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domingo, 12 de fevereiro de 2012

Vieira do Minho: Aldeia de Agra – Serra da Cabreira

Embora fosse bastante curto e já o tivéssemos realizado apenas um mês antes, este foi um passeio bastante importante para nós. Pela primeira vez conseguimos juntar família, amigos da faculdade, do futebol e do trabalho num só convívio e caminhar com os mesmos. Haviam em todo o caso razões fortes para que muitos tenham comparecido, principalmente pelo facto de terem sido convocados para o convívio de despedida antes da nossa grande viagem para a América do Sul.

Depois de um grande jantar na noite anterior e dormida na gigante Casa dos Martinhos acordámos bem cedo para fazer um pequeno passeio. Como éramos muitos, até que todos estivessem prontos só conseguimos sair pelas 11:30. A ideia inicial seria fazer apenas 6km descendo ao Rio Ave, bem pequeno por estes lados, passando a Ponte Medieval da Candosa até chegar perto de Lamedo, de onde subiríamos de volta pelo mesmo caminho…

para baixo tudo bem… já no rio, tendo sido posta a hipótese de seguir por outro caminho, todos concordaram e lá fomos…

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Pastagens (esq.), Escultura de Gelo (centro) e Todos os participantes (dir.) 

para cima nem por isso… A Mónica seguia atrás dando apoio moral à família e o Nuno corria para trás e para a frente para garantir que o grupo muito alongado seguisse todo pelo caminho correto (pelo menos que não se enganassem onde o tínhamos feito da última vez). Entre muitas perguntas sobre duração restante, se havia que subir muito e se faltavam muitos quilómetros, surgia algum desespero entre alguns participantes, com direito a ameaças.

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Moinho (esq.), Rio Ave (centro) e Agra (dir.)

Exatamente 3 horas depois de iniciarmos o percurso e com menos de 8km percorridos, estávamos de volta à casa dos Martinhos, onde nos esperava um almoço contundente, que conseguiu mudar a cara dos mais agastados. O último quilómetro já foi feito por estrada cortando um pouco ao que tínhamos realizado um mês antes, e como tal não passámos pelo lugar de Carrazedo, cortando caminho pelo CM1425. Depois ainda jogámos uma partida de futebol, antes de regressarmos a casa.

Para mais informações sobre este percurso consultar a publicação anterior: Vieira do Minho: Aldeia de Agra – Serra da Cabreira

domingo, 8 de janeiro de 2012

Vieira do Minho: Aldeia de Agra – Serra da Cabreira

Saímos do Porto, desta vez para um fim de semana inteiro na natureza, sediando-nos na aldeia de Agra, de onde saímos para dois passeios pela Serra da Cabreira, onde nasce o Rio Ave.

2012-01-07

Depois da longa viagem de carro, tentativa de encontrar quem nos abrisse as casas onde iríamos ficar, conhecer, distribuir-nos e deixar as coisas nas mesmas, já era hora de almoço.

Começámos a caminhar já perto das 13:00 saindo para uma volta curta de aproximadamente 9km na zona mais elevada da Serra da Cabreira, cruzando o Rio Ave por duas vezes e as suas águas cristalinas, passando por muitas pastagens com ovelhas e aproximando-nos bastante das eólicas da Veiga.

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Eólica da Veiga (esq.) e Ramos (dir.)
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Rio Ave (esq.), Sombra (centro) e Nuvem (dir.)

Pelas 16:30 regressávamos a Agra onde aproveitámos para conhecer um pouco, nomeadamente a Quinta dos Martinhos com uma fantástica casa de pedra e muitos animais onde passámos bastante tempo.

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Portão (esq.), Ramos (centro) e Kiwis (dir.)
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Carneiro (esq.) e Por do Sol (dir.)

2012-01-08

Com tanto animal na Quinta dos Martinhos, Mónica, Xana e Daniel acabaram por decidir passar lá o dia e aproveitar para andar a cavalo.

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Espigueiro na Quinta dos Martinhos

Quanto aos restantes, se no dia anterior fomos em busca do Ave para montante de Agra, Domingo foi dia de ir para jusante, descendo pela margem do mesmo, passando por vários moinhos de pedra e cascatas, pela ponte Medieval da Candosa até cruzar o Rio junto a Lamedo. Daqui, para não voltarmos pelo mesmo caminho fomos um pouco à descoberta com uma curta mas forte subida pela margem oposta até Carrazedo, onde existe um enorme espigueiro. Pelo meio andámos um pouco perdidos pois a entrada do trilho que deveríamos ter seguido estava completamente tapada por arbustos, acabando por fazermos um desvio desnecessário de quase 2km. Em todo o caso o engano levou-nos até uns campos bastante bonitos onde aproveitámos para almoçar entre ovelhas

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Musgo (esq.) e Ponte da Candosa (dir.)
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Cascatas no Rio Ave (esq. e centro) e Espigueiro em Carrazedo (dir.)
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Espigueiro em Carrazedo

Seguimos então de volta a Agra terminando o dia cedo, com aproximadamente 8km percorridos (mais 2km devido ao engano), regressando depois ao Porto.

sábado, 8 de outubro de 2011

Gerês: Portela do Homem-Minas Carris

Juntámo-nos a um novo grupo, Stars Trekking, para fazer um passeio do qual já tínhamos ouvido muito falar mas nunca tinha surgido a oportunidade de o fazermos. Aceitámos logo o convite para fazer o trilho entre a Portela do Homem e as Minas de Carris.

Á ida apercebemo-nos logo que a filosofia deste grupo era totalmente diferente do que gostamos e estamos habituados… ao contrário de ir com calma, conversando, parando para tirar fotos e apreciando a natureza, parecia que tinham todos de estar em casa antes do lanche e como tal havia que quase correr, sem tirar fotos senão atrapalhávamos os que estavam atrás e não podiam passar.

Depois de tanta correria para vencer em subida um desnível de 700m subir em quase 2 horas e meia para fazer 10,5km, chegámos à lagoa de Carris onde parámos para almoçar. Aqui ainda tivemos quase duas horas entre almoçar, descansar e conhecer as minas abandonadas.

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Rio Homem
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Lagoa de Carris (esq.) e Mina (dir.)

Ao fundo Pitões das Júnias… que vontade tínhamos de seguir até lá, o que seria totalmente possível à velocidade que íamos.

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Gerês (esq.), Pitões e Capela de São João – pontinho branco ao centro (centro) e Ruinas minas Carris (dir.)
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Ruínas minas Carris

Depois de tanto tempo de descanso o stress parece ter-se apoderado novamente de todos e desta vez, nem duas horas demorámos a voltar ao carro, chegando pouco depois das 16:30, ainda com pelo menos 3 horas de luz que poderíamos ter gasto a apreciar o caminho.

Nunca tirámos tão poucas fotos no Gerês (apenas 48: 10 na ida, 38 nos Carris e 0 na volta), nunca vimos tão poucos animais, não que a paisagem não o merecesse ou que não os houvesse… simplesmente não havia tempo.


(Como já existem muitos trilhos no wikiloc equivalentes ao que fizemos decidimos não fazer upload de mais nenhum. Este tem uma boa descrição e uma duração mais aceitável que a nossa)

domingo, 24 de abril de 2011

Gerês: Cascatas Taiti

No nosso último dia no Gerês decidimos ir visitar as denominadas Cascatas do Taiti. Não é um percurso marcado nem tem grandes pontos de interesse a não ser uma fantástica vista sobre a Albufeira da Barragem da Caniçada e as próprias cascatas, onde permanecemos aproximadamente 4 horas.

O percurso que fizemos, de traçado circular, teve início e fim na aldeia de Ermida, com desenvolvimento em grande parte por estrada e estradão, e um total de 7,3km.

1Mapa do Percurso
[01]_Albufeira_Barragem_Canicada
11:29 Vista sobre a Albufeira da Barragem da Caniçada

Para chegar às cascatas existem 2 trilhos de pé posto que saem de cada um dos lados da ponte de Vargas, sobre o Rio do Arado, perto da confluência deste com o Rio Fafião.

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Cascatas do Taiti: 14:13 (esquerda), 17:06 (centro) e 17:27 (direita)

Já agora, SE ALGUÉM SOUBER O VERDADEIRO NOME DESTAS CASCATAS AGRADECEMOS QUE NOS INFORME (duvidamos que se chamem cascatas do Taiti).

sábado, 23 de abril de 2011

Gerês: Prados da Messe

No nosso segundo dia decidimos repetir este percurso, na esperança que não víssemos mais carraças, pelo menos não tantas como no dia anterior. Para tal os chuviscos esporádicos parecem ter ajudados.

Para mais informações sobre o percurso podem consultar o nosso anterior post.

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12:30 Curral de Mourô (esquerda) e Prados da Messe: 17:00 (centro) e 17:06 (direita)

sexta-feira, 22 de abril de 2011

Gerês: Pé de Cabril

Descrição do percurso retirada da página oficial do mesmo:

Local: Gerês; Dificuldade: Moderada/Elevada; Extensão: 7 Km; Tempo: 5h 00m; Tipo: Circular

“O Percurso do Pé de Cabril tem início na Portela de Leonte, junto à antiga casa do Guarda Florestal, e termina na aldeia de Campo do Gerês. Desenvolve-se em plena Serra do Gerês, ao longo de um velho trilho com cerca de 7 quilómetros. Apresenta condições para ser feito, exclusivamente, a pé. Recomendam-se cerca de 5 horas para percorrer todo o caminho e tomar contacto com os pontos de interesse que são sugeridos (estão identificados e descritos 21 pontos de interesse, relacionados com os valores naturais, culturais, geológicos e paisagísticos do local).
É um percurso com um grau de dificuldade médio a elevado, sendo recomendado para pessoas com alguma preparação física e experiência. Não é garantida a oportunidade de abastecimento de água ao longo do percurso (não tem bicas de água durante todo o ano).”

Carta do Percurso Ficheiro para PDA
PONTOS DO PERCURSO  
• 1 - Casa do Guarda Florestal de Leonte – Início do percurso • 12 - Prado Amarelo
• 2 - Falha geológica Gerês/Lobios • 13 - Urzais-tojais húmidos e urzais turfófilos
• 3 - Azevinhais • 14 - Filão aplítico em bloco granítico
• 4 - Floresta de pinheiro-silvestre • 15 - Muro do Penedo Furado
• 5 - Cancelo • 16 - Silhas do Corro do Velho
• 6 - Portela – Serra Amarela e Serra do Gerês • 17 - Vale encaixado do Ribeiro da Roda
• 7 - Tomilhais • 18 - Acácias
• 8 - Prado, afloramento granítico muito diaclasado • 19 - Depósito Fluvial – aluvião
• 9 - Pé de Cabril (formas graníticas) • 20 - Carvalhais
• 10 - Urzais-tojais 3 • 21 - Campo do Gerês - Fim do percurso
• 11 - Abrigo do Prado Amarelo  

Estávamos de novo no Gerês, agora para passar o fim-de-semana prolongado da Páscoa (4 dias). O tempo prometia alguma chuva mas arriscámos. O nosso acampamento base seria no excelente parque de campismo da Cerdeira.

[02]_Parque_Campismo_Cerdeira12:59 Parque de Campismo de Cerdeira

Dada a sua proximidade ao parque e a hora tardia decidimos fazer este percurso no primeiro dia.

Infelizmente o nevoeiro não nos deixou apreciar devidamente as vistas, no entanto valeu a pena.

[09]_Geres[19]_Geres[21]_Geres
Gerês: 14:24 (esquerda), 15:48 (centro) e 15:50 (direita)
[30]_Geres_-_Subida_ao_Pe_de_Cabril[33]_Geres_-_Pe_de_Cabril

17:11 Vista do topo do Pé de Cabril (esquerda) 17:52 Pé de Cabril (direita)

AVISO: Esta época do ano é muito propícia à existência de carraças, e esta foi uma realidade pois no fim do dia, já tínhamos contado mais de 30 na roupa e corpo dos 6 participantes (inclusivamente 3 mordidelas).

Nos dias seguintes fizemos:

23-04-2011 Gerês: Prados da Messe
24-04-2011 Gerês: Cascatas Taiti
25-04-2011 Descansámos, jogámos mini golf e passeámos no Parque de Campismo

domingo, 3 de abril de 2011

Fafe: PR1 Rota do Maroiço

Descrição do percurso retirada do panfleto oficial do mesmo:

Local: Fafe; Dificuldade: Moderada/Elevada; Extensão: 21 Km; Tempo: 8h 00m; Tipo: Circular

“A Rota do Maroiço é um percurso de Pequena Rota (PR), com 21 km de extensão, de nível médio/alto e de forma circular, que tem início e fim na Barragem da Queimadela.
Com diversos pontos de interesse, começa por bordejar as águas tranquilas da albufeira da barragem; segue pelos caminhos tradicionais dos pastores, outrora usados na “vezeira” e passa pelos núcleos rurais de Monte, Casal de Estime, Luílhas e Queimadela; acompanha bonitos cursos de água e sobe ao alto da Serra do Maroiço (847 metros de altitude) de onde se pode observar um vasto panorama.
Na Laje Branca pode apreciar-se uma das mais bonitas paisagens do vale do Rio Ave: a albufeira do Ermal. Sem grande esforço, ainda se consegue avistar o castelo da Póvoa de Lanhoso e o santuário do Sameiro, com as serras do Gerês e da Cabreira como pano de fundo.
Neste percurso, uma viagem até à época em que ainda funcionavam os moinhos de água, deparámo-nos com uma natureza ainda intocada, uma fauna e uma flora riquíssimas, paisagens verdejantes, muros de pedra cobertos de musgo e bonitos carvalhais. (…)”

- A descrição oficial o diz e nós confirmamos: “Na Laje Branca pode apreciar-se uma das mais bonitas paisagens do vale do Rio Ave”

[14]_Serra_do_Maroico
13:26 Laje Branca – Vale do Rio Ave

- Lamentamos apenas o facto de sempre que passámos ou atravessámos uma estrada ou estradão encontrámos dezenas de sapos mortos, esmagados.

[01]_Sapo_Morto
07:47 Sapo Comum morto (bufo bufo)

[08]_Monte_-_Oliveira[31]_Vaca_Barrosa[36]_Vaca_Barrosa
09:52 Oliveira (esquerda) e Vacas Barrosãs 16:07 (centro) e  16:12 (direita)