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quinta-feira, 14 de agosto de 2008

Travessia Flores-Corvo - Grutas

As viagens de ida e volta entre Flores e Corvo foram recheadas de tantas peripécias e belezas naturais de tal modo que dedicamos às mesmas uma publicação própria.

Ainda não estávamos à 24 horas nas Flores e já saudávamos a hospitalidade e simpatia dos Florentinos. Tínhamos passado a primeira noite em casa de alguém que não nos conhecia de lado nenhum, esse mesmo alguém que nos deu boleia de barco até ao Corvo e que, só por termos referido saber da existência das grutas costeiras das Flores, nos prometeu passar o mais próximo possível das mesmas, de acordo com a ondulação do mar.
Pelas 11:35 do dia 13 de Agosto partimos das Lajes das Flores, à boleia no Barco de Carga "Santa Iria" da empresa Maré Ocidental. As boas condições atmosféricas, em termos de ondulação permitiram fazer-se a viagem bastante junto à costa Sul e Oriental das Flores. Deu para se observar diversas curiosas formações geológicas e algumas grutas escavadas pelo rebentar das ondas nas rochas como a furna do Galo e dos Incharéus. Mais uma vez se pôde constatar a imensa quantidade de cursos de água com caudal permanente durante todo o ano. Ao fim de 2 horas e meia chegámos ao Corvo (14:00).
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Costa das Flores 11:47 13-08-2008+++++++++++++++++++++++++++Ponta da Caveira 11:57 13-08-2008
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Furna dos Incharéus 11:59 13-08-2008+++++++++++++++++++++Fazenda de Santa Cruz 12:24 13-08-2008
No dia seguinte, após termos feito o PR2COR, esperámos que houvesse algum barco com 2 lugares livres e nos levasse de volta ás Flores. Tendo o lugar garantido, enquanto esperávamos pela hora da partida, em conversa com o nosso skipper referimos novamente o nosso gosto em visitar as grutas e, sem qualquer excitação, o mesmo se aprontou a levar-nos a visitar algumas. Desta vez saímos do Corvo num barco de borracha do Hotel Ocidental. Pelo caminho vimos golfinhos, entrámos na gruta do Galo e contornámos tudo o que era ilhéus até chegarmos a Santa Cruz, tudo isto em aproximadamente de uma hora (18:30-19:30).
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Gruta do Galo 12:44 13-08-2008++++++++++++++++++++++++++++Corvo 18:31 14-08-2008+++++
Com isto acabámos por pagar apenas 15€ por ir ao Corvo (apenas porque a viagem de ida e volta são 25€ e a visita às grutas 40€). Já o outro dizia "Quem tem boca vai ao Corvo" :)

Corvo - PR2COR: Caldeirão-Ponta do Marco-Cancela do Pico

Características do Percurso (in http://www.trails-azores.com/)
"Ilha: Corvo; Dificuldade: Difícil; Extensão: 5.3 Km; Tempo: 4h 00m; Tipo: Linear







Este percurso inicia-se no Miradouro do Caldeirão, termina na Cancela do Pico e tem a duração aproximada de 4 horas. É um percurso com um grau de dificuldade elevado e, devido ao piso de características muito acidentadas, às perigosas falésias e aos repentinos nevoeiros que atingem esta zona, é um percurso que só poderá ser realizado com o acompanhamento de um guia. Deste modo, o percurso não se encontra sinalizado. O trilho segue pelo cume do caldeirão, onde se pode desfrutar de magníficas vistas para o interior da caldeira e para as falésias da Ilha. Existem muitas formações geológicas de grande interesse, sendo de salientar os cones vulcânicos. Ao chegar à parte mais escarpada do Caldeirão o trilho desce a encosta norte e nesse ponto poderá desfrutar de uma bela vista para a Ponta do Marco e para uma pequena praia que se encontra do lado esquerdo. De seguida, o percurso segue sempre junto à falésia, sendo necessário ter cuidado pois o piso é muito acidentado, não sendo conveniente aproximar-se muito da falésia. Se as forças não lhe faltarem, ainda poderá visitar uma fonte de água que se localiza a meia encosta. Finalmente, encontrará um caminho ladeado por hortênsias (Hydrangea macrophylla) que o levará à Cancela do Pico, onde o trilho termina."

Depois de um dia muito nublado decidimos acordar o mais cedo possível, com o intuito de ter o máximo de tempo disponível para ir ao Caldeirão.
Novo dia e nova manhã bastante nublada. Aproveitámos para percorrer todas as ruas, ruelas, becos e quelhos da Vila Nova do Corvo, mas sempre com um olho no céu. Ao fim de mais de 2 horas e vendo os primeiros barcos a chegar ao Corvo, ligámos à nossa boleia (paga) a perguntar se ia ao caldeirão. Lá fomos!! Conformados com o facto de não fazermos o percurso, apesar de algumas melhorias no tempo, já só pensávamos em ver algo do Caldeirão. Chegados ao Caldeirão e vendo o que parecia ser o fundo do mesmo, tivemos de decidir entre ficar e descer até ao fundo, ficar e fazer o percurso ou, mais prudente mas menos aliciante, voltar à Vila. Como poderia ser uma oportunidade única ... arriscámos e ficámos sozinhos no meio do nevoeiro.


Caldeirão 11:37
Seguindo a única coisa que se via, começámos a descer (10:39). Parecia que a nossa sorte estava a mudar, quanto mais se descia e mais tempo passava, mais se conseguia ver. O facto de surgir no meio do nevoeiro, tal qual D. Sebastião, e por isso só ter sido possível ao segundo dia, fez com que a visita ao Caldeirão se tornasse especial. É das paisagens mais bonitas que já tivemos a oportunidade de observar.
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Caldeirão 11:49+++++++++++++++++++++++++Caldeirão 12:22

Caldeirão 12:24
Mais do que satisfeitos com o que tínhamos visto e aproveitando as excelentes condições atmosféricas partimos pelo cume do Caldeirão em direcção à ponta do marco. De cada vez que se olhava para o fundo da Caldeira tinha-se uma nova panorâmica, sempre mais deslumbrante que a anterior. Não estando o trilho marcado e com algum receio dos repentinos nevoeiros presumimos ter "cortado" cedo demais, iniciando a descida mais afastados da falésia do que seria suposto. Chegados ao fim do percurso (14:03), apanhámos mais uma boleia e esperámos por um barco que nos levasse de volta às Flores.

Tão pequena e tão bela ... é o que podemos dizer da Ilha do Corvo. Para quem diz que se visita o Pico numa tarde, nós dizemos que precisámos de 2 dias para ver o Corvo.

Por último, a beleza do caldeirão é tão grande que não seria necessária a história de que no Inverno, quando as lagoas estão na sua máxima capacidade, se conseguem ver 9 ilhotas representando o arquipélago do Açores. É preciso ter muita imaginação para conseguir ver as 9 "ilhas", principalmente porque para alguns dos cones vulcânicos estarem rodeados de água, isso implicaria uma subida do nível da água tão grande que os cones mais pequenos ficariam submersos.

quarta-feira, 13 de agosto de 2008

Corvo - PR1COR: Trilho Cara do Índio

Características do Percurso (in http://www.trails-azores.com/)
"Ilha: Corvo; Dificuldade: Fácil; Extensão: 3.5 Km; Tempo: 1h 00m; Tipo: Linear







Este percurso inicia-se junto à Cova Vermelha, termina na Vila Nova do Corvo e tem a duração aproximada de 2 horas. O percurso segue por antigas “canadas” ladeadas por muros de pedra e vai em direcção à costa. Ao chegar junto da falésia volta-se à direita para um desvio onde se pode observar a cara de um Índio esculpida na rocha. Após a descoberta do Índio, volta-se pelo mesmo caminho mas agora continuando sempre junto à arriba. Seguindo a sinalética, encontrará um pouco à frente uma antiga canada por onde deve seguir, descendo sempre até à Vila Nova do Corvo. Poderá encontrar pelo caminho antigos abrigos, interessantes formações geológicas, líquenes de grandes dimensões a provar a pureza dos ares açorianos e também belos cedros-do-mato (Juniperus brevifolia) que proliferam em certos locais. É ainda de referir os típicos bebedoiros de gado da Ilha do Corvo que se podem observar em diversos locais."

Chegados ao Corvo e aproveitando as carrinhas estarem no porto prontas para nos levar ao Caldeirão, a troco de 5 euros, seguimos logo para o primeiro percurso na mais pequena ilha dos Açores. Ainda nos faltavam alguns quilómetros para chegar ao miradouro e já não se via mais do que 4 ou 5 metros à nossa frente. Para não dar os 5 euros como perdidos pedimos ao condutor para nos deixar perto do início do Trilho Cara de Índio, esperando que o tempo melhorasse no dia seguinte para podermos explorar o Caldeirão (pelo menos ver algo).
Apesar de já estarmos a uma cota mais baixa, o nevoeiro continuava a impedir-nos de ver mais do que 20 ou 30 metros à nossa frente. Ainda tivemos de andar uns 35 minutos até chegar ao ponto de partida. Logo no início (15:23) deparámo-nos com um trilho muito mal cuidado e com falta de indicações, principalmente porque se tem de atravessar (saltar, trepar) muros com arame farpado e ao ver-se uma marca para seguir, não se sabe se se deve seguir o muro ou atravessá-lo... acabámos por andar perdidos por breves momentos.
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Bebedouro 15:38+++++++++++++++++++++++++++++Cara do Índio 15:48
São muito curiosos os bebedouros assim como algumas formações geológicas pelas quais passámos. O facto de estar nevoeiro acabou por facilitar a visualização do "Índio" contrastando o verde escuro e o preto com o branco ao fundo não se podendo no entanto, apreciar a falésia que sabíamos estar próxima pelo som do mar a bater contra as rochas.
Quando o nevoeiro dispersou já se via ao fundo a Vila Nova do Corvo. Esta descida final foi muito interessante pela quantidade e variedade de insectos e aranhas que pudemos observar e fotografar, lamentando-se apenas o estado da vereda que, por estar totalmente coberta de vegetação, tornava difícil a passagem.
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Bebedouro e Arco de Lava 15:58++++++++++++++++++++++++++++++++Borboleta 17:01+++++++++++++++++
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Aranha 17:18++++++++++++++++++++++++++++++++++++Vila Nova do Corvo 17:22+++++++++++
Chegados ao fim do percurso fomos ao miradouro sobre a Vila (17:58) e continuámos a pé a descida até esta, onde iríamos pernoitar. Já na Vila arranjámos casa para ficar (levámos tenda mas ofertas destas não se podem recusar) e fomos até à praia antes de ir jantar no restaurante Caldeirão.

terça-feira, 12 de agosto de 2008

Rumo ao Grupo Ocidental dos Açores

Três, dois, um.... Começam as FÉRIAS 2008
Aproveitando o cartão interjovem, com mega descontos nas viagens entre ilhas Açorianas, lá fomos nós para uma semana de aventuras nas Flores e Corvo (terras mais ocidentais de Portugal).

Dia 12

Express Santorini- 6:30
À chegada ao cais da Horta-Faial vislumbrámos o EXPRESS SANTORINI, navio grego construído em 1974 registando navegações em rotas francesas, gregas e portuguesas. E para nós o maior navio em que realizámos uma viagem. (http://www.simplonpc.co.uk/SNCF_Chartres_1974.html )
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Ilha do Corvo - 14:24++++++++++++++++++++++++++++++++++Ilha das Flores - 14:46
Já a bordo e algum tempo depois da travessia do canal Pico-Faial rumo a ocidente começámos a sentir o efeito da Terra ser redonda… todo o horizonte era mar e ar… por esta altura e, depois de investigadas todas as partes acessíveis do navio, começava a passar a euforia trazida pela primeira grande viagem… tempo então para estudar as plantas topográficas das ilhas. Às 13H30 já se começava a avistar terra… primeiro o Corvo depois as Flores… o entusiasmo voltou.
Depois de 8 horas de viagem enfim em terra. Preparados para apanhar um táxi rumo a Sta Cruz onde se encontraria um carro para alugarmos eis que o Nuno conhece uma das primeiras pessoas que vê… o Sr. João, homem muito conhecedor de História principalmente a marítima e que teve a amabilidade de nos levar à rent-a-car no seu Ford Fiesta... mas antes disso, e dada a nossa intenção de nos fazermos ao mar no dia seguinte, rumo à ilha mais pequena do arquipélago ainda nos apresentou o Mauro, capitão do navio de mercadorias SANTA IRIA (nome pelo qual era inicialmente designada a Ilha das Flores) que transporta alguns passageiros sem contrapartidas financeiras. Chegados a Sta. Cruz não havia carro para ninguém… mas o Sr. João não nos deixou enquanto a situação não estivesse resolvida… levou-nos numa visita guiada até a Fajã Grande onde iríamos acampar. Para não montarmos tenda por uma noite apenas, o Sr. João intercedeu mais uma vez a nosso favor pedindo ao capitão Mauro que nos albergasse nessa noite e assim foi.
Dia 13
Acordados bem cedo, para arranjar uma forma qualquer de chegar às Lajes a tempo de apanhar o barco, lá tivemos grande pontaria… assim que chegámos à rua acabava de chegar um autocarro camarário que só nos cobrou 2,86€ pela viagem com direito a parar em todas as freguesias do caminho. Depois de um passeio pelas Lajes, hora de embarcar no Santa Iria que numa viagem de 4horas nos permitiu ver de perto (muito mais perto do que pensávamos ser possível com uma máquina daquelas) algumas das grutas da costa oriental. Depois de uma viagem alucinante com tanto balouçar chegamos à pequenita ilha. No cais, algumas carrinhas aguardavam os turistas para a quase sempre igual visita turística ao caldeirão, como o nevoeiro nos impedia de ver o caldeirão e consequentemente fazer o PR2 decidimos ficar a meio do caminho de regresso ao cais e fazer o PR1 – Cara de Índio que nos levaria à Vila do Corvo. Uma vez na vila fomos beber um suminho fresco e procurar o sr José que nos levara ao caldeirão e amavelmente trouxe a nossa tenda para a vila a fim de não a carregarmos durante a caminhada. No café, tal foi o nosso espanto quando no desenrolar da conversa com uns corvinos (despoletada por estar a usar uma t-shirt do Boavista, dada a situação que o clube vivia na altura) encontrámos um amigo da família do Nuno, a tenda nem foi montada... casa e água quente… que sorte! Apesar do nosso espanto este não era tão grande quanto o dos locais e florentinos por lhes contarmos que queriamos passar uma noite no Corvo.

Com guarita definida dirigimo-nos à praia de areia a fim de uma banhoca antes de jantarmos uma bela febra no restaurante o Caldeirão.
Dia 14
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Fechadura do Corvo+++++++++++++++++++++++++++++++++++++Moinho do Corvo +++++++++++++++++
Novamente em direcção ao caldeirão… mais uma vez coberto por um denso nevoeiro… não quisemos partir sem pelo menos ir ao seu interior… os restantes turistas partiram e nós seguimos pelo nevoeiro. Aos poucos o caldeirão foi-se desvendado… Natureza, Sossego… sem dúvida uma das mais belas paisagens que tivemos o prazer de saborear. Com o dia já ganho e aproveitando as novas condições atmosféricas decidimos tentar o PR2 – Caldeirão - Ponta do Marco – Cancela do Pico. No fim do percurso lá arranjamos uma boleia, desta vez numa carrinha frigorífica, de volta à Vila do Corvo… antes de regressarmos às Flores ainda tivemos tempo de passear pela vila e conhecer os diferentes tipos de habitações (não esquecendo as típicas fechaduras), moinhos, praia, aeródromo, etc… A travessia Corvo-Flores foi feita num semi-rigido o que tornou a viagem mais rápida, com mais adrenalina permitindo-nos inclusivé acompanhar golfinhos e que sorte a nossa… o barco pertencia à mesma agência com a qual haviamos marcado uma visita às grutas… sabendo disto o skipper levou-nos bem perto delas (dentro) sem nos cobrar mais. Já nas Flores (Santa Cruz) e após 3 dias completos sem ter sido necessário o carro alugado decidimos fazer todas as viagens seguintes à boleia (com isto poupámos 50 euros por dia). Após mais de uma hora a andar a pé e quando já se fazia noite começámos a duvidar dos benefícios da nossa decisão recentemente tomada. Finalmente apareceu alguém disposto a nos levar até à fajã grande, não foi isso o combinado mas com o tempo fomo-nos habituando que quando nos diziam que nos deixariam a alguns quilómetros de onde queriamos, acabavam por nos levar até lá.

"Home sweet Home"
Chegados à Fajã Grande toca a montar acampamento e dormir uma boa soneca… felizmente o capitão Mauro deixou-nos continuar a usar a casa-de-banho (aguinha quente).
Dia 15
Levantámo-nos não muito cedo mas ainda tivemos direito a uma boleia, de um condutor de uma distribuidora de carnes, em direcção às lagoas negra e comprida onde se inicia o PR3 o qual finalizámos com uma ida à poça do bacalhau e um delicioso mergulho (o Nuno fotografava)
Dia 16
Levantámo-nos bem cedinho para aproveitar a proximidade de dois percursos: o Pr2, que terminou no lajedo, e depois de uma pequena boleia e alguns km’s a pé o Pr4 pela Fajã Lopo de Vaz. Após mais uns km´s a pé eis que conseguimos mais uma boleia desta vez numa carrinha de caixa-aberta que, já fazendo um grande desvio nos deixou perto da rocha dos bordões, aí passados uns minutos tivemos direito a mais uma boleia num jipe atolado de armas de caça submarina, canas-de-pesca e peixe … que felizmente seguia para a Fajã Grande. Tempo de ir às compras para o desejado jantar no parque de campismo: eu aprendi a assar frango e salsichas (sim.. que isto de fazer churrasco não é como um belo fogão em que a chama está sossegadinha debaixo do tacho) e o Nuno no meio de uma conversa com companheiros de campismo ia ganhar um belo peixe… não estivesse o franguinho quase pronto. Isto de acampar falta sempre qualquer coisa, principalmente condimentos… mas nestas alturas tudo sabe bem.
Dia 17
Não tão cedo como se viria a comprovar ser o desejado, saímos em direcção a Ponta Delgada pelo Pr1. No fim, já exaustos e só depois de muitos km’s pela estrada em direcção à Fajã Grande conseguimos boleia de um amável senhor já atrasado para o seu trabalho mas, que fez questão de nos mostrar a lagoa da lomba e de nos deixar perto das lagoas funda o mais perto que podia do nosso destino. Aí e depois de deliciados com a visão das lagoas conseguimos boleia de um casal de estrangeiros residentes na ilha.
Dia 18
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Rocha dos Bordões- 18:00+++++++++++++++++++++++++++++++++++A preparar o jantar+
Percursos pedestres feitos… vai uma voltinha de carro pela ilha com o micaelense Paulo, companheiro de campismo. Não ficou por visitar o museu das Flores em Santa Cruz dirigido pelo Sr. João Vieira, as várias freguesias e, mais uma vez, as lagoas. Á noite ainda colocámos mãos ao tacho para uma massinha de atum a lenha, diga-se que demorou mais do que o dobro do tempo a cozinhar… foi necessário perseguir as chamas durante todo o tempo… mas valeu a pena.
Dia 19
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Express Santorini- 15:05++++++++++++++++++++++++++++++++++Pôr-do-sol - 20:53+
Tempo de levantar acampamento e rumar para o cais, depois de uns bons km’s a pé lá conseguimos boleia (experiência algo traumática) … horas depois chegava o Santorini para nos levar em direcção ao Faial… agora com muita gente conhecida a bordo.

Depois de 6 trilhos, 10 boleias (9 de carro e 1 de barco), 2 dormidas em casas de desconhecidos, dois encontros do terceiro grau e 100€ gastos voltámos à Horta.