminhámos uns 10 minutos até à entrada da gruta. Esta, bastante apertada, esconde bem a dimensão interior do túnel que segue até ao mar, com abertura e vista para as Lajes. Visitámos apenas este tramo sabendo que há mais para ver… para uma próxima oportunidade.

O nome desta cavidade vem de uma lenda que diz se terem escondido no seu interior vários potenciais soldados para escapar ao recrutamento para a guerra.

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Gruta do Soldado: Entrada da Gruta (esq.), Abertura para o mar (centro) e Saída (dir.)IMG_4797IMG_4815
Interior do túnel
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Moinho de São João

domingo, 26 de outubro de 2014

Pico: PR7PIC – Caminho das Voltas

Características do Percurso (adaptado de www.trails-azores.com)

“Ilha: Pico; Dificuldade: Fácil; Extensão: 6,3 Km; Tempo: 2h 00m; Tipo: Linear

Esta pequena rota linear inicia-se junto ao miradouro da Terra Alta, localizado entre as Freguesias da Ribeirinha e de Santo Amaro e termina no centro de Santo Amaro. Começamos a descer por um caminho de pé posto, através de uma mata onde o incenso é a espécie predominante. Ao longo do caminho vamos encontrando vestígios de currais de vinhas e pequenas pontes em pedra talhada que nos indicam a importância deste caminho que, outrora, constituía a principal via de ligação à Ponta da Ilha.

Saindo desta floresta, entramos agora numa zona de pequenos campos agrícolas, cada vez mais dominados pela típica viticultura de pequena escala da ilha do Pico. Nesta zona, à esquerda, irá encontrar uma casa abandonada que, em tempos, foi uma pequena fábrica de manteiga local que ainda conserva no seu interior os equipamentos de fabrico.

Ao aproximarmo-nos da zona costeira, fazemos um pequeno desvio à Baía do Canto, uma pequena zona de lazer junto ao mar, envolta em adegas locais. Voltando ao caminho principal, seguimos sempre perto da costa através de uma estrada de alcatrão, em direcção ao centro de Santo Amaro. Passamos ainda pelo Parque da Furada, uma zona de piqueniques e, já em Santo Amaro, o antigo centro de construção naval do arquipélago, poderá visitar o Museu Marítimo de Construção Naval e a Escola de Artesanato. Consulte o mapa do percurso pedestre e faça download do trilho GPS.Direitos de Autor: Gerbrand Michielsen” retirado de http://trilhos.visitazores.com/pt-pt/trilhos-dos-acores/pico/caminho-das-voltas, onde também consta para download o mapa do mesmo em carta militar e o ficheiro para gps.

Mais uma vez o Couchsurfing foi o mote para uma caminhada, outro dos trilhos do Pico que ainda não conhecíamos. A organização ficou a cargo do nosso amigo José Castro que propôs o evento perto de uma das suas localidades da ilha favoritas, Santo Amaro. Juntaram-se 7 pessoas com estatuto de moradores no Pico e representantes do Grupo de Couchsurfing da Ilha do Pico mas apenas um Picaroto, o Nuno.

A caminhada é bastante curta e fácil, sempre a descer desde  o miradouro da Terralta no nosso caso ainda mais curta pois apenas percorremos o tramo não asfaltado. Em todo o caso passa-se por zonas bastante bonitas de floresta e com vista para São Jorge.

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Os 7 participantes, foto de Joana Fraga (esq.) e Ribeira (dir.)
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Costa Norte da Ilha (esq.) e São Jorge (dir.)


Pelo caminho apanhámos algumas castanhas que se assaram em fogueira improvisada em cima de uma telha e se comeram enquanto esperávamos que a cozinha da pizzaria da Prainha abrisse. Comidas as castanhas seguimos para o jantar onde combinamos o evento seguinte… prevê-se nova caminhada para Dezembro, com início quase no mesmo local mas seguindo para Este pelo trilho das Nove Canadas da Ribeirinha PR18PIC.

sábado, 27 de setembro de 2014

Pico: PR3PIC – Porto do Calhau-Manhenha, Ponta da Ilha

Características do Percurso (adaptado de www.trails-azores.com)

Ilha: Pico; Dificuldade: Moderado; Extensão: 10 Km; Tempo: 3h 00m; Tipo: Linear

“Este trilho começa junto ao Porto do Calhau (Piedade), termina no Farol da Manhenha e tem a duração total de 3 horas. Segue sempre junto à costa, grande parte do percurso segue por um antigo caminho de pescadores em rocha basáltica, popularmente designada por biscoito (lavas pahoehoe) e apresenta um grau de dificuldade mais elevado. Após algum tempo de percurso o trilho atravessa uma zona onde nidifica uma colónia de garajaus. Por isso, entre Maio e Julho não se pode utilizar esta parte do trilho. Deve, nessa altura, utilizar o percurso alternativo assinalado a tracejado no mapa, que segue diretamente para a Manhenha. O percurso atravessa algumas zonas de proteção especial. É responsabilidade de todos(as) nós contribuirmos para a sua proteção, bem como assegurar a sua biodiversidade através da conservação deste habitat natural. Pede-se aos caminhantes que não apanhem fruta em nenhuma parte do percurso. Consulte o mapa do percurso pedestre e faça download do trilho GPS. Direitos de Autor: Gerbrand Michielsen” retirado de http://trilhos.visitazores.com/pt-pt/trilhos-dos-acores/pico/porto-calhau-manhenha-ponta-da-ilha, onde também consta para download o mapa do mesmo em carta militar e o ficheiro para gps.

Aproveitando a visita de uma Couchsurfer alemã disponibilizámo-nos para fazer uma caminhada em conjunto… em todo o caso acabou por ser apenas o Nuno a acompanhar a Lena e a irmã no percurso.

Começámos no farol da Ponta da ilha fazendo o percurso no sentido contrário ao descrito, por isso mesmo, nem sempre foi fácil seguir marcas pois estas não existem na mesma quantidade nos dois sentidos. Em todo o caso é fácil manter-nos no percurso, que por sinal é muito bonito com todas as formações rochosas, tem pouca estrada mas requere bastante atenção aonde colocamos os pés devido à rocha solta.

Chegando ao Calhau continuámos, ingressando no PR18PIC 9 Canadas da Ribeirinha (http://trails.visitazores.com/en/trails-azores/pico/nove-canadas-da-ribeirinha) onde fizemos pouco mais de 1km e subindo apenas uma das estreitas canadas, chegando a casa.

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Farol da Ponta (esq.) e Costa (dir.) 
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Costa

domingo, 22 de junho de 2014

Pico: PR4PIC – Subida ao Pico

Três semanas depois, nova subida ao Pico, desta vez na companhia do nosso “surfista” polaco Karol e uma comitiva de Lajenses.

Começámos novamente de noite, mas desta vez bem cedo… pelas 2:00 partimos, chegando à cratera debaixo de muito frio, antes das 4:30… a Mónica quase uma hora mais tarde pois acompanhava uma das pessoas do grupo que estava com cãibras. Foi tão cedo que havia que esperar duas horas pelo nascer do Sol. Juntámo-nos todos, descansámos, comemos qualquer coisa e já com alguma luz subimos o piquinho onde esperámos os últimos minutos.

Haviam algumas nuvens que reduziam a visibilidade mas davam uma misticidade ao momento…  São Jorge saindo do meio da bruma, Graciosa bastante ténue no horizonte e Faial apenas descoberto na zona da Caldeira.

Visto o nascer do Sol e tiradas as fotos da praxe foi tempo de descer, regressando à casa da Montanha ainda de manhã.

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Pico apontando o horizonte (esq.), A prova de que o sol é uma estrela, e de 6 pontas (centro) e Pico e São Jorge (dir.)
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São Jorge (esq.), Pico e Faial (centro) e Planalto central do Pico (dir.)

Note-se que desde o dia 1 de Junho há que pagar a subida, 10€ sem guia, 2,5€ com guia (mais preço do guia) e 5€ com cartão amigo do parque, para residentes no Pico.

domingo, 15 de janeiro de 2012

Montalegre: Pitões-Gafaria-Parada de Outeiro

Juntámo-nos mais uma vez ao Grupo de Viana com um programa muito bom, não tivesse Pitões das Júnias na lista. Seria a 4ª vez por lá mas qualquer convite para regressar a Pitões é praticamente irrecusável, e esta seria a terceira visita dos últimos dois meses e meio.

A ideia era fazer o percurso sabatino com o grupo, saindo de Pitões das Júnias em direção a Sul até quase à margem da Albufeira de Paradela, em Gafaria, seguindo depois até Parada do Outeiro e ficar para domingo para outro passeio ainda por decidir.

Não estava a Mónica tendo sido “substituída” pela nossa hóspede francesa de couchsurfing que se animou a vir caminhar.

As previsões do tempo não eram muito animadoras e mais uma vez confirmaram-se, ora chovia, ora parava e o frio era intenso. Apesar disso as paisagens eram deslumbrantes como sempre por estes lados, algumas pequenas cascatas, um fojo do Lobo, a capela de São João no topo do penedo e a albufeira.

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Cascata Ribeiro do Campesino (esq.), Ribeiro do Campesino (centro) e Fojo do Lobo (dir.)
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Rochas (esq.), Capela de São João (centro) e Albufeira da Barragem de Paradela (dir.)

No fim dos 12,5km regressámos de carro a Pitões das Júnias ainda antes das 15:00. Com algumas horas de luz e o tempo a melhorar fui mostrar o Mosteiro de Pitões à Nathalie… mais 5km de passeio.

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Mosteiro de Pitões
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Mosteiro de Pitões

Ao fim do dia um bom e alegre convívio com lanche ajantarado na casa onde ficámos.

De noite o  tempo voltou a piorar e no dia seguinte começou a nevar bastante, espetáculo bastante bonito mas que, conjugado com o facto de termos todos acordado tarde e ainda termos uma viagem grande até ao Porto, levou a que cancelássemos novo passeio.

quarta-feira, 28 de dezembro de 2011

Porto e Gaia

Não há muito tempo apresentámos um post sobre estas duas cidades vizinhas e cá estamos de novo para mostrar novo grupo de fotos, algumas de locais repetidos, outras são novidade:

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21-12-2011 Depósito de Materiais – Praça Carlos Alberto (esquerda), Igreja do Carmo (centro e direita)
[19]_2012-01-12_-_Camara_Municipal[21]_2012-01-16_-_Camara_Municipal
Paços do Concelho: 12-01-2012 (esquerda) e 16-01-2012 (direita)
[12]_2012-01-11_-_Se_Catedral_do_Porto_e_Pelourinho[13]_2012-01-11_-_Se_Catedral_do_Porto_e_Pelourinho[18]_Se_Catedral_do_Porto
Sé Catedral do Porto: 11-01-2012 Igreja e Pelourinho (esquerda e centro) e 21-12-2011 Interior (direita)
[04]_Ponte_Luis_I[15]_Rio_Douro[17]_Rio_Douro
28-12-2011 Ponte Luís I (esquerda) e Rio Douro (centro e direita)
[04]_2012-01-11_-_Caves_Taylors[05]_2012-01-11_-_Caves_Taylors[24]_Caves_Taylors_-_Pipos
Caves do Vinho do Porto – Vila Nova de Gaia – Taylors: 11-01-2012 Prova de Vinhos e Centro de Recepção a Visitantes(esquerda e centro) e 21-12-2011 Barris: Vinho Tawny (direita)

Aproveitamos para informar a quem quiser visitar as caves do Vinho do Porto em Gaia e provar desta bebida, pode fazê-lo sem quaisquer custos nas caves da Taylors e Croft (em todas as restantes é necessário pagar)