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domingo, 6 de novembro de 2011

Vouzela: PR4 Trilho da Penoita

Sem a presença da Mónica mas com um dos melhores amigos de infância, vindo de Lisboa, e prestes a voltar ao Pico, foi bom voltar a este percurso mais de 4 anos depois. Este foi o nosso primeiro percurso em Portugal Continental que tínhamos percorrido na companhia dos nossos agora habituais companheiros. Em todo o caso gostei mais desta vez que da anterior… se bem me lembro tínhamo-nos queixado da longa extensão do percurso (apenas 13km) e as pernas ficaram doridas por uns dias.

[06]_Dolmen_da_Malhada_do_Cambarinho
14:06 Dólmen da Malhada do Cambarinho

Para mais informações sobre o percurso podem consultar o nosso anterior post e o panfleto oficial do mesmo.

domingo, 25 de setembro de 2011

Cinfães – PR2 Vale do Bestança

“Este percurso tem Início e termo no Largo da Nogueira, aldeia de Vila de Muros. Seguir pela estrada de asfalto e virar à esquerda no caminho a seguir ao cemitério. Passar a ponte de Covelas sobre o Bestança e subir até à aldeia de Covelas.Na primeira cortada virar à direita seguindo em frente pelo caminho da Carreira Chã. Este caminho cruza dois ribeiros e desenvolve-se perto da margem direita do Bestança. Ao chegar às fragas da Arruínha virar à direita e descer pela tapada até uma ponte de cimento que atravessa o rio. Está agora no Prado. Siga pelo caminho lajeado até Valverde e depois pelo asfalto até Vila de Muros onde termina o percurso. Pontos de interesse: Ponte de Covelas, aldeia de Covelas, caminho da carreira Chã, pontes de madeira do Prado, moinhos, ribeiro de Barrondes, rio Bestança, fragas da Arruínha sítio de nidificação do milhafre. Rio Bestança: O rio Bestança nasce nas Portas de Montemuro, na serra do mesmo nome, e morre em Porto Antigo, na margem esquerda do rio Douro. São 13,5 Km de curso, numa extensão de verdura e águas sempre cristalinas que o fazem um dos rios mais limpos da Europa. Espécies como a Lontra, Truta e Ginetas dependem do equilíbrio ecológico do vale sulcado pelo rio. Por outro lado, e desde tempos imemoriais, os velhos moinhos reclamam as águas livres do rio para moerem o milho e outros cereais, representando um valioso e genuíno património.” Fonte: Associação para a Defesa do Vale do Bestança (www.bestanca.com)

Foi mais uma das raras visitas a Sul do Douro, não deixando de ser um passeio a um afluente deste rio. 

Começámos em Valverde, já bastante tarde, por volta das 11:30 no entanto como se trata de um trilho bastante curto tomámos o nosso tempo para percorre-lo, observando com atenção os pastos, pomares, castanheiros, animais e flora local e lendo todos os placards informativos… os que ainda se mantém de pé. Tivemos a sorte de conseguir ver louva-a-deus e esquilos mas não se aproveita nenhuma fotografia dos mesmos.

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Ponte sobre Ribeiro de Barrondes (esq.), Flor (centro) e Casa no Prado Ribeira de Barrondes (dir.)
[27]_Melga[35]_Milho
Melga (esq.) e Milho (dir.)

Demorámos mais de 3 horas para fazer menos de 7km, com almoço pelo meio, mas ficámos muito satisfeitos com o que vimos.


(como já existem várias versões deste percurso no wikiloc, não colocámos a nossa)

domingo, 2 de março de 2008

Vouzela: PR3 Trilho da Serra do Caramulo

Descrição do percurso retirada do panfleto oficial do mesmo:

Local: Vouzela; Dificuldade: Moderado; Extensão: 16 Km; Tipo: Linear

O percurso inicia-se na Aldeia de Fornelo do Monte em direcção ao Ventoso, local de grande riqueza paisagística. Ao fundo podemos contemplar a Serra da Estrela, do outro lado, a Serra da Arada sempre na companhia do olhar atento dos tartaranhões, corvos e outras espécies que nos observam. Prossegue-se o trilho pela Serra do Caramulo até à Lapa da Meruje onde se situa um Dólmen com o mesmo nome (Dólmen da Lapa da Meruje). É um Dólmen de corredor com câmara poligonal, composta por 6 esteios monolíticos (ligação com o PR2). Segue-se as marcas amarelas e vermelhas por um caminho em terra batida até à Capela de S. Barnabé, local de grande tradição religiosa onde se realiza anualmente uma romaria trazendo centenas de pessoas a este local sagrado. Depois de um descanso merecido, prossegue-se pelo trilho que acompanha o “Ribeiro da Bouca” até à Aldeia da Nogueira. Depois de atravessarmos a estrada de asfalto – Muito Cuidado – o caminho prossegue até ao Rio Alcofra onde encontramos uma magnífica ponte de pedra que nos proporciona a travessia para a outra margem. Agora é só seguir as marcas até à Torre Medieval de Alcofra que assinala o fim do percurso."
 
Alguns meses depois voltámos a Vouzela para novo passeio, agora acompanhados por 5 pessoas e um cão. Demos início ao percurso às 11:11 e terminámos às 17:58.
 
11:20 Espigueiro (esquerda) e 12:36 Torre Eólica (direita)
 
15:19 O Grupo na Capela de São Barnabé (esquerda) e 15:26 Capela de São Barnabé (direita)  
16:11 Ponte Romana (esquerda) e 17:42 Represa (direita)

domingo, 14 de outubro de 2007

Vouzela - PR4 Trilho da Penoita

Características do Percurso (adaptado de pedestrianismo.blogspot.com)
Local: Vouzela; Dificuldade: Moderado; Extensão: 14 Km; Tempo: 5h 00m; Tipo: Circular

O percurso inicia-se na aldeia de Covas, construída com a matéria-prima mais à mão, assim foram-se erguendo as casas, os currais, os muros, os canastros, as fontes, que no seu conjunto formam esta maravilhosa serra. Prossegue-se para norte em direcção a Adsamo, que lhe dista a cerca de 1 km. Aldsamo é uma aldeia onde as construções de pedra e madeira continuam a predominar.
Adiante ingressa-se na frondosa Mata da Penoita, que abrange a maior mancha de Carvalhos plantados da região, com uma área de cerca de 2,5 km². Nesta mata, podemos apreciar um belo exemplo da conjugação entre a vegetação e o relevo, resultando num dos locais mais deslumbrantes e aprazíveis do concelho de Vouzela. Em breve chega-se ao parque de Merendas da Penoita, onde se almoça.
Retomada a marcha, segue-se o caminho florestal para sul que atravessa toda a mata da Penoita. Não muito longe encontra-se um fenómeno da Natureza muito interessante: uma pedra em forma de barca, forma essa que lhe dá o nome de “Pia de Barca”. Prossegue-se até encontrar o Dólmen da Malhada de Cambarinho (anta), também conhecido pelos pastores como a “casa da orca". É um monumento megalítico com câmara e corredor, que se situa não muito longe do rio Alfusqueiro, a 875 metros de altitude.
Continua-se em direcção à aldeia de Covas, com o percurso a apresentar uma subida gradual, por um trilho que nos leva a atravessar algumas linhas de água. Perto de Covas situa-se o Bicão dos Conqueiros, classificado pelo renomeado geógrafo Amorim Girão como Menir.


Como prometido anteriormente e quase 2 meses após a descida à caldeira de Santo Cristo em São Jorge, chegou o convite:
"(...) conforme combinado de vez em quando vamos enviar-vos um convite para se juntarem a nós e ao nosso pequeno grupo de caminheiros dos 7 aos 77 ( com 7 não há mas com 77 sim).
Não se sintam obrigados a responder a não ser que queiram mais informação ou qualquer outra coisa.
Se algum dia estiverem interessados apitam e combinamos. (...)"- Jorge Mota
Claro que não nos sentimos obrigados e respondemos prontamente. Seria a nossa estreia nos Pernas-Longas, a primeira de muitas caminhadas e o início de várias amizades.

À hora marcada estávamos no local estipulado. Compareceram 9 pessoas ao convite. Feitas as apresentações, não foi preciso muito tempo para nos apercebermos que o grupo é primeiro de amigos e só depois de caminheiros. Durante toda a viagem e primeiros quilómetros do percurso não dissemos muito, limitando-nos a satizfazer a curiosidade dos restantes, respondendo às suas questões sobre nós. Mas, apesar da diferença de idades, não foi preciso esperar muito para nos sentirmos à vontade e intrusados no grupo.
Seguimos em direcção a Campia-Vouzela para juntar mais dois elementos ao grupo, uma pessoa e um canídeo deveras irrequieto, de seu nome snoopy.
++++++++++
Placar indicativo no início do percurso 11:07+++++++++++++++++++++++++Indiçações 11:58++++++++++
Começámos a caminhada no ponto mais a Norte do percurso, junto ao parque de merendas, às 11:10, seguindo em direcção ao Dólmen da Malhada do Cambarinho. Continuámos no sentido do Bico dos Conqueiros e, depois de algumas paragens para merenda chegámos ao fim por volta das 19:00.
O percurso valeu mais pela companhia que pela beleza em si, tinha troços longos de estradão e estrada e em muitas das zonas de trilho, os muros e vedações eram tão altos que não nos deixavam ver a paisagem. Pontos a salientar são o Dólmen da Malhada do Cambarinho, o Bico dos Conqueiros (Menir) e zona envolvente e a Pia de Barca.
++
Dólmen da Malhada do Cambarinho (Anta) 12:04+++++++++++++++++++++Natureza=Ruína 14:13+++++++

Bico dos Conqueiros (Menir) 15:36
Como tenho um fascínio por animais, especialmente artrópodes, répteis e anfíbios (gosto de ver e fotografar mas não sei identificar os indivíduos), não posso deixar de referir que vimos um pequeno Louva-a-deus castanho e muitos gafanhotos castanhos, que quando voavam fungindo de nós, mostravam o belo azul garrido das suas asas.
Por último, o percurso situa-se numa zona de caça pelo que não foram poucos os tiros que ouvimos nas redondesas, o que causou algum receio ao longo da caminhada.
Antes de voltarmos ao Porto fomos jantar ao Restaurante "O Sacristão" em Campia onde trocámos impressões sobre o percurso e garantimos continuar a participar nos eventos seguintes, para espanto dos restantes, por acharem que, como jovens, teriamos de certeza algo mais interessante para fazer ao fim de semana que andar a pé na sua companhia.